Brasil, mostra a sua cara…
Constado às 14:49 em Notícias | 4 Comentários | 

Faz séculos que tô querendo ver esse filme, já que tem meus dois musos Rodrigo Santoro e Selton Mello, meu muso de adolescência Ângelo Paes Leme e um dos meus musos de infância Jairizinho - Jair Oliveira. Além de contar com a maravilhosa Cláudia Abreu, Alessandra Negrini e André Moraes.

E hoje saiu o trailer de Os Desafinados, exclusivo para a Internet, que tá bem legal, com o Ângelo Paes Leme satirizando o eterno ranzinza (e genial) João Gilberto. Dá uma conferida…




Dirigido por Walter Lima Jr, o filme se passa na na década de 60 e conta a história de um grupo de jovens músicos e compositores que vai para Nova York sonhando em “fazer a América. Juntos acabam formando a banda Os Desafinados e integram o movimento transgressor musical brasileiro. o.O

Para saber mais detalhes da produção, basta clickar no site oficial do filme. Reza a lenda que depois da experiência e convivência que tiveram nas gravaçãoes Rodrigo Santoro, Ângelo Paes Leme e Jair Oliveira tão pensando em formar uma banda juntos… Aguarde e confie!!! (Didi Mocó™)

O filme estréia dia 29 de Agosto.

Constado às 11:23 em Curta, Notícias | 88 Comentários | 

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Enfim, demorou mas consegui. Aqui está o curta Ópera do Mallandro, que eu resenhei aqui no Cena Brasilis. Fiquei empenhada em caçar esse vídeo na internet, até que uma alma caridosa chamada Guilherme Toscano resolveu me mandar um e-mail com o link do vídeo completo no MySpace, e eu, como sou muito legal com os meus leitores, trago aqui pra vocês.

Para assistir a esse curta delicioso é só aperar o play. Só desafio vocês a me mostrarem alguém que veja esse filme e não passe o resto do dia cantando as músicas de Ségim Mallan… =D



Constado às 07:38 em Resenhas | 8 Comentários | 

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Pouquíssimas vezes o Judão fez resenhas de curta-metragem, e essa foi a primeira que fizemos, e por motivos óbvios, também vai ser a primeira a aparecer aqui no Cena Brasilis. Já criticamos uma única cena de filme, produções pornô… Mas um curta-metragem é a primeira vez. Mas precisamos fazer isso e simplesmente porque o filme merecia.

Ópera do Mallandro conta a história de Chico (Michel Joelsas, o garoto de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias), um menino que está de recuperação e precisa fazer uma redação criativa em 15 minutos. Ele começa a imaginar o que colocaria no papel e, então, viaja por um monte de ícones musicais dos anos 80 — todos cantando versões divertidíssimas de músicas de Sérgio Mallandro.

Além de os principais temas musicais do Mallandro (Glu-Glu, Bilu-Tetéia, Farofa - interpretada por Sidney Magal - e Um Capeta em Forma de Guri), o menino viaja por outras referências ao apresentador, como a porta dos desesperados e por aí vai. Com um elenco incrível que conta com Wagner Moura, Lázaro Ramos, Jair de Oliveira, Lúcio Mauro Filho, Angelo Paes Leme, Luciano Szafir, Taís Araújosem falar no próprio Sérgio Mallandro, o filme transparece uma enorme brincadeira, que conseguiu reunir os melhores atores dessa “nova geração” em torno de um filme de apenas 16 minutos. Não sei se foi o caso, mas se trabalharam de graça, ao menos eles se divertiram pra caramba, e quem se dá bem com isso, no fim das contas, somos nós. =]

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Ópera do Mallandro é genial e merece aplausos de pé, sem dúvida nenhuma Cena Brasilis RECOMENDA! e muito. Dê uma fuçada na internet, argentina, guias de cinema pra tentar assistir ao filme completo, ou se empolgue assaz com o trailer e informações no site oficial do filme.

É uma pena que aqui no Brasil não haja uma cultura de se exibir curtas nos cinemas, a não ser em festivais, porque há muita coisa boa sendo produzida e a maior parte das vezes, a gente nem acaba tomando conhecimento. Há iniciativas na internet como o Porta Curtas, mas ainda assim, não é o espaço merecido por tantos bons diretores e produtores que fazem coisas muito legais e o grande público nem fica sabendo que existe.

De qualquer modo, nós aqui do Judão estamos prestando atenção nesse nicho e prentendemos dar a eles o merecido espaço. E a respeito de Ópera do Mallandro, ficaremos de olho nas novidades sobre esse filme.

Ópera do Mallandro
(Brasil, 2007)
16 minutos

Direção: André Moraes

Roteiro: André Moraes

Argumento: André Moraes, Lázaro Ramos e Taís Araújo

Elenco: Sérgio Mallandro, Michel Joelsas, Lázaro Ramos, Wagner Moura, Lúcio Mauro Filho, Edmilson Barros, Adriano Nascimento, Jair Oliveira, Ângelo Paes Leme, Luciano Szafir, Thogun, Taís Araújo, Sérgio Tadeu, Fernanda Rozman, Anna Sophia Folch, Rafael Greyck, Silvia Lourenço

Site Oficial: OperaDoMallandro.com.br

Nota do CENA BRASILIS

Constado às 23:08 em Resenhas | Nenhum comentário | 

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Sambando nas Brasas é um filme muito diferente do que estamos acostumados a ver a começar pela trama, que é todinha narrada pelo personagem de Ângelo Paes Leme, que só aparece na última cena do filme. Para contar a história da sua família e de como seus pais se conheceram, ele a ambienta à época dos fatos — ou seja, através da vida dessa família a gente acaba captando o que acontecia no Brasil em meados dos anos de 1950.

Pedro (Marcello Novaes) é um músico mineiro que sonha conseguir fazer sucesso no Rio de Janeiro em plenos anos 50. E com a ajuda de seu irmão Carlos (Clemente Viscaino), ele deixa Belo Horizonte e parte pra Cidade Maravilhosa para morar com o irmão. A vida é dura e Carlos sustenta uma família com dois filhos, além de agregar os sogros e duas cunhadas num bairro distante no subúrbio do Rio.

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Para deixar a coisa toda mais real o filme foi rodado em preto e branco, e o tempo todo estão mescladas as cenas gravadas pelo elenco com muitas imagens de arquivos. Carlos é um funcionário público que bem se aproveita de todas as vantagens que a “máquina” do governo pode gerar, e usa disso pra conseguir benefícios para um financiamento de apartamento em Copacabana.

Com sua influência, Carlos acaba arrumando um emprego para o irmão na Rádio Nacional — e a produção, através do Photoshop, colocou o Marcelo Novaes em tudo quanto é foto das orquestras da rádio e etc. (porém está um tanto quanto tosco, porque dá pra ver nitidamente a montagem, porque ele sempre está mais claro que os demais personagens da foto). No decorrer das coisas, o atentado a Carlos Lacerda estremece o ambiente político do país, o que acaba culminando no suicídio de Getúlio Vargas. Toda essa turbulência atrapalha os planos da família de se mudar do subúrbio para a Zona Sul. Nesse tumulto todo, em uma de suas apresentações, Pedro conhece a cantora Arlete (Tracy Segal), com quem acaba se casando e tendo um filho (que no caso é o Ângelo Paes Leme).

Garanto que esse enredo não é nem de longe capaz de cativar o grande público e, por contan disso, foi um verdadeiro fracasso de bilheteria. Além de historiadores e pessoas que se interessam por temas históricos, acredito que só alguns cinéfilos mais adictos e pessoas que tenham alguma história pessoal relacionada ao período se abalaram até ao cinema ou a alguma locadora para conferir essa produção.

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Mas temos que ver que é bem legal ver que o nosso cinema está investindo em pequenas produções, independente do lucro que aquilo vai gerar, pelo simples prazer de contar uma história. Acho esse tipo de iniciativa louvável. Só falta prestar atenção pra não gravar uma cena do que seria a década de 1980 com um guarda-sol da Pepsi Twist atrás, porque um deslize desses joga no chão qualquer credibilidade. =D

Mas é isso. No fim das contas, Judão RECOMENDA. Mas se você não fizer parte do provável tipo de público citado anteriormente, pode ser que acabe de ver o filme e fique bem descontente com a simplicidade com que o filme foi feito.

Sambando nas Brasas, Morô?
(Brasil, 2007)
80 minutos

Direção: Elizeu Ewald

Roteiro: Elizeu Ewald

Elenco: Marcello Novaes, Tracy Segal, Clemente Viscaino, Isabel Guerón, Mara Manzan, Cosme dos Santos, Chico Expedito, Alexandre Zachia, Juliana Guimarães, Luiz Washington, Armê Rodrigues, Ângelo Paes Leme

Nota do CENA BRASILIS

Constado às 14:00 em Resenhas | 01 Comentário | 

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Que ele é um dos melhores atores da sua geração (se não for o melhor!), isso todo mundo já sabe, porém, tenho observado que há alguns anos ele ultrapassou a barreira do bom ator que faz bons papéis, e virou uma entidade. As pessoas vão ao cinema para assistir ao filme novo do Selton Mello, às vezes sem nem saber o nome exato do longa, ou mesmo sobre o que se trata o enredo, o grande motivo que os leva ao cinema é o simples fato de aquele ser mais um trabalho de Selton Mello.

O mais novo trabalho do ator não poderia ser diferente. Enorme sucesso, já levou mais de 1 milhão de pessoas ao cinema e promete ser um dos grandes sucessos do ano - e olha que 2008 tá só começando… Inspirado no livro homônimo do jornalista Guilherme Fiúza, o longa-metragem Meu Nome Não É Johnny conta a história real de João Guilherme Estrella (vivido brilhantemente por Selton Mello), um típico jovem da classe média carioca. João era um menino inteligente e simpático, adorado pelos pais e popular entre os amigos. Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, cresceu no Jardim Botânico e freqüentou os melhores colégios do Rio de Janeiro.

Na onda do sexo, drogas e rock’n roll, ele se jogou com vontade e viveu intensamente sua adolescência entre os anos 70 e 80. Inteligente, simpático e com um senso de humor sensacional (que cai como uma luva em Selton Mello), ele era muito popular entre os amigos. Tudo começou na adolescência com o típico cigarrinho de maconha depois de algumas ondas, sentado nas areias do Arpoador. E como todo aquele que está disposto a curtir a vida a todo e qualquer custo, logo passou para o consumo de cocaína. Com o tempo, ele cresceu nesse mundo e de simples usuário de droga, passou a vendê-la para os amigos. E a coisa cresceu tanto que ele passou a ser um dos principais traficantes da Zona Sul do Rio. A coisa foi crescendo cada vez mais e João era conhecidíssimo nesse sub-mundo da alta classe-média carioca, até que conheceu Felipe, um traficante que tinha um amplo mercado na Europa, e propôs a João que ele fizesse o transporte de um lote de cocaína até lá, e ele embarcou nessa onda, passando de mero traficante carioca, para um esquema internacional.

No filme, Selton Mello divide a cena com um elenco de primeira, com nomes como Cléo Pires, Júlia Lemmertz, Cássia Kiss, Rafaela Mandelli, Ângelo Paes Leme, Eva Todor, André di Biasi, Giulio Lopes, além de muitos outros, há até uma breve participação do Hermano, Rodrigo Amarante.

Meu Nome Não É Johnny é um filme longo, que retrata a vida de João Estrella desde a infância até a conturbada vida adulta e nos brinda com atuações incríveis e com o sarcasmo próprio de Selton Mello, que parece ter nascido para esse papel. Uma história real que deve ser muito mais comum do que a gente pensa, e que tem a função de nos levar a refletir sobre os rumos que estamos dando para nossas vidas, se estamos aproveitando bem as oportunidades que nos são dadas.

O filme é uma boa pedida, apesar de se perder um pouco no fato de querer vontar muita coisa em pouco mais de duas horas, mas, ainda assim, a atuação de Selton Mello e das “pernocas roliças”, compensam qualquer deslize. Por isso, ainda que tenha defeitos, CENA BRASILIS RECOMENDA. Meu Nome Não É Johnny é um programa que vale a pena, seja para assistir com os amigos ou com a namorada.

Meu Nome não é Johnny
(Brasil, 2008)
128 minutos

Direção: Mauro Lima

Roteiro: Mariza Leão e Mauro Lima, baseado em livro de Guilherme Fiúza

Elenco: Selton Mello, Cléo Pires, Júlia Lemmertz, Cássia Kiss, Rafaela Mandelli, Ângelo Paes Leme

Site Oficial: MeuNomeNaoEJohnnyFilme.com.br

Nota do CENA BRASILIS

uv