Brasil, mostra a sua cara…
Constado às 12:29 em Notícias | 4 Comentários | 

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Depois de ter feito muito sucesso nos cinemas, o filme Ó Paí, Ó, de Monique Gardenberg, estrelado por Lázaro Ramos, Dira Paes, Stênio Garcia e Wagner Moura, entre outros, vai parar nas telas da Globo. E não é em exibição na Tela Quente ou no Supercine, o longa será adaptado e vai virar uma série (aos moldes do que aconteceu com Carandiru e Antônia - que embora a série tenha sido exibida antes do filme, foi produzida depois).

As cenas já começaram a ser gravadas e Lázaro Ramos, Stênio Garcia, Matheus Nachtergaele, Virgínia Cavendish e Daniel Boaventura já estão confirmados como parte do elenco da adaptação. Agora só nos resta aguardar para conferir o resultado.

Constado às 11:23 em Curta, Notícias | 88 Comentários | 

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Enfim, demorou mas consegui. Aqui está o curta Ópera do Mallandro, que eu resenhei aqui no Cena Brasilis. Fiquei empenhada em caçar esse vídeo na internet, até que uma alma caridosa chamada Guilherme Toscano resolveu me mandar um e-mail com o link do vídeo completo no MySpace, e eu, como sou muito legal com os meus leitores, trago aqui pra vocês.

Para assistir a esse curta delicioso é só aperar o play. Só desafio vocês a me mostrarem alguém que veja esse filme e não passe o resto do dia cantando as músicas de Ségim Mallan… =D



Constado às 07:38 em Resenhas | 8 Comentários | 

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Pouquíssimas vezes o Judão fez resenhas de curta-metragem, e essa foi a primeira que fizemos, e por motivos óbvios, também vai ser a primeira a aparecer aqui no Cena Brasilis. Já criticamos uma única cena de filme, produções pornô… Mas um curta-metragem é a primeira vez. Mas precisamos fazer isso e simplesmente porque o filme merecia.

Ópera do Mallandro conta a história de Chico (Michel Joelsas, o garoto de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias), um menino que está de recuperação e precisa fazer uma redação criativa em 15 minutos. Ele começa a imaginar o que colocaria no papel e, então, viaja por um monte de ícones musicais dos anos 80 — todos cantando versões divertidíssimas de músicas de Sérgio Mallandro.

Além de os principais temas musicais do Mallandro (Glu-Glu, Bilu-Tetéia, Farofa - interpretada por Sidney Magal - e Um Capeta em Forma de Guri), o menino viaja por outras referências ao apresentador, como a porta dos desesperados e por aí vai. Com um elenco incrível que conta com Wagner Moura, Lázaro Ramos, Jair de Oliveira, Lúcio Mauro Filho, Angelo Paes Leme, Luciano Szafir, Taís Araújosem falar no próprio Sérgio Mallandro, o filme transparece uma enorme brincadeira, que conseguiu reunir os melhores atores dessa “nova geração” em torno de um filme de apenas 16 minutos. Não sei se foi o caso, mas se trabalharam de graça, ao menos eles se divertiram pra caramba, e quem se dá bem com isso, no fim das contas, somos nós. =]

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Ópera do Mallandro é genial e merece aplausos de pé, sem dúvida nenhuma Cena Brasilis RECOMENDA! e muito. Dê uma fuçada na internet, argentina, guias de cinema pra tentar assistir ao filme completo, ou se empolgue assaz com o trailer e informações no site oficial do filme.

É uma pena que aqui no Brasil não haja uma cultura de se exibir curtas nos cinemas, a não ser em festivais, porque há muita coisa boa sendo produzida e a maior parte das vezes, a gente nem acaba tomando conhecimento. Há iniciativas na internet como o Porta Curtas, mas ainda assim, não é o espaço merecido por tantos bons diretores e produtores que fazem coisas muito legais e o grande público nem fica sabendo que existe.

De qualquer modo, nós aqui do Judão estamos prestando atenção nesse nicho e prentendemos dar a eles o merecido espaço. E a respeito de Ópera do Mallandro, ficaremos de olho nas novidades sobre esse filme.

Ópera do Mallandro
(Brasil, 2007)
16 minutos

Direção: André Moraes

Roteiro: André Moraes

Argumento: André Moraes, Lázaro Ramos e Taís Araújo

Elenco: Sérgio Mallandro, Michel Joelsas, Lázaro Ramos, Wagner Moura, Lúcio Mauro Filho, Edmilson Barros, Adriano Nascimento, Jair Oliveira, Ângelo Paes Leme, Luciano Szafir, Thogun, Taís Araújo, Sérgio Tadeu, Fernanda Rozman, Anna Sophia Folch, Rafael Greyck, Silvia Lourenço

Site Oficial: OperaDoMallandro.com.br

Nota do CENA BRASILIS

Constado às 16:05 em Resenhas | 4 Comentários | 

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Com um gênero que mescla muito bem os gêneros policial e comédia, Meu Tio Matou um Cara é um filme divertidão e que trilha novos caminhos para o nosso cinema, como todo filme da Casa de Cinema de Porto Alegre. Esse, que é o quarto longa produzido pelo estúdio gaúcho e tem co-produção da Natasha Filmes (que se depende-se de sua dona, Paula Lavigne e de sua extrema simpatia com a imprensa, deveria se chamar Na Shata Filmes! =D).

Aqui acompanhamos a história de Éder (Lázaro Ramos), tio de Duca (Darlan Cunha), que é preso depois de confessar ter matado um homem. Duca, que aos 15 anos é viciado em jogos policiais acredita que o tio não é culpado e que está assumindo a culpa no lugar de outra pessoa, provavelmente a namorada, Soraya (Deborah Secco), que é ex-mulher do morto. Duca é apaixonado por sua melhor-amiga Isa (Sophia Reis), que, por sua vez, está apaixonado por um outro amigo, o Kid (Renan Gioelli). Nessa sua investigação pela suposta autoria de Soraya no crime, Duca conta com os dois amigos.

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O filme garante ótimas gargalhadas e tem um elenco muito bom, o que facilita muito. O filme se passa no Rio Grande do Sul, como todo filme da Casa de Cinema de Porto Alegre, mas vemos um samba do crioulo doido porque o sotaque carioca de Darlan Cunha é gritante, por sua vez, Lázaro Ramos, não deixa de lado seu sotaque baiano, enquanto Sophia Reis capricha no seu paulistês, soltando até a nossa típica expressão italiana “catzo”. Já os personagens secundários e figurantes estão com o gauchês na ponta da língua. Não que seja um defeito do filme, mas é um deslize, como o tio do carioca é baiano (mas o pai não é) e a melhor amiga que o conhece desde os primeiros meses de vida é paulista e ninguém cita isso na história? Sei que é picuinha minha, mas ou todos podiam ter “ensaiado” um sotaque uniforme, ou inserir umas explicações - tipo “a Isa mudou pra cá pequenininha, porque o pai arrumou um emprego etc., mas ela nasceu em São Paulo e como a mãe tem esse sotaque, ela também fala assim…”, “meu tio morou muitos anos na Bahia e acabou pegando o sotaque de lá”. Mas beleza, ainda assim o filme é engraçadíssimo e eu quero ver Soraya queimada… =D

Esse filme marca a estréia de Sophia Reis (filha de Nando Reis), que agora é VJ da MTV, a frente do TOP10. É também a segunda vez que o diretor Jorge Furtado trabalha com Lázaro Ramos, que também protagoniza o excelente O Homem que Copiava.

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Pra quem não viu ainda, hoje a Globo vai exibí-lo no Festival Nacional, mas se ainda assim você não assistir ou se tiver afim de comprar o DVD click aqui, eu garanto que vale a pena, afinal nos extras temos o clip de Soraya Queimada, que é genial, com o Zéu Britto com as participações de Lázaro Ramos (é claro!) e Wagner Moura além de conter cenas do filme. Tem também as cenas excluídas e a que o Aílton Graça canta I shot the sheriff é simplesmente impagável. E também nos extras ficamos sabendo que a personagem da Deborah Secco não se chamava Soraya, e que mudou de nome no meio do filme por conta da música do Zéu Britto.

Prêmios e Indicações


- Recebeu 4 indicações para o Grande Prêmio Cinema Brasil, nas categorias: Melhor Ator para Lázaro Ramos, Melhor Roteiro Original, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora.

Meu Tio Matou um Cara
(Brasil, 2005)
87 minutos

Direção: Jorge Furtado

Roteiro: Jorge Furtado e Guel Arraes, baseado em livro de Jorge Furtado

Elenco: Darlan Cunha, Lázaro Ramos, Aílton Graça, Deborah Secco, Dira Paes, Sophia Reis, Renan Gioelli

Site Oficial: MeuTioMatouUmCara.terra.com.br

Nota do CENA BRASILIS

uv