Brasil, mostra a sua cara…
Constado às 22:52 em Resenhas | 2 Comentários | 

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Carlos e Ana vivem no sétimo andar de um edifício localizado no coração do Rio de Janeiro. Ana necessita de mais carinho do que seu marido lhe dá. Inesperadamente, Tomás, um amigo do casal, chega depois de muitos anos de viagem e se hospeda na casa dos dois.
Andréa e Miguel vivem num edifício em frente, também no sétimo andar. Andréa está cansada da indiferença de seu marido e ressentida por que ele a vê apenas como um objeto a ser exibido. Em uma festa, se encontram com Cláudia, o primeiro amor de Miguel. Cláudia, não tendo lugar para ficar, acaba passando a noite no apartamento de Miguel.
A presença dos recém-chegados é o grande detonador de infidelidades, separações e reconciliações, que acabará levando os homens a um apartamento e as mulheres a outro, numa espécie de duelo em que todos os envolvidos terão de lidar com uma série de conflitos na busca da realização pessoal e do amor.

Carlos (Murilo Benício) e Ana (Malu Mader) vivem no 7º andar de um edifício localizado no coração do Rio de Janeiro. Ana necessita de mais carinho do que seu marido lhe dá. Inesperadamente Tomás (Fábio Assunção), um amigo do casal, chega depois de muitos anos de viagem e se hospeda na casa dos dois. Ao mesmo tempo Andréa (Alessandra Negrini) e Miguel (Caco Ciocler) vivem num edifício em frente, também no 7º andar. Andréa está cansada da indiferença de seu marido e ressentida porque ele a vê apenas como um objeto a ser exibido. Em uma festa se encontram com Cláudia (Heloísa Perissé), o primeiro amor de Miguel. Cláudia, não tendo lugar para ficar, acaba passando a noite no apartamento de Miguel.

- Filme de estréia do diretor Jorge Fernando.

- Inicialmente seria Daniel Filho o diretor do filme, mas ele acabou ficando apenas como um dos produtores do longa-metragem.

- Refilmagem de Sexo, Pudor e Lágrimas (1999)

Com um cenário maravilhoso, ambientado na cidade que leva o mesmo adjetivo no codinome (e ainda tem gente que me pergunta por que sou apaixonada pelo Rio e doida pra me mudar pra lá?! o_O) e com uma trilha sonora deliciosa, Sexo, Amor e Traição é uma excelente pedida para o fim de sexta-feira, uma vez que o filme será exibido hoje na Globo, no Festival Nacional.

Primeiro longa dirigido por Jorge Fernando - inicialmente teria direção de Daniel Filho, que preferiu ficar apenas como produtor do filme - Sexo, Amor e Traição conta a história de Ana (Malu Mader) e Carlos (Murilo Benício), um casal de classe-média que mora no Leblon com vista para a Lagoa Rodrigo de Freitas. Eles estão em crise, porque Ana se queixa que o marido não lhe dá atenção, carinho e nem mesmo sexo. De repente, aparece Tomás (Fábio Assunção), melhor-amigo de Carlos e ex-namorado de Ana, que está voltando para o Brasil depois de passar anos na Europa e que sem dinheiro pede pra se hospedar lá. No prédio da frente vivem Andréa (Alessandra Negrini) e Miguel (Caco Ciocler), casal que também está em crise. Andréa se queixa da indiferença do marido e acredita que ele a vê como mais um objeto caro “comprado” por ele. No meio de uma festa eles encontram com Cláudia (Heloísa Perissé), amiga de Andréa e primeiro amor de Miguel. Cláudia, não tem onde se hospedar e acaba ficando no apartamento deles. Esse retorno de amigos e ex-amores abre a porta para vários tipos de acontecimentos inesperados. O final semi-feliz é semi-inesperado (o_O) e totalmente meta-lingüístico.

Só hoje eu descobri que esse filme é um remake do longa Sexo, Pudor e Lágrimas, de 1999 e do qual eu nunca ouvi falar… o_O

O filme é classificado como comédia, mas isso seria simplificar demais as coisas, pois o filme tem seus pontos dramáticos e de reflexão. É uma comédia de situações e de relacionamentos, com um que de Barrados no Baile, porque meio que todo mundo da trama já se pegou. É um longa pra você perceber, ainda que rindo, que é preciso encarar a vida, apesar de todas as turbulências emocionais que encontraremos no caminho.

Como podemos no filme, e isso é uma tremenda verdade, mulher só fica na fossa quando está sozinha, porque quando se junta com as amigas, pode até choramingar um pouco no início, mas o astral tem um UP rapidinho.

Há muitas cenas engraçadíssimas, como a da malhação, onde Cláudia comanda a ginástica de Ana e Andréa. Outra que é ótima é a cena em que Nestor (Marcelo Antony) faz uma inspeção no corpo das três e os meninos estão do outro lado da rua observando tudo de binóculo. E a Guerra dos Sexos que essa situação acaba gerando. E a cena da briga do Miguel com Tomás é sensacional e Fábio Assunção está genial, os trejeitos dele durante a briga estão ótimos. Pra coroar temos a participação de Sílvio de Abreu como pianista da festa e Betty Faria no papel da mãe de Carlos.

Dos Extras do DVD o ponto alto fica com os Clipes da Zezé, onde a fotógrafa do filme faz clipes com as músicas da trilha sonora e creditando todo mundo que faz parte da produção do filme, desde o pessoal da própria produção, passando pela direção, elenco e todo mundo que fica atrás das câmeras, até mesmo o pessoal que cuida da alimentação e transporte de todo mundo. É muito legal. Eu adorei essa iniciativa. Para comprar o dito-cujo, basta clickar aqui.

Cena Brasilis RECOMENDA e é um filme que seguramente garante a diversão descompromissada e que tem um ótimo elenco e uma boa direção para garantir o bom andamento da produção.

Sexo, Amor e Traição
(Brasil, 2004)
85 minutos

Direção: Jorge Fernando

Roteiro: Emanuel Jacobina e Renê Belmonte

Elenco: Malu Mader, Murilo Benício, Fábio Assunção, Alessandra Negrini, Caco Ciocler, Heloísa Perissé, Marcello Anthony, Betty Faria

Site Oficial: SexoAmorETraicao.com.br

Nota do CENA BRASILIS

Constado às 16:24 em Resenhas | 2 Comentários | 

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Provavelmente, antes de ver qualquer coisa nos jornais, revistas, televisão etc. sobre Podecrer!, esse filme ficou interneticamente famoso por ser o filme onde a Fernanda Paes Leme aparece de biquini e chifrinho. Todo mundo já deu uma conferida nos “orfanatos” da vida nas fotos da atuação da moçoila nesse filme, mas não se sabia muito coisa além disso. Porém, é filme nacional e, em se tratando de filme Brasileiro, tirando Antônia, lá está a Dona Tayra.

No Rio de Janeiro, no ano de 1981, acompanhamos a história de uma turma que está no último ano de colégio e, conseqüentemente, vivendo todos os dramas, conflitos e diversões que essa época da vida traz pra cada um. É nesse amabiente que conhecemos Carol (Maria Flor), que é filha de exilados políticos e que acabou de voltar da França devido à Anistia.

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Ela logo se torna amiga de Melissa (Fernanda Paes Leme) e Silvinha (Liliana Castro, que forçaram ao colocá-la como estudante de colegial. Aos 28 anos, ela está longe de ser uma Daniela Suzuki, que com seus trintinha nas costas, pode se dar ao luxo de interpretar adolescentes. Já a Liliana Castro não convence nem a minha avó). As duas vão apresentando a garota ao resto da turma: João (Dudu Azevedo), PP (Sílvio Guindane), Marquinho (Gregório Duvivier) e Tavico (Marcelo Adnet), que formam juntos uma dessas bandas de rock de colégio. E como em todo lugar, existem as meninas vacosas, patricinhas, que se acham e que não se dão bem com as outras garotas — nesse grupo estão Ana Cláudia (Érika Mader) e Duda (Júlia Gorman). João se apaixona de cara por Carol, e vivem aqueles namoros que fazem inveja ao mundo, em plena sintonia, sem brigas ou discussões. Mas… =]

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O filme é uma delícia, sensacional, divertido e sem forçar a barra. Além disso, conseguiu ser fidelíssimo aos anos 80, não há gafes de caracterização - e olha que eu fiquei caçando pelo em ovo… O que derruba um pouco a produção é aquela virada, típica de filme americano, onde tá tudo indo tão bem que precisa acontecer aquela big-merda para bagunçar a situação de tal maneira que tudo perca o sentido, até que no final as coisas se ajeitam e todo mundo fica feliz para sempre. Acho que se não fosse isso o filme teria conseguido um 8, porque eu adorei… E recomendo muito.

As atuações estão ótimas, o Sílvio Guindane, como sempre, tá um show. Divertidíssimo e com suas eternas tiradas. Maria Flor está mostrando que é uma atriz versátil, capaz de interpretar os papéis mais diversos possíveis (e olha que ela começou como elenco de apoio da Malhação!). Sem falar no Gregório Duvivier, que está genial de maluco-beleza com as suas teorias sobre a Babilônia (impossível não gargalhar). A caracterização da banda, quando começa a fazer sucesso, é a coisa mais anos 80 que eu já vi - meio Titãs/Paralamas em início de carreira. Além disso, há a presença de Malu Mader, José de Abreu, Lulu Santos e Patrícia Travassos em participações especiais, sem falar no fantástico Stepan Nercessian, na pele do impagável inspetor Fleury.

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O filme é muito bem dirigido, com excelentes atuações e merece muito ser conferido por todos, seja pra ver mais um filme diferentão do cinema nacional, ou pra ver a Fernanda Paes Leme (e a Maria Flor, Liliana Castro, Érika Mader, Júlia Gorman etc.)de chifrinho e biquini. =D

Podecrer!
(Brasil, 2007)
94 minutos

Direção: Arthur Fontes

Roteiro: Marcelo O. Dantas, baseado em livro de sua autoria

Elenco: Dudu Azevedo, Maria Flor, Gregório Duvivier, Sílvio Guindane, Marcelo Adnet, Fernanda Paes Leme, Liliana Castro, Érika Mader, Júlia Gorman, Malu Mader, José de Abreu, Patrícya Travassos, Lulu Santos, Stepan Nercessian

Site Oficial: Podecrer.com.br

Nota do CENA BRASILIS

Constado às 12:23 em Notícias | 11 Comentários | 

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Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Depois de umas turbulências em sua vida pessoal, Fábio Assunção ressurge com tudo e acaba de conquistar o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema de Los Angeles por sua atuação em Bellini e o Demônio nesse final de semana.

O filme de Marcelo Galvão é uma seqüência de Bellini e a Esfinge, também estrelado por Fábio Assunção e Malu Mader. O longa ainda não tem previsão de estréia aqui no Brasil, mas se seguir os passos de seu precurssor, tem tudo para ser um filmão e agradar aos verdadeiros apreciadores do Cinema Nacional.

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