Brasil, mostra a sua cara…
Constado às 11:43 em Notícias | 4 Comentários | 

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Uma vez que a previsão é que o filme estréie em janeiro de 2009, já estava na hora de começar a pipocar material de divulgação. E agora, acaba de sair o primeiro teaser trailer de Se Eu Fosse Você 2.

A deixa final do primeiro Se Eu Fosse Você dava a impressão que quem trocaria de corpos seriam o casal Marcos (Thiago Lacerda) e Bárbara (Lavínia Vlasak), mas não. Quem vai trocar de corpo, novamente, serão Cláudio (Tony Ramos) e Helena (Glória Pires). Os dois estão em crise e resolveram se separar, isso depois de alguns anos da primeira experiência de “transferência corpórea” (o_O). E, ainda por cima, descobrem que a filha deles Bia (Isabelle Drummond) está grávida e com toda esse choque emocional , pimba, trocam de corpo de novo. Adendo pessoal dessa que vos escreve: bizarro, no primeiro filme, a Bia era a Lara Rodrigues, que fazia a Narizinho do Sítio, agora botaram a Emília no lugar!!! o_O² - será que eles vão dizer que nos três anos que separam os dois episódios ela passou pelas mãos de Ivo Pitanguy?!?

O teaser não mostra nada de mais, mas já é um início. Para assistir just push play!

Hum, será que o Markinho Lobás vai me oferecer a música dele mais uma vez?! =D

Constado às 12:00 em Notícias | 19 Comentários | 

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Eu sinto medo de seqüências, em geral. A coisa vai legal no primeiro filme, vira sucesso e aí inventam de fazer mais um, pra ganhar mais dindim… Agora é a vez de Se Eu Fosse Você ganhar uma seqüência.

Já estão rolando os ensaios de Se Eu Fosse Você 2, lá no Rio de Janeiro, com Tony Ramos, Maria Luísa Mendonça, Cássio Gabus Mendes, Marcos Paulo e Daniel Filho. Glória Pires, que agora vive em Paris com toda a sua prole - que não é nada pequena - está a caminho para também iniciar os ensaios. Repetindo a dose, Daniel Filho será o diretor novamente (além de atuar) e terá Cininha de Paula e Cris D’Amato como assistentes de direção.

Trocadilhos toscos a parte, se eu fosse você ficaria com o seu pezinho atrás em relação a esse filme - mesmo o primeiro tendo sido muito legal, além de ser o nacional com maior público em 2006. Qualquer novidade a gente vai te avisando. Mas, medo!!! o_O

Constado às 08:08 em Resenhas | 3 Comentários | 

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Com uma fórmula mais do que batida nas produções hollywoodianas, Se Eu Fosse Você, faz com que sejamos remetidos a filmes como Quero Ser Grande, e já faz com que não haja tanto entusiasmo do espectador diante da trama. Ainda assim, mesmo com a sensação de “já vi isso antes”, o filme consegue ser bem divertido e acabou virando um incrível sucesso de bilheteria - e boa parte disso se deve ao talento do casal principal e da excelente química entre eles, que já estão mais do que cansados de interpretar pares românticos (haja visto as duas últimas novelas que fizeram Belíssima e Paraíso Tropical, onde em ambas os dois formavam um casal). Além disso, Patrícia Pillar também faz uma ressurreição de sua personagem-doutora do seriado Mulher - não é a mesma, mas tá muito similar… =D

O filme começa deixando no ar aquela máxima de que homens são de Marte e mulheres são de Vênus. E quando esses planetas se alinham, só Deus pode imaginar no que vai dar. Além do que, no final, eles reforçam ainda mais as diferenças que regem o masculino marciano (vindo do Planeta do Deus da Guerra) e o feminino venusiano (natural do Planeta da Deusa do Amor).

Cláudio (Tony Ramos) é um publicitário bem sucedido, dono de sua própria agência e casado com Helena (Glória Pires), uma professora de música, responsável por um coral infantil. Acostumados com a rotina do dia-a-dia e do casamento de tantos anos, eles, volta e meia, têm uma discussão. Um dia acabam tendo uma briga mais séria que o normal, e fiquem repetindo as mesmas frases (ao mesmo tempo) um pro outro, e de madrugada, enquanto dormem, algo inesperado e inexplicável acontece: eles acabam trocando de corpos. Apavorados, eles tentam encarar o fato com normalidade até que consigam revertar a situação, e pra isso é preciso que assumam a vida do outro.

Com dois atores extremamente competentes e talentosos, até essa fórmula batida fica boa. Tanto Tony Ramos, quanto Glória Pires conseguem deixar claro para o espectador quando eles interpretam Cláudio e quando interpretam Helena. A “mudança de sexo” é nítida, eles conseguiram encarar esse papel-duplo numa boa, com muita naturalidade e isso é muito positivo pro público. Tanto que Se Eu Fosse Você foi a maior bilheteria de filme brasileiro em 2006, levando mais de 3 milhões e meio de pessoas aos cinemas.

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“Oh, Beethoven. Oh, Ludwig, oh, Ludwig! Uh, uh! Uh, uh!”. A participação do coral d’As Jovens Princesas de Petrópolis no filme, é assaz. Elas interpretando a versão hip-hop da 9ª Sinfonia de Bethoven é fantástico.

O filme poderia ser ainda melhor se não ficasse no ar aquela liçãozinha de moral: “não dê palpite na vida alheia, porque você não sabe como é estar no lugar do outro, e com certeza, é muito mais difícil do que você pode imaginar”.

Premiações e Indicações


- Recebeu 6 indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Glória Pires), Melhor Roteiro Original, Melhor Direção de Arte e Melhor Edição.

Se Eu Fosse Você
(Brasil, 2006)
95 minutos

Direção: Daniel Filho

Roteiro: Adriana Falcão, Daniel Filho, Renê Belmonte e Carlos Gregório

Elenco: Tony Ramos, Glória Pires, Thiago Lacerda, Danielle Winits, Lavínia Vlasak, Maria Ceiça, Maria Gladys, Lara Rodrigues, Patrícia Pillar, Dênis Carvalho, Ary Fontoura, Glória Menezes, Jorge Fernando

Site Oficial: SeEuFosseVoce.com.br

Nota do CENA BRASILIS

Obs: a nota real seria mais pra 5,5, mas como tem que ser nota inteira, achei que merecia mais pra nota 6 do que pra 5, e isso graças ao desempenho do elenco. =D

Constado às 21:38 em Resenhas | 2 Comentários | 

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Embalados ao som dançante de Ed Motta, que ao lado de João Nabuco assina a trilha de Pequeno Dicionário Amoroso, nesse filme, acompanhamos a história de um amor, desde a sua “gestação”, até sua “morte”, passando por todas as fases, que são facilmente reconhecíveis por qualquer pessoa que já tenha tido algum relacionamento mais longo. A maneira como as fases são descritas de uma maneira incrível, sem fazer melodrama ou idealizar momentos. Quem já teve um amor que acabou (ou “foi acabado”) vai se identificar muito.

Com uma sacada muito legal e sem nenhum tipo de pieguice o filme vai transformando as fases do relacionamento em verbetes do dicionário, que, muito inteligentemente, seguem a ordem alfabética o tempo todo, do nascer do amor, até o fim. E como a nossa vida é cíclica, e anda sempre em círculos, acabando um alfabeto inicia-se um próximo.

Todo esse universo é apresentado pra gente sobre o pano de fundo de um casal de classe média do Rio de Janeiro, a arquiteta Luiza (Andréa Beltrão) e o biólogo Gabriel (Daniel Dantas). Por um acaso do destino, eles acabam se conhecendo num cemitério em meio a interesses por besouros e arquitetura fúnebre. Os dois se apaixonam e começam a viver um grande amor. Com o andar da carruagem, o relacionamento sai da fase da euforia, caminha para a intimidade, passa pelo marasmo, a rotina, até chegar ao momento em que é preciso tomar uma decisão, ou acabam, ou um muda totalmente seu jeito de ser. Os verbetes são narrados pelo casal e por seus melhores amigos, Marta (Mônica Torres) e Barata (Tony Ramos).

O filme mostra uma maneira bem diferente do que estamos acostumados a ver. Não tem começo, meio e fim, tem um começo, que caminha pro meio e vai prum fim que vira começo e assim sucessivamente. Editado de uma maneira leve, original, com uma trilha sonora deliciosa e um elenco que está magistral em seus papéis. Mais de 10 anos se passaram e o filme ainda é muito atual e extremamente original. Esse é o primeiro longa de ficção de Sandra Werneck, mesma diretora de Amores Possíveis, que acabou se consagrando com o mega-sucesso Cazuza - O Tempo Não Pára. Mas ainda assim, Pequeno Dicionário Amoroso continua sendo um de seus melhores filmes, e, sem dúvida nenhuma, a sua obra mais inovadora. CENA BRASILIS RECOMENDA totalmente.

Indicações e Premiações

- Prêmio de melhor roteiro - Festival Internacional de Cine de Cartagena - Colômbia (1998)
- Indicado ao Prêmio de Melhor Filme - Festival Internacional de Cine de Cartagena (1998)
- Prêmio especial da crítica para Sandra Werneck no Schermi D’Amore - Festival del Cinema Sentimental Mélo de Verona, Itália (1997)
- Prêmio da Platéia de Melhor filme no Festival de Miami (1997)
- Troféu Candango de Melhor Fotografia - Festival de Brasília (1996)
- Troféu Candango de Melhor Edição - Festival de Brasília (1996)

Pequeno Dicionário Amoroso
(Brasil, 1996)
91 minutos

Direção: Sandra Werneck

Roteiro: Paulo Halm, José Roberto Torero

Elenco: Andréa Beltrão, Daniel Dantas, Mônica Torres, Tony Ramos, José Wilker, Glória Pires, Marcos Winter

Nota do CENA BRASILIS

uv