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Um filme que tem , logo em sua primeira cena, “dryhumping” e nerdão que não consegue abrir um sutiã (e chacoalha o peito da gostosinha pra abri-lo) não pode, NÃO TEM como dar errado. Menos de cinco minutos de filme e já temos o segundo par de peitos. Mesmo para os que tem nojinho, já ficou interessante. O filme também tem TUDO pra ser um clássico do gênero (mesmo tendo sido lançado há dois anos), com diálogos épicos como:
Diálogo esse que descamba em um musical. Que termina no protagonista pedindo um emprego na lanchonete que foi aberta em cima de um cemitério indÃgena. Que, como primeiro cliente, tem o mestre do pornô Ron Jeremy. Na seqüência, um truta que come o primeiro “ovo mutante†e tem uma diarréia maravilhosa ENQUANTO COME. Na privada, pans. =D Esse foi só o primeiro de milhares de momentos que me fizeram CHORAR de rir. Isso e a crÃtica ferina sobre o sistema de fast-foods americano. Aliás, a TODO o modo de vida estadunidense. A bem da verdade, acho que não tem UMA cultura que não seja criticada, ofendida, agredida ou sequer citada ali. Isso torna essa pelÃcula não só necessária, mas absurdamente OBRIGATÓRIA pra qualquer fã de filmes gore, filmes engraçados e/ou filmes polÃticos. Não se deixem enganar pelo trailer, amiguinhos. O filme é muito mais divertido e educacional do que violento, por assim dizer. O sangue é só um pequenino tempero comparado à tudo que podemos aprender vendo esse filme. Formidável! =D P.S.: BOOYA, BIATCH! 2 comentários sobre "Resenha - Poultrygeist: A Noite dos Frangos-Vivos!"
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