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Nunca ri tanto na minha vida com um vídeo do YouTube. Tenacious D é aquela banda que você gosta, ri e precisa pensar muito bem antes de mencionar o fato para alguma outra pessoa, afinal, nem todo mundo conhece e os “roqueiros xiitas” acham ruim por ser o Jack Black. Danem-se eles! Estava assistindo trechinhos do Tenacious D - Uma Dupla Infernal (Tenacious D - The Pick of Destiny) e me deparei com esse vídeo, que mostra o Gollum fazendo um dueto impossível e alucinante com o Jack Black ao vivo. Isso mesmo, Gollum, ou melhor, Andy Serkis arrepiando ao vivo. Faz uma meia hora que vi pela primeira vez e ainda estou rindo! Ah e, se alguém tem dúvidas, esse filme JÁ FOI lançado em DVD no Brasil, viu? Foi pela PlayArte, com partipação deste que vos escreve e do El Cid, quando trabalhávamos juntos na distribuidora. Cliquem e se divirtam! Lu, essa é para você! =D Ah e não percam o tempo vindo aqui dizer que isso é velho que já viu em algum daqueles blogs que só sabem copiar coisas e vivem do que os outros fazem. !hahah! Eu sei que deve ser velho!
LOS ANGELES - A briga pela liderança qualitativa da animação se desenrola pesadamente há anos. Pixar batendo de um lado, DreamWorks respondendo do outro, e, vez ou outra, uma terceira aventureira pinta na área e acerta um hit. A franca vantagem da Pixar, porém, é latente e fica a cargo das demais companhias correrem atrás do prejuízo. Shrek tinha sido, até agora, a maior afronta à hegemonia, porém, Kung Fu Panda define um novo padrão na briga pelo segundo lugar. Com bom-humor e excelência técnica, a nova animação que chega aos cinemas brasileiros amanhã já arrepiou nas bilheterias norte-americanas e deve repetir a dose no Brasil!
LOS ANGELES - Jack Black sempre foi engraçadão. Depois de Escola de Rock e Tenacious D - Uma Dupla Infernal não sobrou mais nenhuma dúvida. Ele é um cara bacana, mas fica se esforçando para fazer caretas enquanto fala. O que me tirou o foco um pouco, pois eu acabava rindo, mas foi sossegado. Entrou na sala comendo e até ofereceu! o_O Ele arrebenta em Kung Fu Panda e, em breve, vem por aí com Tropic Thunder! Confira o bate-papo com Jack Black! Sem muita enrolação hoje! =D Qual é a melhor parte de se trabalhar numa animação?
Essa coisa de bater palmas sempre me levava às noites de Oscar, com tudo mundo aclamando o Scorsese, o Clint, o Nicholson, sei lá, algum desses caras formidáveis. Cheguei aqui e tudo foi pelo ralo. Foi na exibição restaurada de 101 Dálmatas – a versão do DVD bacana da Disney. O povo começou a bater palmas depois que o representante da companhia apresentou o filme! É, ele deu boa noite, falou do que se tratava e pediu para começar a exibição. Bateram palmas!!! Fiquei passado! Máquêêêê?! Beberam?! Bom, logo alguém me disse. “É o pessoal de TV”, eles são aparecidos e puxam o saco descaradamente. Pensei comigo, bem, cada um com seus interesses. Só esperava que não fizessem isso durante o filme. E não fizeram. Mas foi só a primeira linha de crédito subir e pimba: mais palmas! Filme super novo, o diretor e o estúdio precisam de força para se firmarem, sabe. Ah vá! Isso continuou acontecendo nas grandes junkets, mas como o pessoal de TV sempre estava lá, desconsiderei e coloquei a culpa neles. Beleza. Mas aí veio O Incrível Hulk. Mega evento dentro do Universal Studios, como relatei aqui, celebridades e o pacote completo. Mais de mil pessoas no anfiteatro. Filme começa. Palmas. Mas que diabos?!
O Procurado (Wanted, 2008, EUA) tem tudo que um bom filme de ação precisa. Armas, tiroteios, cenas impossíveis, perseguições de tirar o fôlego e, claro, Angelina Jolie. James McAlvoy e Morgan Freeman estão ali, mas o show visual é dela, que vai fazer muito marmanjo pagar o ingresso só para ver sua cena seminua. De qualquer forma, o filme funciona dentro de seu gênero, mesmo com alguns problemas notáveis de edição. Novidade, entretanto, não existe em termos técnicos em Wanted. Os efeitos das balas não atualizam o bullet time de Matrix e a trajetória do personagem principal – James McAvoy, sempre bem – é uma saga do herói ao avesso que é prejudicada por uma montagem confusa em alguns momentos. A ação, porém, é tão intensa que o ritmo acelerado compensa suas deficiências. O que pode, e deve, frustrar muitos dos fãs da HQ que inspirou o filme, em 2003, no mercado norte-americano. Os personagens são construídos rapidamente e suas habilidades também. Eles são capazes de curvar as balas, ou seja, atiram de qualquer lugar, a qualquer distância e, normalmente, atingem seus alvos. O mais novo membro dessa elite de assassinos é Wesley (James McAvoy), que é recrutado por Fox (Angelina Jolie) para vingar a morte de seu pai, também membro da tal Fraternidade. Mas há o inimigo, Cross (o competente ator alemão Thomas Kretschmann), um renegado disposto a destruir o grupo.
Mesmo para quem leu a HQ há novidades no roteiro, pelo que já foi dito por quem assistiu. Mas, especialmente, quando se analisa o filme sem essa referência pode se valorizar a construção de uma grande mentira em torno da real função de Wesley e a verdade por trás da Fraternidade, que é liderada pelo personagem de Morgan Freeman – em destaque por algumas frases fortes, palavrões hilários e uma careta impagável. Comédia? Não, mas valoriza seu trabalho e evita um personagem meramente ilustrativo ou repetitivo. Afinal, criar sujeitos caricatos e bobos é muito fácil. É aquele tipo de filme feito para a nova geração: boca suja, disposta a mudar o mundo com um headshot, e que sonha em descobrir que é filho de um milionário! Claro que a “apologia” às armas vai dispertar os incautos, claro que os xiitas vão detestar por causa das diferenças, mas claro que tudo isso soa cool para diabos. E é isso que o filme pretende, ser cool. A “Geração MTV” cresceu e esse filme é para ela. Mas será que alguém vai se preocupar com isso depois de passar algumas horas com a Angelina? O curioso é que muitos fãs do quadrinho já se perguntam: é possível que a Fox seja interpretada por alguém que não a Halle Berry? Meus queridos, Halle não é NADA perto da Jolie, não para esse filme. Acreditem! O Procurado cumpre o que promete: ação do começo ao fim, tiroteios impensáveis e, claro, dar mais um exemplo da sensualidade voraz de Angelina Jolie em cena. É bacana e empolgante, mas não chega a fazer sombra perante os grandes lançamentos do ano e daqui a pouco vem o morcego para monopolizar as opiniões e colocar os tiros impensáveis de Wanted para escanteio. Mas claro, que, algum daqueles prêmios non-sense que o MTV Awards entrega: Melhor Cena de Carro Rodopiando, ou algo assim. Justo dizer que o filme também entrega alguns elementos secundários de grande valia como outra uma ótima atuação de James McAvoy (os personagens principais nesse caso são as cenas de ação, o fato dele aparecer em todas elas não o torna mais importante que a adrenalina das cenas), que se consolida cada vez mais; uma ótima participação de Terence Stamp; e uma mensagem tapa na cara para quem se contenta com uma vidinha medíocre. Afinal, o que você tem feito ultimamente?
*Vou escrever duas críticas sobre Wanted. Essa é a primeira, antes de ler o quadrinho. Analisando o filme como produto individual e único.*
Eu sei, eu sei. Prometi a cobertura do Los Angeles Film Festival e só coloquei uma mísera notinha. Peço desculpas. É que foi tanta coisa junta, uma falta de grana no meio do caminho e outras cossitas que me impediram de publicar muita coisa ao longo dessa semana. Daqui a pouco, saio para o Tapete Vermelho de Viagem ao Centro da Terra, com direito a Brendan Fraser e elenco para o derradeiro filme da New Line. Aliás, já é a equipe da Warner quem está cuidando de parte desse lançamento. Assisti-lô-ei em RealD, mas nem isso tira meu medo desse filme ser ruim. Bom, saberei ainda hoje. Antes disso, preciso cruzar a cidade, esperar um monte, tirar muitas fotinhas e aí encarar o danado. Tenhamedomuitomedo! O LAFF termina hoje com o Family Day - várias atividades para crianças, screenings gratuitos de Peter Pan, o original animado da Disney - e os últimos grandes filmes. Ontem foi a première de gala de Hellboy II - The Golden Army, mas, básico, tomei outro toco! Oêeeeeeeeeeee! Ano que vem a coisa melhora no festival, já que eu ainda era virgem e só descobri os macetes ao longo desses dez dias. Nada mais justo. Ok, ok, vocês venceram, batata frita! =D Vou escrever a cobertura completa amanhã. É só questão de sentar e digitar mesmo. Vi muitos filmes, não consegui ver a mostra de curtas e rodei mais que peru bêbado em Westwood Village. Inferno achar as coisas por ali, isso sem contar no dia que resolvi ir de carro e gastei uma fortuna de estacionamento, pois precisei trocar de estacionamento 2 vezes: o primeiro fechava à meia-noite, cravado, e, como o filme terminaria lá pela 1h, precisei ir para outro lugar. Meia hora ou dez horas, tanto faz, preço cheio. Esse lugar é expert em tirar muito dinheiro da gente! ahhaah! Depois a gente reclama do Brasil! :p That’s all, folks!
Gente do céu, assisti Wanted ontem! É bacanudo que só! Vou preparar a crítica ainda nesse fim de semana. Mas, curiosamente, foi o primeiro filme que me fez pegar fila aqui! E numa sessão às 4 da tarde, ontem, no Cine Vista, na Hollywood Blvd com a Hillhurst Ave. Desci a rua correndo, faltando apenas 20 min para o início da sessão e estava lotado de gente ainda lá fora! Entrei no momento EXATO do início da projeção, as 50 pessoas que estavam na fila não. Tomaram grandão! haha Bom, volto logo com a crítica! Ai, Angelina! Humm.. acho que vou assistir de novo! YAY! =D
Pela primeira vez na curta história do SOS Hollywood, um texto convidado. Embora a Warner não esteja merecendo muito, o trabalho não pode ser influenciado. Com vocês, Wagner Brito (OIWÁ!). Ele até que escreve bem! hehehe Está cada vez mais difícil encontrar filmes de comédia que realmente divertem sem ofender o espectador. Agente 86 é uma dessas gratas surpresas, e pode ser considerada uma das melhores comédias de 2008. Sério. Agente 86 (Get Smart) é a adaptação cinematográfica do famoso seriado televisivo criado por Mel Brooks e Buck Henry, lá na década de 1960. Quem já conhece outras obras de Mel Brooks, já sabe qual o estilo da comédia: situações engraçadas e frases engraçadas. E o diretor Peter Segal conseguiu, com louvor, fazer com que o filme fosse engraçado e fiel a serie, sem perder a mão para as novidades tecnológicas.
LOS ANGELES – Os trailers fizeram o trabalho duro e poucos consumidores de cinema não foram afetados pelo carisma e personalidade atrapalhada do robozinho Wall-E. E tanta expectativa é superada pelo resultado final do longa-metragem, que, novamente, força as barreiras do que é, ou não, capaz a animação. Com pouco diálogo, muita expressão – especialmente quando dois robôs que não falam são personagens principais – e maestria na direção, Wall-E estréia como clássico instantâneo, mundialmente, na próxima sexta-feira. Há tempos que a Disney não emplacava um personagem infantil tão cativante e poderoso como esse. (Spoilers a partir deste ponto)
O inevitável aconteceu. Com a maioria dos campeões de bilheteria do ano, a Paramount foi o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão no faturamento com ingressos nos Estados Unidos. Também pudera, a empresa teve em suas mãos produtos de gente graúda como Marvel, DreamWorks, além do maior aventureiro de todos os tempos. Homem de Ferro, Indiana Jones e Kung Fu Panda mostraram-se mais do que capazes de cumprir suas metas e fracassos como Speed Racer só aumentaram a força da companhia. E, claro, lembrando que o ano começou bem com Cloverfield quebrando tudo. Agora a Warner Bros. começa a contra-atacar com o bem-sucedido Agente 86, que lidera as bilheterias norte-americanas, e usará sua maior arma do ano: Dark Knight. Para a Paramount Brasil as coisas devem estar mais lindas ainda, pois além desses filmes, a empresa ainda distribui os filmes da Universal, que inclui O Incrível Hulk, Procurados (que estréia essa semana por aqui), Hellboy II e já está de olho no próximo filme da franquia A Múmia. Quem passou batido e merece umas palmadas é a Fox, cujo melhor lançamento foi Jumper e mais nada. Um monte de filmes pequenos e The Happening, que era porrada garantida, já que o mundo decidiu odiar M. Night Shyamalan. Eu gosto dele. Pensem o que quiserem. O cara tem coragem, faz filmes com convicção e admiro isso num diretor autoral. O mais engraçado é que isso estava tão na cara quando eu olhei o line up para esse ano, ainda em dezembro de 2007. Foi inevitável pensar: caramba, como a Paramount estão cheia de canhão pro ano que vem. Mas o melhor de tudo é que a mira também estava boa e todos os tiros foram certeiros. E o meu salário, ó! =D E já que falei no Red, um trailer para animar a semana! |
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