Arquivo de February/2008E eu to longeeeeeeeeeeeeeee… maldição!
Vai ter troco, Borbecito! hahahahaha!
Num bate-papo com meu amigo Otávio Almeida, surgiu uma coisa muito interessante sobre filmes de monstros. Sacada dele, aliás! Kong é realmente o Rei das feras no cinema! Pelo menos, ele veio primeiro, em questão de filmes. O macacão apareceu no cinema em 1933 em King Kong, dirigido por Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack, enquanto o lagartão japonês que adora destruir Tóquio, também conhecido como Godzilla, só estreou em 1954, em Gojira, de Ishirô Honda (eu SEMPRE imaginei que esse diretor fosse o I.Honda, primo do E.Honda do Street Fighter.. hehehe), primeiro filmão da Toho Co. com o bichinho fantasiado. Ou seja, os yankees podem até ter saído na frente, massssssssssssssssssssss, foi no Japão que a Arte da Monstruosidade Fantasiada foi aperfeiçoada e a baia de Tóquio virou tubo de ensaio para tudo quando é bicho feio e fantasia ruim. Em tempo, os zíperes e buracos nas roupas melhoram com o tempo! Isso é fato, mas ELES AINDA ESTÃO LÁ! Virou quase uma coisa folclórica manter a tosquice mínima. Fala a verdade, é um barato ver o Godzilla detonar tudo! Queria ser ver se os Changeman encarariam um monstro de verdade, não aquelas porcarias vindas do espaço que só davam trabalho depois que o Gyodai aumentava elas!Gyodaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai! Enfim, Viva o Rei! Kong, Elvis, Pelé, Mômo… você escolhe!
Aproveitando que minha crítica de Cloverfield já está no ar no Judão, aí vai um TOP 6 das desgraças fictícias que já aconteceram com a Grande Maçã!! Nova Iorque: A Tóquio do Ocidente King Kong (1933) – Gorila gigante fica à solta na cidade e causa tumulto e destruição enquanto a economia se recuperava da Quebra da Bolsa de 1929!
Os Caça-Fantasmas II (1989) – Espectros enfurecidos, almas penadas e outras aparições não foram páreo para uma Estátua da Liberdade melecada com as energias positivas dos nova-iorquinos. Não fosse por ela, tudo estaria perdido!
Independence Day (1996) – Discos voadores gigantes tomando os céus, um bando de malucos no topo do Empire State Building dando as boas vindas e, claro, gente presa no tráfego nos túneis da cidade. Cenário perfeito para um superlaser alienígena incendiar e explodir tudo!
Godzilla (1998) – O filme era tão ruim que choveu durante uma semana inteira, enquanto um lagarto gigante criado pelo lixo radioativo destruía a cidade e brincava de esconde-esconde com o exército. Acabou fazendo um ninho no Madson Square Garden! Os torcedores dos Knicks ficaram enfurecidos! Aliás, o Rolland deve esta mordendo a nunca depois do Clover, hein?
Impacto Profundo (1998) – Esse não foi um bom ano para a cidade, que ainda seria alvo de uma chuva de meteoritos em Armageddon. Em Impacto Profundo, um tsunami bem maior que o da Indonésia simplesmente invade a cidade destruindo tudo pelo caminho.
O Dia Depois de Amanhã (2004) – Em meio a um cataclismo climático, Nova Iorque é tomada por ondas gigantes e, pouco depois, se transforma num deserto gelado. Enquanto o filme estreava nos States, no Brasil, enchentes causavam tragédias em diversos estados - de verdade!
Façam os seus Top 5 também! Muita coisa aconteceu nessa última semana. A maioria delas, curiosamente, me levava a pensar na minha aula preferida na pós-graduação: Análise de Discurso. Basicamente, a matéria analisa a postura cultural e o efeito causado por modos de comunicação e movimentos de indivíduos ou grupos, ou seja, dá para saber como um povo, autor ou grupo de pessoas pensa de acordo com o que escreve, diz e expressa. Pois bem, minha professora, grande Cibele Dugaich, é defensora ferrenha de Kennedy e seu famoso discurso de aceitação como Presidente dos Estados Unidos. Como base da carreira dela, esse discurso vivia pintando em diversos momentos da aula e, claro, nos trabalhos, como linha guia para o que fazíamos. Certo dia, veio a frase mais marcante proveniente disso tudo: “americano tem orgulho do Presidente e das conquistas, do famoso self made men (o cara que se construiu sozinho e fez sucesso). O brasileiro ri do presidente, não se orgulha de nada e tripudia o sucesso alheio.” Esse conceito sempre me encucou bastante. Poxa, é verdade que não nos orgulhamos de nada? Discordava, mas a vida me provou que é a mais pura verdade. Pensemos juntos. Qual a resposta padrão quando alguém pergunta sobre um carro novo, casa, roupa ou qualquer nova aquisição de um indivíduo? “Estou pagando… nada, esse vestido estava encostado… a prestação da casa é tão grande”. Sempre alguma coisa desmerecendo a própria conquista. Por que? Fácil. É só responder o contrário e todo mundo sabe o que acontece. “Carrão, né? O terno é Zegna, veio da Itália”. Resultado: lá vai o arrogante metido. Infelizmente, desde cedo a gente aprende a menosprezar o que consegue e assim nossa sociedade foi construída. Temos alguns self made men, um deles está na presidência aliás, mas é piada nacional. Mesmo não concordando com Lula, o cargo em si merece mais respeito e as pessoas faltam com esse respeito. Outros casos, Silvio Santos – o camelô que construiu um Império – e o recém-falecido Beto Carrero – o caubói brasileiro. Notaram que são todas figuras quase “folclóricas”? A seriedade não anda de braços dados com o sucesso nesse país. Até mesmo meu período como correspondente aqui gera “piadinhas” do tipo: até parece que está trabalhando, tá vivendo no bem bom. Antes fosse, meu povo. Estou bem instalado sim e feliz, até o momento, mas durmo numa cama de ar, pois não tenho dinheiro para comprar uma e estou sem carro, o que em LA é quase suicídio. Humm, olha, o tal discurso aí. Até eu sou vítima. A internet e suas maravilhas trouxeram um esvaziamento de valores tremendo para nossa sociedade. O número de pessoas que escreve “miguchês” é gigantesco e, em muitas escolas secundárias, as notas em redação caíram drasticamente por conta disso. A informação televisiva perdeu força e o que está em sites – estrangeiros principalmente – é o que vale e, cada vez mais, o rádio tem virado coisa de velho. O maior veículo de comunicação que o Brasil já teve vai perdendo força por causa da dependência virtual dessa geração MSN. Hoje, a internet mais destrói do que constrói, mas é evolução e vamos encará-la. Mas isso acontece por conta de muita bobagem que brasileiro faz por pensar assim. Depois de anos escrevendo sobre ficção e séries do gênero, não foi nenhum dos meus artigos que trouxe “fama”, foi uma notinha besta que publiquei uma notícia aqui na semana passada. Usei um recurso comum no jornalismo: fonte sigilosa. E escrevi para meus amigos e leitores do Judão, afinal, é para isso que o meu blog serve. Não é nenhum portal de informação, blábláblá. Bom, como todo mundo sabe, os fãs brasileiros reagiram exemplarmente à tal informação que foi divulgada no Orkut. Registro aqui a reação exemplar dos fãs: ofensas, xingamentos e descrédito ao meu trabalho. Nem questiono aqui estar certo ou errado. No jornalismo de verdade, não no mundo das fofocas, existe a reportagem – ato de relatar algo a pessoas distantes do acontecimento/fato relatado – e sua validade, ou não, se decide depois quando as partes envolvidas oficializam seus pontos. Mas, sabe o que é pior, tudo foi gerado pela fonte ser, pasmem, um brasileiro, escrevendo em um blog brasileiro, em português, sem nenhum link para site estrangeiro. Frase do tipo “desde quando um brasileiro vai conseguir saber isso antes de todo mundo”. Essa foi a das mais educadas. Segundo momento da reação exemplar: vir até o meu blog, me ofender, falar mal, criticar destrutivamente e baseado na emoção, desmerecer, ameaçar e causar transtornos a pessoas próximas de mim. Nesse momento, bem meus amigos – se não for amigo, por favor, pare de ler, isso não lhe interessa… – perdi um pouco a calma. Já estou comendo o pão que o diabo amassou aqui, estou longe da minha filha e da minha esposa e tenho que ficar agüentando desaforo de gente que não foi convidada para vir aqui e veio para causar tumulto. Não acredita? Ignore e pronto, ria da minha cara depois e pronto, se a informação estiver errada. Veja bem, se a informação, EU não participo disso, apenas relatei a informação que recebi. Respostas atravessadas aqui e ali, a notícia – que já não era mais post do blog e ganhou cunho editorial – começou a rodar e um grande número de donos de sites e especialistas em TV se uniram aos fãs para “desmoralizar a informação do brasileiro”. Resumo da ópera, até um grande site gringo foi acionado para “desmentir” a informação – aliás, essa matéria foi a ÚNICA que contrapôs a informação, não o autor do texto. Pode até ser que a informação esteja incorreta, aliás, vou gostar, pois adoro a série. Mas, em momento algum, houve bom senso por parte dos “ofendidos” da história. Nenhum desses caras me conhece, não sabem como eu sou e transformaram uma coisinha tão simples em uma tempestade que ainda não passou. Eu assisto a série desde o primeiro episódio e sempre brinquei com a minha cunhada dizendo que o Sam era frutinha. Pronto, usei essa piada interna no texto e “ofendi” o ator. É engraçado como as pessoas saem em defesa de atores e falsos ídolos ultimamente – como diria o Nick Nolte, numa frase que citei no blog há alguns dias –, especialmente com a internet. Realmente, o cara está muuuito preocupado com o que um simples blog escreveu a seu respeito. E, claro, também está muito agradecido a você, fã, que veio aqui, fez flood no Orkut da minha esposa, entupiu minha caixa de emails e meus comentários com ofensas a mim por conta disso que, para mim, é piada interna. Como disse, ninguém pediu para vocês entrarem aqui, pelo menos eu não pedi. Esse blog é um registro da minha viagem, não um site de notícias. Estou escrevendo isso mais como um desabafo do que como qualquer outra coisa. Muita gente ficou ofendida aqui, mas quem me atacou e xingou foram essas pessoas. Uma garota disse “quem sai na chuva sabe que vai se molhar”. Olha, ela pode até estar certa, mas concorda comigo que eu não ataquei nenhum fã no texto? Aliás, não ataquei ninguém, brinquei com a minha cunhada no meu blog. Agora, se isso é ofensa para a garota que fez o comentário, bom, então me desculpe, mas a primeira pessoa que tem que ouvir algum pedido de desculpa aqui sou eu. Eu ouvi coisa muito pior do que “frutinha”, posso te garantir. Não quero me fazer de vítima não. Longe disso. Só não agüento mais essa história toda, que já perdeu o foco, a lógica e qualquer barreira do aceitável. Vou fazer um making of da série em breve e quero mais é que continue, mas, infelizmente, não esperem nenhum relatório aqui, pois, infelizmente, depois disso tudo, quero é distância dessas pessoas. “Ah, mas você ofendeu o Jared”. Leia essa frase em voz alta algumas vezes e repare o quão relevante ela é para a sua vida, para a minha vida, para a vida de todos. Peço desculpas a ele, então, mas não às pessoas que se deram ao trabalho de me agredir publicamente por algo que, independente do que a moça do site grande diga, só saberemos se é verdade no dia em que a quarta temporada for anunciada. Aí, meus caros, vou ser o primeiro a relatar essa notícia, ou melhor, esperar algum site publicar para que eu traduza, publique e me exima de qualquer responsabilidade sobre o que está dito ali. É assim que, infelizmente, brasileiro tem que trabalhar para os outros brasileiros. Precisamos ter orgulho, gente. Precisamos confiar uns nos outros. E confiar, envolve errar e reparar; envolve respeitar e ser respeitado; e, acima de tudo, envolve ter bom senso. E nessa história, isso faltou para todos os lados. Uma pena. Aprendi muito com isso e, infelizmente, muita coisa já mudou e vai mudar mais ainda. É uma pena, mas a vida é assim. Muitos vão perder ponto conta de uns poucos que, infelizmente, dedicaram preciosas horas de sua vida para tentar me infernizar. É conseguiram alguma coisa. E agora, o que isso muda? Pois é, nada. Parabéns a vocês, e obrigado àqueles que escreveram com ponderação e propuseram discussão. Ainda há esperança, assim acredito. Não quero me comparar aos caras que citei no começo do texto e muito menos dizer “confiem em mim”. Parece coisa de político. Só quero dizer que as injustiças causadas nesse país, são nossa própria culpa. Não sofro de carência, diga-se de passagem. Só quero encerrar esse assunto e pronto. Muita gente é macha pra caramba na internet, mas não atua na vida real. Adoraria ver esse fervor todo em prol de causas relevantes como auxílio a deficientes carentes, orfanatos ou asilos, que estão cheios de heróis de verdade, com histórias de verdade, mas sem quase ninguém para lutar por eles, nem mesmo suas famílias. Um dia, todo mundo fica velho. E, enquanto ficamos velhos, esse velho discurso derrotista, agressivo e pouco orgulhoso vai corroendo as próximas gerações. Pensem nisso.
Era uma vez um filme chamado Mad Max, com um atorzinho pouco conhecido e um bando de australiano maluco que falava “marciano”. O sotaque era tão ruim que decidiram redublar o filme para passar aqui nos States, PORÉM, não era dublagem brasileira - que é boa para carambaaaaaaaaa! - e ficou uma porcaria. Logo, o filme ficou no limbo e quase ninguém viu. Beleza, só mais um. Só que o tal atorzinho – um tal Mel Gibson – começou a ficar famoso e os australiaos malucos resolveram fazer o Mad Max 2, mas NINGUÉM aqui sabia do primeiro, então por que diabos fazer um 2? Por conta disso, resolveram mudar o nome do filme para Road Warrior – afinal, aqui eles podem, né? Se a gente faz isso no Brasil leva porrada de tudo quanto é lado. É por isso que, para muito gringo tapado, existiam apenas dois filmes e eles ignoravam o primeiro, que depois virou Cult e tals com todo o sucesso do Mel Gibson, que tinha só 23 aninhos na época. Calma, não foi nenhuma fonte misteriosa que me contou. Eu sabia que o nome era outro por causa de público, mas não conhecia os detalhes até ver Leonard Maltin, um dos grandes críticos norte-americanos, contar essa história num dos extras do Blu-Ray de Road Warrior, ou melhor, Mad Max 2. Interessante saber disso.
Ontem, mais uma daquelas injustiças financeiras na qual vivemos no Brasil foi arremessada na minha cara. Meu camarada Rob fez uma simplória comprinha na Amazon. Dentro da caixinha havia os seguintes discos em Blu-Ray – Mad Max 2 (que aqui chama Road Warrior, explico no próximo post), Operação Dragão e as Vinhas da Ira, com Peter Fonda e direção de John Ford. Fora um DVD fudidoooooooooo de Yojimbo, do Kurosawa! Até aí beleza, mas quando ele contou o preço eu caí duro: US$ 14,90 em cada Blu-Ray. Caramba, eu sei que sempre foi assim, as é duro aceitar essa discrepância animalesca no preço do produto aqui pro disco nacional. Tudo bem que a Sonopress Br, a VideoLar e a Microservice ainda não consigam produzir Blu-Ray e HD, mas tudo isso de diferença só de custo de importação das fábricas da Alemanha, por exemplo? No Submarino, Harry Potter e a Ordem da Fênix, por exemplo, custa R$ 119,00 em HD-DVD. Um disco barato em Blu-Ray está na faixa de R$ 69,90. Que loucura. Que loucura. Bom, como não dava para fazer nada além de aproveitar, fiquei até as 2 da madruga assistindo a Mad Max 2 e Operação Dragão, que tem uns extras muuuuuuuuuuuuuito animais! Legal pra caramba! Trívia bobo: Jackie Chan é um dos extras nesse filme, aliás, ele morre! Hehehe! Ah não, contei um spoiler! Joguem pedras, já acostumei! Ehhe Ah sim, assisti tudo nessa tela magnífica de 3×2 que ocupa minha sala de estar! Claro, com um home theater 7.1. hehehe Borbs! Shiloh mandou uma mensagem com cheiro de couro ontem! Fui pegar o metrozão na Vermont/Wilshire quando dou de cara com a loja da Salvadora, ou melhor, a Primeira Igreja de Nossa Shilóh Aparecida!!! Shiloh já possuiu seu pequeno templo para devotos e crentes na salvação eterna vinda de Brangelina! O instrumento da salvação são sapatos, correntinhas, sandálias e outras apetrechos femininos! Seriam as mulheres as primeiras a serem salvas por Ela? Amém!!! Seria esse um sinal? A notícia do momento é que Angelina Jolie está grávida, de gêmeos!!! O dia do juizo se aproxima! A mãe da Salvadora vai trazer mais dois rebentos divinos - e milionários - para nosso mundo! Como somos bem-aventurados por viver nesse período abençoado, irmão Borbs! Você precisar vir orar, irmão Borbs! A Salvadora clama por sua presença! Venha ao templo, compre sapatos e assessórios baratinhos para a Tay e seja, de vez, o porta voz da palavra Shilônica ao mundo! Shiloh é a salvação, né Pastor Getúlio?!?!?
Vai ficar chato só dar notícia ruim aqui, mas é a vida. Logo que cheguei o Heath Ledger morreu (foi a Tia do Bátima, aposto!) e agora séries cujos produtores são meus coleguinhas começam a ser canceladas pra valer e sem volta. Eita nóis! Então, mais duas séries foram canceladas. Vamos a elas: Wildfire, que passa no ABC por aqui, acabou de ser cancelada, pelo menos internamente. As razões ainda não podem ser divulgadas, mas, muito em breve, os veículos norte-americanos serão informados da decisão, que é irrevogável. Em janeiro do ano passado, a série retornou à ativa, mas, pelo jeito, não agradou. É, mais gente desempregada! Mas não se preocupem, daqui a pouco o Benjamin McKenzie arruma outra série pra fazer e todo mundo é contratado de novo! Uiiii! Outra série que também foi para o buraco, mas isso foi definido há umas 3 semanas e já era carta marcada desde a conclusão da última temporada em setembro de 2007, foi The Dead Zone, ou O Vidente, em português, baseada no livro de Stephen King e estrelada por Anthony Michael Hall. Infelizmente, The Dead Zone terminou abruptamente, sem conclusão e com um baita gancho para a continuação. Existe o esforço para que um filme de 2 horas para TV seja produzido para concluir toda a história do Armageddon e tal. Mas isso está bem longe de acontecer. Se o filme não existir, a sexta temporada é tudo que nos resta. Pelo menos eu tenho os DVDs, mas sem final é chato que só. Se o telefilme for aprovado, eu conto na hora!
POR QUE NINGUÉM CANCELA MALHAÇÃO, ME DIGAM? ![]() Mesmo de folga, preciso contar essa, especialmente em homenagem ao Borbs! Hehe! Vi sua musa ontem, meu amigo. Paris Hilton, uma das coisinhas mais horríveis e sem graça que já cruzou meu caminho, foi divulgar o filmaçoooooooooo The Hottie and the Nottie (A Gostosa e a Baranga) no hotel Four Seasons. Depois da palhaçada de chegar 3 horas atrasada ao evento, isso porque ela foi no Larry King e ficou falando de profissionalismo, seriedade e blábláblá, deixou os jornalistas que cobrem futilidades esperando e, ainda por cima, ferrou com toda a estratégia de divulgação para as rádios da Costa Leste, que, por conta do fuso, tiveram que se virar para encaixar a moçoila em programas de menor audiência. Bela profissional! Enfim, quando eu estava saindo do hotel, com meu amigo Bruno Neves, da revista Monet, eis que estaciona uma pickup cabine tripla e aí vem a Barbie, toda de rosa e um sapato de salto alto amarelo que dava meeeeeedooooooooooooooo! Ela é muuuuuuuuuuito feia! De verdade! Credo! Só podia virar celebridade trash mesmo. Ah, já falei que ela é feia demais?????????????? Será que é mérito total dela ou o fato de eu ter entrevistado a angelical Sarah Bolger me deixou afetado? Não, ela é horrível mesmo! O Bruno também concordou, então, se meu amigo disse, é verdade. Hahahaha Aproveitando, uma fotinha da Sarah também.
Heath Ledger Morreu! Quem terá matado o mancebo? A Tia do Bátima? A teoria começou no MSN, quando li a celebre frase ao lado do nome de Pablo Miyazawa, editor nerd da Rolling Stone, “foi a tia do bátima”. Fiquei pensando, não é que pode fazer sentido? Aí vai a teoria maluca: - Depois de tanto ver seu sobrinho apanhar e ser zuado pelo Coringa, desde os tempos da série de TV com o barrigudo Adam West, a Tia do Bátima resolveu ir ver a campanha viral para o novo filme. - Boom! Ela tomou um susto, afinal de contas, se o sobrinho já apanhou tanto dos Coringas cafonas e só derrotou o Jack Nicholson com uma boa ajuda do roteiro, a senhoura morceguda ficou de cabelo … e orelha… em pé e pensou: “Vai meu sobrinho sofrer tudo aquilo de novo? E sem o Menino Prodígio para apanhar no lugar dele?” - Então, ela decidiu não esperar pelo próximo capítulo e, sorrateiramente, bateu asas de Gothan até Nova Iorque para acertar as contas com o sorridente maledicente vilão. Entretanto, quando a Titia Bátima chegou ao apartamento no Soho, notou que o Coringa não morava ali e já estava indo embora quando, sem querer, tropeçou num puff e.. Puff! Viu uma revista Empire no chão, com o dono do apartamento na capa. Pronto… ela estava na casa da identidade secreta do Curingaaaaaaaaaaaa!!!! - HaHa! Pensou a tiazona. Hoje eu pego ele - disse para si mesmo. - Mal sabia ela, porém, que Heath Ledger estava em Londres trabalhando. Entediada, a titia Bátima começou a fazer misturas malucas nos remédios que encontrou no apartamento do moço. Ela se lembrava muito bem do que o Coringa tinha aprontado no primeiro filme. A tiazona ficou 2 meses sem usar maquiagem e nem tomava banho, pois achava que o veneno estaria também na água. A paranóia foi total. - Resultado, depois de colocar um bocado de Valium e veneno de rato nas Aspirinas e no Malox, e de fazer xixi em todas as Neosaldinas que encontrou, ela resolveu voltar para a caver.. casa. Ela pensou em deixar uma bomba, mas não era uma boa idéia. Só ele precisava ir falar com o Deus dos Morcegos ou dos Piadistas, vai saber. - Uma semana depois, enquanto aparava suas margaridas no jardim, Tia Bátima ouviu um barulhão no quarto do sobrinho. Bruce Bátima Wayne tinha derrubado todos os seus action figures e, dizem as más linhas, mijou nas calças quando ouviu a CNN dizer que Heath Ledger tinha morrido. A primeira frase que o moçoilo disse foi: “Não vou mais apanhar! Oba!!! Agora só falta o Jim Carrey!” - Feliz da vida e sossegada pelo sobrinho, que não sabia de nada, Titia Bátima continuou a podar seu jardim, feliz e sorridente pelo trabalho bem feito. O Coringa estava morto e o Bátima seria uma criança mais feliz. - E o mundo, mais triste. |
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