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Uma das maiores lendas da FC, Clarke nasceu em Somerset, na Inglaterra, foi operador de radar para a RAF durante a Segunda Guerra Mundial e começou a escrever profissionalmente na década de 40. Entre seus maiores legados, além do icônico 2001, novelização do roteiro escrito a quatro mãos por ele e Stanley Kubrick, em 1968, Clarke assinou livros como 2010, Encontro com Rama, O Martelo de Deus, A Cidade e as Estrelas e O Fim da Infância. Há décadas, o autor adotou o Sri Lanka como residência e lá morreu, na noite de hoje. A causa da morte foi um ataque cárdio-respiratório, de acordo com Rohan de Silva (será que o pai dele se chama Eorlingas de Silva?), secretário pessoal do escritor, na quarta-feira (1h30, horário local), em Colombo, capital do Sri Lanka. Hoje a FC mundial dorme em luto.
(Quando um distinto e experiente cientista afirma que algo é possÃvel, ele está quase totalmente certo. Quando ele diz que algo é impossÃvel, está provavelmente muito errado. – A primeira lei de Clarke.) E como tudo é descontração hoje em dia, por que não rir em vez de chorar pela morte de Clarke?
2 comentários sobre "Literatura: Morre Arthur C. Clarke, o homem que viu o Monolito"
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