As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!
Constado dia 26/03/08 às 22h58 em Artigos, Cinema, Comportamento | 
Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Crusada

Ao tentar transformar grandes lendas em filmes repletos de ação e batalhas, os estúdios de Hollywood deixam de lado antigos mitos para mostrar heróis desprovidos da magia e da espiritualidade de suas épocas.

Em todo o mundo, crianças ouvem suas primeiras histórias sobre grandes heróis, façanhas inacreditáveis e lugares maravilhosos por meio da grande mitologia e espiritualidade existente nas culturas européias e asiáticas nos últimos milênios, porém, nos últimos anos, temos vivenciado um movimento no qual os grandes estúdios decidiram abandonar o lado mítico destas histórias para, por exemplo, transformar o mais poderoso dos semi-deuses em um simples guerreiro.

É o que vemos, por exemplo, em Tróia - que poderia se chamar apenas BRAD, afinal de contas, né?. Sob o comando de Wolfgang Petersen (Air Force One) e roteiro de David Benioff (A Última Noite), uma quantidade enorme de recursos, elenco estelar e um grande esforço de pesquisa foram colocados à disposição para recriar a, até hoje incerta, Guerra de Tróia. Exércitos grandiosos, uma história de amor como motivação, interesses políticos como agentes do conflito, um herói imbatível, etc, etc. Tudo muito bonito e certinho para o público, porém, o que a equipe de Petersen deliberadamente tirou do caminho foi toda a mitologia grega, que regia, por muitas vezes, as vontades de reis, motivava soldados e protegia heróis como Aquiles. Basta lembrar da força do Conselho dos Éforos no recente 300. Se os deuses mandavam, era bom obedecer. Ainda bem que Frank Miller inseriu esses elementos e Zack Snyder manteve tudo no filme.

Numa breve passagem de Tróia, Aquiles fala com sua mãe, que profetiza sua morte caso ele vá à guerra. Entretanto, nada se fala sobre ela ser a ninfa marinha Tétis e sobre o fato de que ela, na tentativa de o tornar invencível, mergulhou-o no rio da Estige segurando-o pelo calcanhar. Como esta única parte não foi banhada pelas águas protetoras criou-se ali seu ponto fraco. O calcanhar de Aquiles. Outro guerreiro com um ponto fraco similar é o nórdico Ziegfrid, que tinha uma pequena falha em formato de folha em sua proteção mítica ao ser banhado pelos deuses. Mesmo sem manjar de mitologia, é só assistir Cavaleiros do Zodíaco e lembrar como um dos cavaleiros de Hilda dança por ter o mesmo ponto fraco de seu predecessor.

Vários fatores míticos são atribuídos a Aquiles: sua armadura foi feita por Hefesto, o ferreiro dos deuses, filho de Zeus e Hera; seu destino havia sido decidido anos antes de seu nascimento pelo próprio Zeus e por Poseidon; e foi descrito como um deus por Homero, na Ilíada. Em várias versões da história, também vemos a intervenção direta de alguns deuses nos combates da Guerra de Tróia. Mas, no filme, tudo é muito humano e apenas o templo da praia - destruído e profanado por Aquiles - lembra de que existiam forças “maiores” naqueles tempos. Saudades do tempo em que filmes como Fúria de Titãs ainda podiam mostrar a interação entre a Humanidade e suas crenças mais antigas. Com direito a Lawrence Olivier interpretando Zeus e efeitos visuais e produção executiva de Ray Harryhausen.

Zeus

Se os deuses do Olímpo puderam ser ignorados em prol da ação e de batalhas grandiosas, o que dizer então da versão crua e puramente militar do lendário Arthur Pendragon?. O filme Rei Arthur, dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento), que muitos esperavam ser uma adaptação da trilogia Rei do Inverno, de Bernard Cornwell, acabou mostrando um Arthur romano, basicamente um líder militar atuando contra os “bárbaros†bretões e apoiado por leais e letais cavaleiros vindos de uma terra distante. Mesmo com a presença do competente autor e estudioso John Matthews - autor de diversos livros sobre religiosidade antiga, em especial, na Grã-Bretanha - como consultor histórico, o diretor e o estúdio preferiram inserir elementos mais “ligados†a sua concepção para o personagem do que se apoiar na história mítica.

Em uma conversa logo após o filme, Matthews disse que a ordem da produção era clara: “nada de magia, é um filme de açãoâ€. Ou seja, logo de cara, o filme perdeu a chance de ser o mais próximo possível do até hoje pesquisado sobre o personagem justamente por ter alguém como Matthews envolvido, porém, relegado ao segundo plano. Com isso, Excalibur transformou-se na espada do pai de Arthur, Merlin tornou-se líder dos “bárbaros†woads (nome dado aos bretões), a existência de Avalon e da Dama do Lago sequer é cogitada, e Arthur apresenta-se apenas como um bom líder militar interpretado por Clive Owen. Um homem comum, muito longe do mito que o mantém na mente das pessoas e é referenciado até hoje. Pobres das crianças que assistem aos desenhos e ouvem à versão da história de um jovem destinado a ser rei retirando a espada mágica da pedra ou a recebendo do espírito da água.

Por mais que a premissa do filme seja “apresentar uma versão desmistificada sobre o personagemâ€, séculos de histórias e crenças envolvendo o Rei Arthur e seus cavaleiros não poderiam ser simplesmente ignorados assim. Não que alguma versão seja mais acurada que a outra, mas o ponto latente nesta discussão é o fato de Hollywood estar rotulando de forma pesada e clara a magia, a espiritualidade não-cristã, e as crenças antigas como elementos para filmes puramente ficcionais como O Senhor dos Anéis, Harry Potter, etc.

A sociedade moderna pode não ter mais espaço para a crença no antigo poder dos druidas, nos feitiços de grandes bruxos, na magia da natureza, porém, desvincular os grandes mitos e heróis da ligação com os deuses e a magia que muitas vezes os auxiliavam acaba por enfraquecer o poder do mito em si. E não vivemos uma era propícia ao surgimento de novos arquétipos sociais, culturais e militares. Cada vez mais, torna-se necessária a existência de modelos a serem seguidos e enfraquecer os elementos clássicos pode não ser o melhor caminho. Quando tiramos as referências clássicas da frente, em quem as futuras gerações vão se inspirar? Sujeitos como Stallone ou Capitão Nascimento? Em heróis meramente fictícios como Aragorn?

Engana-se, entretanto, quem entende este argumento como um estandarte a favor do antigo paganismo ou da existência da magia, uma vez que o próprio cristianismo sofre do mesmo mal. Em Cruzada, cujo título original é Kingdom of Heaven – o Reino dos Céus – a trama que aparentava ser focada no aspecto espiritual da jornada até Jerusalém não passou de um filme de ação, com batalhas eletrizantes, um herói cativante, porém, frustrado com a política envolvendo a crença em Cristo e a própria descrença dos religiosos envolvidos e da ausência real de ideais na manutenção da posse da cidade. Riddley Scott andou apostando em obras críticas como em Falcão Negro em Perigo (provavelmente a razão por ter perdido o Oscar por direção em Gladiador) e não poupou a Igreja Católica em Cruzada.

Especialmente no cerco de Saladino a Jerusalém, a fé dos religiosos é abalada pela iminente derrota e a perspectiva de massacre, sobrando para Balian (Orlando Bloom), que viajou à cidade em busca de redenção – a verdadeira razão de sua cruzada pessoal –, oferecer a esperança outrora ofertada ali mesmo por Jesus séculos atrás. O que deveria ser uma jornada baseada no sagrado e na fé acabou se transformando numa trama política e num jogo de poder. Afinal de contas, o domínio da Terra Santa nada mais era do que uma situação política para os verdadeiros governantes daquele tempo. De qualquer forma, o elemento religioso era, sim, fundamental para a maioria dos homens que lutaram aquela guerra.

É uma pena notar que esta tendência existe na indústria e que sob o argumento de mostrar “a visão real†sobre vários personagens fundamentais na construção do pensamento moderno e dos arquétipos que até hoje guiam os homens e seus sonhos, deixemos de lado a simples crença num mundo em que a fé, literalmente, pode mover montanhas e que uma simples espada antiga pode reunir os homens sob um objetivo comum. Ação pode render boas bilheterias, batalhas podem inspirar diretores a superarem Peter Jackson - até hoje ninguém conseguiu -, mas é de ideais e modelos admiráveis que nossos sonhos são criados e é sobre eles que novas gerações serão ensinadas e baseadas.

Hollywood quer nos vender um mundo sério demais e deixar tudo que pode dar tempero a nossa vida com cara de faz de conta. Hoje, pode ser, mas há muito tempo, no meio de povos muito distantes, a coisa era bem diferente e, quer diretores e roteiristas queriam ou não, eles são nossos ancestrais e seus pensamentos de decisões, de certa forma, definiram o mundo em que vivemos hoje. Que a magia resista à tendência financeira e que a Fênix consiga se reerguer das cinzas dos grandes estúdios e suas fórmulas de sucesso.

17 comentários sobre "Um Mundo Sério Demais"

Silvia Penhalbel

27 de March de 2008
6h59

Eu adoro Fúria de Titãs e claro, amei Troia mas senti falta da mitologia sim. Seria muito, mas muito mais interessante se os Deuses e Semi-Deuses fossem incluídos na aventura. Mesmo o imbecil do Paris tinha proteção dos Deuses nessa batalha. Se bem que, lá pela metade do filme com aquele desfile de homem gostoso eu nem me lembrava mais sobre o que era o roteiro :DDDDD
Agora o Arthur do Clive Owen foi uma decepção. Eu também esperava uma adaptação de O Rei Do Inverno, uma trilogia espetacular e fiquei muito chateada com a tal desmistificação.

Somnambulist [999th Night... ]

27 de March de 2008
8h47

A coisa mais importante em qualquer estória não é o realismo, é a verossimilhança. O que estórias como “Rei Arthur”, “Tróia”, “Cruzada” querem não é mostrar mais magia. Dá pra notar um teor humanista nessas obras. Arthur tão humano quanto qualquer outro soldado. Aquiles era um guerreiro, só isso. Tão humanos quanto possível. Estórias míticas podem ser humanizadas. Transformando o extraordinário, em ordinário e por fim em mundano. Por quê não tornar essa história mais “realista” mesmo que se perca o mítico. É apenas uma escolha de estilística. Eu preferia que “Tróia” fosse mais próxima da lenda grega cheia de magia e fantasia, mas temos de aceitar a versão mais aceitável para os céticos. Tem muita gente que não gosta do “Senhor dos Anéis” pelo simples motivo dele ter magia demais… “Star Wars” cai no mesmo preconceito. Se a fantasia não agrada pode ser criada uma estória mais aceitável pelos que não aceitam a imaginação “Por que simplesmente não compactuam com esse tipo de coisa”. Como eu costumo dizer: Todas as estórias já foram contadas… O importante não é o que é contado, mas como é contado. Que a Força esteja com vocês… Até com o editor herege do Judão…

Ti@go

27 de March de 2008
11h19

Bom, eu realmente não vi muita mitologia em Tróia. Só uma batalha motivada por amor, politica e etc. Seria muito mais legal se tivesse toda uma história que envolvia deus e talz.

Mais que a Batalha entre Aquiles e Heitor vale o filme….Aah vale. =D

Oks, só vale uns 60% =D

Thor

27 de March de 2008
17h07

É tudo uma questão de época, não?
No passado filmes com aquele toque de magia (visto por alguns como infantis) estreavam aos montes em Hollywood…

A coisa mudou com o tempo, assim como as pessoas, mas tudo é um ciclo, hoje temos filmes de fantasia invadindo as telas todos os anos, e tem muita criança que se lembrará dos dias de hoje como um época mágica por conta desses filmes (Cônicas de Narnia, Senhor dos Anés, Ponte para T., aquele filme dos ursos polares (me esqueci o nome), o outro Cronicas de nhénhénhé e por aí vai)…

Uma hora a moda de fazer filmes como Tróia voltará, mas a moda antiga, com todos aqueles Deuses olhando de tudo lá do Olimpo, tudo com muita ‘magia’…

Valkinha

27 de March de 2008
18h49

Se tem uma coisa que me broxou em Tróia, foi terem tirado a mitologia.
Eu estava toda animada, babando no que poderia acontecer, nos deuses que iam aparecer, na Cassandra, no Heleno, na Helena…
Já fui broxada por antecipação porque disseram que varreram a mitologia.

Meu deus do céu! Queriam fazer algo sem mitologia, que pesquisassem sobre a verdadeira guerra. Aquela guerra narrada ali, é a guerra da Ilíada! Na Ilíada o que não faltava eram deuses bradando suas vontades.
Ia ser maravilhoso ver a Palas batendo com a lança no escudo enquanto Ares ria com as mortes no meio do campo de batalha.
Se eles queriam fazer sem, que fossem atrás de uma história e não estória. Não se sabe se a guerra aconteceu, e se aconteceu com certeza não foi por causa de helena e sim por questões políticas e geográficas, já que tróia era uma das maiores cidades da antiguidade e foi estrategicamente construída.

Mas é assim mesmo, eles nos atraem para os cinemas com titulos que remetem a lendas, porque vamos atrás pra assistir.

Eu realmente sinto falta do fúria de titãs, que assisti tanto qdo pequena.
Poderia ter um remake.

Eles acham que o povo tá cansado de mitologia, eu acho o contrário. Os novos filmes de fantasia estão aí para provar.

Parabéns, adorei o texto!

Wes Janson

28 de March de 2008
17h37

Tudo se resume em poucas palavras: estamos sob o império do politicamente correto…

Links de Fim de Semana [29/03/08] | JUDÃO

29 de March de 2008
5h27

[...] Internet! =D » Audiência Qualificada #08 (Blog do Jubão) » Um Mundo sério demais (SOS Hollywood) » Perigo: não alimente os jornalistas (SOS Hollywood) » Celebridades Perebentas [...]

HB

29 de March de 2008
9h48

Eu gosto de filmes com muita magia e fantasia, mas não vejo problemas em de vez em quando mostrar o lado puramente humano da coisa. Pode até ser inspirador. Vejam por exemplo, o Rei Arthur, parece uma coisa tão distante, ele tinha uma espada mágica, um lugar mágico, tinha ajuda de um mago… então não dá pra ser alguém importante sem ajuda do Além? Gostei de mostrarem que o cara era uma pessoa normal como eu, ele sentia dor, medo, fome, ele peidava, mijava… e então eu sei que também posso ser como ele, apenas com meu próprio esforço e vontade, sem precisar ter a sorte de encontrar um artefato mágico perdido por aí em alguma pedra.
Não tô dizendo que eu quero ser o Rei Arthur, foi só um exemplo… :D

Leandro

29 de March de 2008
10h12

muito bom!

mas se der,na proxima faz uma resumidinha.

Obrigado!
Valeu pela inforção!
o SOS HollyWood, táh matando a pau sempre!

Parabéns!

augustus

29 de March de 2008
10h16

Em primeiro lugar, Tróia não peca apenas, ou até mesmo não principalmente, por esvaziar a história de seu conteúdo divino. Ela peca é por alterar completamente a HISTÓRIA da guerra. O diretor poderia até tentar uma versão “realista” do relato homérico, mas não precisava alterar a história toda em pontos cruciais. Ora, no filme, Menelau é o primeiro a morrer, quando todo mundo sabe que ele termina a guerra nos braços de sua Helena! Mais ainda, Aquiles jamais entra em Tróia, morre antes (por isso os gregos se convencem que apenas a força não basta e apelam para um estratagema, típica função de Odisseu na tradição homérica). Isso entre outras dezenas e dezenas de absurdos (Briseida, Páris, Tétis velha, etc.). O filme é horrível como filme, não conta a história como ela foi escrita e ainda retira todo o conteúdo divino da história. Lamentável mesmo.

augustus

29 de March de 2008
10h20

Sobre Arthur… e aquela Guinevere guerreira? Uma verdadeira heresia (para quem não queria ser religioso…hehe).
E a história de Arthur relaciona-se intimamente com o cristianismo - que se apropriou da lenda.

O medo de Hollywood em retratar o cristianismo de forma positiva pode ser vista aqui, em Cruzada (de forma absurda, ainda mais quando dos verdadeiros panegíricos em favor da “religião da paz”, o islamismo) e até mesmo na reação aos filmes de Mel Gibson como Paixão de Cristo (bem ruizinho como filme, aliás) e Apocalipto.

andré

29 de March de 2008
10h23

a versão estendida de cruzada é infinitamente melhor que a que foi aos cinemas.
é quase outro filme.
recomendo muito.

alguem

29 de March de 2008
11h06

quem controla as produções é o governo americano/banqueiros…
todos os filmes de guerra que sairam desde Pearl Harbor, pouco antes de 11 de setembro, até agora foram tirados qualquer mitologia ou magia e extremamente glorificados… tanto que ano passado praticamente não teve filme de guerra ou de morte, pra tentar amenizar as pessoas que são contra a guerra… é uma merda isso, mas é verdade. Espero que essa influencia mude com o Obama…
Mas na real mesmo, o único cinema que me importa hoje em dia é o cinema independente mundial. é aí que se encontra a arte e a diversão. =/

augustus

29 de March de 2008
12h54

é alguém que tá por fora mesmo!
A indústria cinematográfica é massissamente contrária à guerra e vem fazendo propaganda contra a mesma continuamente.
George Clooney e demais picaretas não cansam de fazer filmes antiamericanos esquerdiotas e alguém vem falar que Hollywood está a favor da guerra? Hilário… não fosse trágico.

Barretão

29 de March de 2008
16h07

Obrigado, pessoal. :)

Augustos, valeu pela última explicação, eu nao teria explicado melhor pro alguém desinformado. :-p

Sabe um exemplo bem claro para quem gosta da “desmitificação”? Independente da crença de cada um, é só imaginar a Biblia SEM a espiritualidade e a magia do poder de deus. Exatamente a mesma coisa que nesses filmes. É que, como a maioria da visão do mundo é cristã, a crença dos outros vira mito ou lenda, então pode ser excluída. ;-)

Filipe_Tremere

31 de March de 2008
1h33

Poisé. Só pra constá, o filme de Arthur eu dormi depois de 10 minutos. Quanto à trilogia do Cornwell, “As Crônicas de Arthur” (O Rei do Inverno, O Inimigo de Deus e Excalibur) é muito legal, e recomendo, MAS ela não é muito fantasiosa como se acha. “As Brumas de Avalon” é BEM mais fantasioso que a trilogia do Cornwell.
Quanto à Fúria de Titãs, pows, filme massa, desde que eu era guri. E digo mais, talvez não concordem comigo, filme muito legal também foi A Lenda (Aquele, com Tom Cruise e Mia Sara, e Tim Curry como o DEMONHO).
Talvez a gente esteja vivendo uma “Idade da Razão” dos filmes…
Bom… Sem mais…
P.S: Tróia fedeu muito. Cruzada fedeu ligeiramente.
P.S2: Por onde anda “As Aventuras do Barão de Munchausen”?

tatita

4 de August de 2008
17h46

eu queria saber mas sobre como foi feita a peça do rei arthur como foi construida e que são os perssonagens porfavo eu preciso disso o mas rapido possivel obrigada!!!!!!

Faça um comentário!

REGRAS: Os campos com * são obrigatórios, mas seu e-mail não será mostrado, pode ficar tranqüilo. Comentários que contenham palavrões gratuitos ou desnecessários, ofensas, textos totalmente em caixa-alta, miguxês e/ou comentários que não tenham relação com o assunto tratado no post (off-topic) podem ser deletados sem nenhum aviso e o autor proibido de postar outros comentários. Bom-senso e educação às vezes fazem bem. Lembre-se: este não é um espaço democrático. Se não este não seria o "Blog do Barretão". =]

O autor do blog não se responsabiliza pelas opiniões expostas nos comentários.

Seu Nome: *
Seu E-Mail: *
Seu site:
Comentário:

uv