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Logo que voltei a LA, escrevi esse post. No dia seguinte, porém, trombei com mais uma estrela, desta vez da infância: Henry Thomas, o garotinho do E.T. Gosto dele, não só pelo E.T., mas também de filmes mais recentes em especial o Gangues de Nova York. Onde encontrei o sujeito? No mercado! É impressionante como os fotógrafos desocupados ainda não descobriram o Albertson’s de Los Feliz como nicho de fotos feias de atores sem maquiagem ou realizando o simples ritual de escolher o donnut ou a bandeja de carne. Acabei nem postando, pois ficaria meio chato tocar no mesmo assunto duas vezes seguida. Guardei como nota mental para o futuro. Só que anteontem mais uma experiência estelar aconteceu no meu cotidiano e tenho que compartilhar com vocês. Já falei que tem a Mexicana dos tacos aqui na esquina? Então, o nome do lugar é Yucca’s, bem conceituado quiosque de tacos, burritos e outras cossitas mexicanas em Los Feliz. Sabadão parece barraca de pastel, gente saindo pelo ladrão! Bom, fui ao Yucca’s comer um burrito, pois a fome era grande e a preguiça de cozinhar era maior ainda. Pedi meu delicioso quitute latino e fui até a mesa mais próxima para aguardar a tiazinha gritar “Fabiôôô” ou “Frank”! (?!?) É, ela escreve o nome no pratinho onde vai a comida – higiênico até! – e nesse dia ela escreveu Frank! Vai entender. E depois eu, por lavar louça com água fria é que sou anti-higiênico. Fábio ou Frank, lá estava eu. Aí passa uma anãzinha com cara de poucos amigos. De cara deu aquela impressão de conheço de algum lugar. Aí ela pediu a comida e a voz chamou a atenção novamente. “Opa, mais um famoso para a listinha”, pensei intrepidamente tentando decifrar quem era. Tem vez que é difícil, juro! Olhei uma, duas, três vezes. Aí veio a resposta: Rachel Bilson, a Summer de The O.C. Mas será?! Não tinha nada do appeal da personagem, o cachecol não ajudava, a Cicatriz gigantesca no lado direito da boca também não. Cicatriz? Nossa, nunca notei. Ou será que eles tiram sempre? Pode ser. E aquela cara de “comi cocô, não gostei e ainda sobrou para a janta” desanimou. Podia ser um dia ruim, problemas. Sem emprego, talvez? Acontece com todo mundo, não vou julgar por algo que apenas vi e nem interagi. Bom, eu tinha certeza, mas como todas as proporções são outras na vida real – e ela, se muito, batia no meu peito – cheguei a pensar que estava enganado dessa vez. Enquanto pensava nisso… “Fraaaak”. “Fraaaaank”, e olhou pra mim. Bom, naquele dia eu era o Frank. Fui até lá rindo e falei “Fábio” e ela “errei de novo”. A idade minha senhora, a idade! Mas ela é gente boa e me divirto lá. Eu, ou melhor, o Frank, comia seu burrito e tentava impedir que os feijões saíssem correndo quando a voz retorna: “Reichêlllll”. Bingo, era a moça! Ela deu um risadinha sem graça pra tiazinha e aí deu para confirmar que se tratava da ídala de The O.C. e a namoradinha do Hayden em Jumper. Só espero que a moça esteja mais feliz e que não seja mais uma para o grupo dos “ai que nojo”. Enfim, mais uma para a listinha dos astros avistados pelos globos oculares barretônicos!
13 comentários sobre "Vivendo com as estrelas [II]"
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