As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!

Arquivo de June/2008

Constado às 14:58 em Cinema | 9 Comentários | 

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O que seria do The Cult sem Joy Division?

Até hoje é difícil definir o que foi o Joy Division para a cena musical inglesa na virada dos anos 70. Eles surgiram no punk rock, cantavam pesado e cheio de barulho, mas tinham algo a mais. Tinham Ian Curtis. A banda deu certo e decolou já exibindo alguns traços pop, Curtis pirou com remédios que tratavam sua epilepsia e se enforcou. A banda acabou e se transformou no New Order, que vendeu disco a rodo nos anos 80. Tudo isso em cerca de quatro anos. Doido, não? Agora o cinema brasileiro sofre com uma overdose da banda. Dois filmes chegam às telas: Control, uma biografia de Ian Curtis, e Joy Division, um documentário de primeira qualidade sobre o grupo e um pedacinho do rock inglês.

Leia a crítica de Control, aqui! O Zarko que fez.

Assisti a Joy Division hoje graças a um DVD que a Daylight Films – de Campinas!!! – me mandou. Empresa nova no mercado, aliás, sabiam? Confesso que fazia tempo que o Joy Division não entrava no meu radar musical. Tenho ouvido muito Blind Guardian, Iron Maiden, U2 e Bowie. Estou precisando variar.

De qualquer forma, encarei o mega documentário dirigido por Grant Lee, sujeito inteligente e de boas sacadas que já comandou alguns vídeos do Radiohead e do Blur. Os integrantes da banda estão todos lá. Annik “Yoko” Honoré está lá. E algumas cartas de Deborah Curtis também estão lá. Aliás, Control, o outro filme, é adaptado diretamente de um livro que ela escreveu.

Todo mundo foi filmado contra um fundo negro, que dá um aspecto bem sério à coisa. Você é obrigado a olhar para aquele “velhinho” – especialmente os três que formaram o New Order, logo após o suicídio de Ian Curtis, em maio de 1980 – que relembra situações memoráveis para nós, meros mortais, mas parte da vida deles. Um desses momentos é o tal do show “fiasco” dos Sex Pistols em Manchester. Apenas 42 almas compareceram ao show, porém, a quantidade de bandas e gente influente que saiu desse grupo foi impressionante. Entre eles, claro, estava o quarteto que, algum tempo depois, viria a se chamar Joy Division.

O nome, aliás, saiu de uma matéria de jornal que falava sobre um prostíbulo de garotas judias retiradas de campos de concentração pelos oficiais nazistas. Elas não sofriam com a desgraça dos trabalhos forçados, mas tinham seus próprios problemas. Enfim, “Batalhão do Prazer”, ou algo assim, é o sentido do nome da banda.

Vários detalhes como esse são revelados pelos músicos, produtores e jornalistas que viveram aquela época. Dá até dó ver os caras se empolgando quando gravaram o primeiro disco e, quando botaram para tocar, a qualidade da gravação estava tão ruim que espantaram quase todo mundo de uma boate!

Mencionar a trilha sonora é inevitável, uma vez que as canções vão construindo a história de maneira poética e quase profética. Da rebeldia esquisita no começo, passando pelo lançamento de Unknown Pleasures (o primeiro álbum de estúdio), à depressão do último álbum – Closer, que tinha uma sepultura na capa. Interessante como, logo de cara, dava para notar que as composições do Joy Division destoavam de Sex Pistols e Buzzcocks, por exemplo, que “mandavam” na cena punk rock. Isso já abria precendentes para o pop começar a se formar. E a postura meio Jim Morrisson que o Curtis passava nos shows transformava aquele sujeito num ser curioso e digno de estudo e, claro, paixão incondicional de seus fãs, que o idolatravam. Aliás, não há como não pensar, o que seria do The Cult não fosse pelo sucesso do Joy e o padrão que Ian Curtis definiu?

O filme vai crescendo até a inevitável menção ao ponto crítico dessa história: Ian Curtis ser diagnosticado como epilético. Embora nada disso tenha muito a ver com o estilo maluco do cantor no palco, suas visitas a um tipo de transe inexplicável passaram a ter um novo sentido. Esse estilo, aliás, inspirou diretamente o professor de dança Coisinha de Jesus, do Casseta e Planeta. Não é? =D

Curioso que o formato de “entrevista + fotos de arquivo + imagens de época” faz com que todo esse longa-metragem tenha uma cara de extra muito bacana de DVD. Só que sem os caras repetindo a mesma coisa a cada novo assunto. A condução das entrevistas foi primorosa. Claro que o conteúdo ajuda, mas a edição deixou tudo muito bem amarrado e lógico.

Enfim, toda a história do Joy Division e, claro, de Manchester estão lá. Agora uma das coisas mais engraçadas é ver que, quando surge a Yoko da banda – a belga Annik Honoré – a coisa muda um pouco de figura e, melhor ainda, nenhum dos caras da banda suporta a mulher! E olha que ela fez muito menos do que a japa metida a artista. O baixista, Peter Hook, aliás, não quer nem saber e arrepia para as câmeras. O amor é lindo!

Justamente por ser muito importante para os rumos da banda e também do gênero musical, a morte de Ian Curtis toma conta dos últimos 25 minutos do filme. As reações dos amigos, o fato de estarem às vésperas da primeira turnê pelos Estados Unidos e, claro, o surgimento do New Order – que tocou por 18 anos antes de decidir executar uma das músicas do Joy Division. Também pudera, Curtis era o coração por trás das canções – fossem elas tristes ou não – e toda essa carga emocionou não foi o suficiente para que os amigos fizessem algo para ajudá-lo. Gente burra, na verdade, pois o cara tentou se matar tomando mais remédios do que devia meses antes de “conseguir” e se enforcar em casa.

Joy Division é aquele tipo de filme que vale a pena procurar uma das 3 salas que deve estar passando (não sei o tamanho do circuito) e ir conferir por vários motivos:
- Educação musical.
- Boa trilha sonora.
- Nada de adolescentes acéfalos fazendo piadinhas.

Uma verdadeira aula de história. Especialmente para quem sabe que o Joy Division é muito mais que “Love Will Tears Us Apart”.

Mas já que mencionei a dita cuja, aí vai ela. A original, não aquela versão tosca do The Cult:

Constado às 14:53 em Cinema | 11 Comentários | 

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Dentro de algumas horas parto em direção ao Grauman’s Chinese Theatre para acompanhar a première de Kung Fu Panda, de Jack Black!Kiaiiiiiiiiiii!

Como vocês sabem, vi uma prévia do filme há alguns meses e curti bastante a animação e, especialmente, o Po (personagem principal). Li boas críticas de quem já viu em Cannes, mas não sei o que o resto dos correspondentes achou. Vou assuntar hoje! Vamos ver se o positivismo continua! No máximo amanhã solto a crítica!

Não acho que seja apenas um filminho bobo com animais falantes. Capturou bem o espírito dos filmes de Kung Fu. Curiosamente, assisti a The Forbidden Kingdom e muita coisa mostrada em Kung Fu Panda aparece ali, também com um certo bom-humor. Filme de luta é sempre interessante! com ou sem Pandas Gorduchos e Gulosos! :p

Agora o mais lesgal é que no próximo domingo assistirei ao Incrível Hulk! E, na segunda, entrevisto o diretor do firme, Louis Leterrier. É o mesmo diretor do Carga Explosiva, que eu curti, mesmo com aquele monte de idéias impossíveis e absurdas acontecendo ao mesmo tempo. Entretanto, não estou empolgado com esse Hulk de Edward Norton. Os vídeos não funcionaram para mim e estou com uma sensação esquisita.

Em tempo, devo dizer que gostei do Hulk do Ang Lee. Ótimo filme sobre a essência de um monstro. Pode não combinar com Hulk, mas fez sentido como peça cinematográfica. Enfim, domingo falo mais dele.

===

ATUALIZAÇÃO:

There’s no charge for awesomeness!
- Pô

Vou deixar a crítica para depois, mas, seguinte: O filme é muito, mas muito hilário! Não ria assim há anos. Beira a genialidade!!!!

Adorei!

As cenas de luta são ótimas, a comédia funciona do começo ao fim e o elenco de vozes é show de bola!!! Efeitos muito bem feitos. Nossa, não consigo encontrar nenhum ponto para criticar negativamente.

Bom, o negócio é o seguinte: Panda é ASSAZ de legal! :D Um abraço para todos os outros animais digitais, ninguém se compara ao lorde supremo Pô!

KIAAAAAAAAAAAAA… ai ai ai minhas costas!

Constado às 14:15 em Pessoal, Star Wars, Viagem | 12 Comentários | 

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[Momento família nerd on]
Quando recebi essa foto, lembrei imediatamente de um quadrinho de Star Wars que integra minha coleção. Hoje resolvi pegar a bendita capa e fiz a pequena comparação. Impressionante como os desígnios da Força são absurdamente inexoráveis e, por que não, poéticos!
[Momento família nerd off]

Constado às 17:14 em Cinema | 20 Comentários | 

Como vocês podem ler na Sci-Fi News, que chega às bancas nessa semana, entrevistei David Duchovny, o Fox Mulder, de Arquivo X. A entrevista aconteceu alguns dias antes do filme ser batizado X-Files: I Want to Believe. Foi no mesmo hotel onde conheci o Harrison Ford, aliás. E, felizmente, dessa vez, eu era o único brasileiro lá. Dá neles, Sci-Fi! :D

Bom, a entrevista foi bem bacana e gerou um momento genial por parte do Duchovny, claro, com imensa ajuda de Giovanna. Quem? Lembra da italiana maluca que atrapalhou a cobertura do Jim Carrey e que atendeu o telefone durante a entrevista do Jack Black? A mulher é um terror e tem o inglês mais bonito entre os correspondentes! Ráu ari iú?!

Tudo começou antes da entrevista. A gente feliz da vida, pois ela não estava lá. Alguns a chamam de Bruxa de Blair, para vocês terem a idéia. Ótima notícia, seria uma entrevistas sem incidentes ou perguntas sobre a Itália. Fomos todos levados ao gigantesco salão de baile onde David concedia entrevista para outro grupo.

Uma comoção na porta atraiu nossa atenção. Seria o ator? Provavelmente não, pois ele ainda falava na outra mesa. Eis que ela surge em sua magnanimidade, Giovanna. Esvoaçando seus cabelos negros, de óculos escuro, carregando aquela bolsa que deve ter metade dos guias de cinema da Itália, e com um sorrisão bonito, bonito. Ela é toda simpática mesmo, mas nada supera as presepadas. A cara de “putz” de todo mundo era notável. Até o sujeito da Holanda já sabe da fama dela, para vocês terem uma idéia.

Ok, a entrevista começou e lá vamos nós. Papo-vai, papo-vem, ela saca um USA Today de sua bolsa – um modelo defeituoso da genial sacola do gato Félix – e começa a fazer uma pergunta. Foi algo mais ou menos assim (nem com a fita eu consigo entender tudo):

- Du iu lôôôve mrs. Armstrong? (Você ama a senhora Armostrong?) – diz a doida.

- Quem? – a cara de Hank (Californication) que o Duchovny fez foi hilária.

- Du iu laaaikêê vorkin uitii mrs. Armstrong in anóóoder mooovi? It sais in de níííuspáper, Ú ES Tódêi. (Você gostaria de trabalhar com a senhorita Armstrong em outro filme?) – insistiu Gionvana, apontando para o jornal e tentando fazer mímica.

- Isso foi publicado hoje? Se eu a amo? – parecia pegadinha!

- Nô, lást uíííki. Du iu enjóóói mrs. Armstrong? (Não, semana passada. Você gosta da senhorita Armstrong?) – e fez aquele sorrisão de, “pronto, agora você responde porque você entendeu”.

Então, o Duchovny respondeu sobre a relação dele com a Gillian e tudo mais. Agora, ARMSTRONG?! A mulher bebeu? Mas não parou por aí! Embora as risadinhas contidas dos jornalistas AND do David Duchovny deram um clima engraçado à mesa.

Minutos mais tarde, lá vai a Giovanna se empolgar de novo.

- Díd iu kipi in côôôntácti uití mrs. Armstrong? (Você mantém contato com a moçoila Armstrong?) – disparou.

E aí o Duchovny mandou porrada.

- Quem é essa Armstrong que você está falando? Não conheço ninguém chamada Armstrong?

TODO MUNDO rachou o bico. Foi hilário, simplesmente não deu para segurar. Aí ela abriu a boca para tentar explicar e o David não deixou.

- Eu sei de quem você está falando, só estou zoando com a sua cara. O nome é Anderson! E é Gillian, não Julian (que é como ela estava chamando a Scully).

Confesso que não esperava essa invertida dele, mas fazia todo o sentido depois do modo como ele se comportou e respondeu a tudo sempre com bom-humor ao longo da entrevista.

Até hoje eu dou risada quando escuto à fita e tento decifrar mais uma pergunta que ela fez, mas nem ele e nem ninguém entendeu.

Definitivamente, o Duchovny ganhou um fã! :D

Constado às 21:12 em Cinema | 21 Comentários | 

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O que dizer sobre a Sarah Jessica Parker? Quem? A moça da foto aí de cima! É, ela mesma!

Não é ela? Claro que é! Não, é? Vejamos. Ela é feia, dá medo e tem uma verruga que deve ser visível a olho nu por alguém em Marte! E, pior que a Bruxa Má do Oeste, ela fuma, o que também a torna fedida, uma vez que o cigarro cheirosinho ainda não foi inventado, todos fedem.

Ela é o maior motivo por eu não ter a menor vontade de assistir a série ou o “filme” que chegou aos cinemas por aqui. Encarei um pouco de Sex and the City, muito por conta da Samantha, devo assumir, mas simplesmente passei a rejeitar qualquer coisa do assunto quando vi um episódio no qual a personagem da Bruxa Jessica Parker passava o tempo todo falando de cigarro, procurando cigarro e, inevitavelmente, fumando. Uma questão pessoal que me enoja e simplesmente não agrega absolutamente nada. E nem consegue ser engraçado. Muita gente vai discordar, claro, mas não é! Sabe o que é pior? As outras três atrizes são bonitas e divertidas, até. A Charlotte é a mais bonita, sem dúvida. A Kim Cattral – musa nerd que já usou orelhas de Vulcano em fllme de Jornada nas Estrelas – com aquele lance de caiu na rede é peixe chama atenção e a Miranda tem seus momentos agora, justo a “líder do clube da luluzinha” é a piorzona de todas. A atriz é ruim e a personagem ruim e meia!

E não é o fato de ser uma série feminina que gera essa impressão. Gilmore Girls é engraçado e inteligente, e é totalmente feminino. Boas sacadas, um elenco legal e não é uma série metida a cosmopolita com mulheres fúteis e, claro, problemas descartáveis. Devo dizer, porém, que chegava a ficar desesperado com Lorelay e Rory falando sem parar quase na velocidade da luz. Insano! Mas o melhor é que Gilmore Girls não tem como personagem principal o resultado do cruzamento genético da Bruxa do 71 com a Bruxa Má do Oeste – tudo patrocinado pela Phillip-Morris, claro!

Existe um certo medo em torno dessa atriz. Algo inexplicável. Simplesmente medo. O fato de ser feia, nojenta, verrugenta, ter um cabelo assustador e, o pior de tudo, ser uma péssima atriz podem ser apenas elementos nessa sensação constante de medo. Austin Powers me entende. Quando ele vê o sujeito com verruga gigante, ele surta. O caso dele é mais pontual. É apenas a verruga.

No meu caso, o problema é ela. Não esses elementos separadamente, mas todos juntos, nela. Quer um exemplo? Conheço duas pessoas que tem pavor de Anão!?!?!? Sério! Não é preconceito social nem nada – pode parecer uma coisa meio Caco Antibes, “eu odeio pobre”. É puro medo, pavor, desespero. Vi uma dessas pessoas sair correndo e gritando quando deu de cara com um anão numa esquina. Outra quase desmaiou quando foi fazer a unha e descobriu que a manicure era uma anã e, para não ofender a moça, se segurou enfrentando calafrios e um suadouro absurdo enquanto “aquelas mãozinhas” cuidavam de suas unhas. Dá para explicar? Não. Ser humano é estranho. Mas a Sarah é estranha e meia. :D

Analisemos Sarah Jessica Parker como atriz (!?). Foi a pior coisa de Marte Ataca!, que é engraçado até dizer chega. Fez uma série de filmes como coadjuvante e, claro, não chamou a atenção de ninguém qualitativamente. Aí veio Sex and the City e a mulher se transformou em “modelo e ícone” de uma geração. Vai, entender. Quando eu digo que o ser humano é estranho, esse tipo de coisa me convence mais ainda. A última coisa que assisti com a bruxinha participando foi uma comédia romântica (The Family Stone, acho), com a Claire Danes – muito bonita –, Diane Keaton – que já foi muito bonita e é ótima atriz – e o Luke Wilson. Assisti no Telecine antes de vir para Los Angeles e até que achei simpático, divertido e aí… aí ela apareceu com aquela cara de Sarah. Feia e nojenta (acho que já disse isso, né?). Não dá, ela simplesmente não me convence e é daquele tipo que têm caras e bocas idênticas o tempo todo. Caras e bocas feias, devo reforçar.

Tem gente que gosta, claro. Já ouvi elogios absurdos ao corpo e ao estilo (?!) dela. Mas tem gosto para tudo, né? Aliás, no filme que estréia essa semana no Brasil, parece que o Mr. Big resolve casar com a chaminé baranga. Tem doido pra tudo.

Acho que dessa vez, certa está a Isabela, da Veja, que desceu a lenha no filme. Se uma mulher não gostou dessa coisa, então eu não me sinto nem um pouco pressionado a gostar. E não adianta o povo ficar nervosinho com a resposta da imprensa. Se é ruim, é ruim. Pegue o Hairspray, por exemplo, é bom e todo mundo gostou. O Indiana Jones ficou no meio termo e assim concorda o público, que caiu 51% na segunda semana. Sex and the City deve ser uma bomba maior que A Bússola de Ouro, mas, claro, vai ter gente achando o máximo. Opinião é isso aí!

Pode ser que o restante do elenco surpreenda e que as duas horas e meia de exibição reservem alguma utilidade cinematográfica, mas eu duvido. De caça-níquel a indústria já está cheio e esse é aposta certa, em termos de bilheteria. E o pior é que essa obra de arte está batendo Indiana Jones nas bilheterias. O duro vai ser ter que pagar US$ 11 para assistir esse filme, já que a PlayArte, para variar, não consegue mostrar o filme e vive pisando na bola. Ossos do ofício.

Só tenho mais uma coisa a dizer: Jesus me arrebata!

Constado às 10:35 em Cinema | 12 Comentários | 

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Xii, o domingo começou com o pé esquerdo. Desde de cedinho, um incêndio está consumindo parte dos estúdios da Universal, mais especificamente o back lot, onde cenas externas são filmadas. Embora nada ainda seja certo, parece que a Prefeitura de Hill Valley, de De Volta para o Futuro, foi totalmente destruída e uma exibição sobre King Kong também deu adeus ao mundo.

Até pensei em ir até lá, mas deve estar uma confusão tão grande com bombeiros e, como meu press pass da LAPD ainda não chegou, ficaria limitado às áreas onde o público está. Espero que eles resolvam logo e nada mais seja perdido. Situação chata para burro.

As causas são desconhecidas, mas desconfio que o calor de mais de 30 graus registrado ontem possa ter algo a ver. O clima está muito seco por aqui.

Quem quiser saber mais, veja matéria da CNN.

Só para evitar confusões:
- O back lot do estúdio pegou fogo.
- As chamas não atingiram o Parque de Diversões e nenhuma outra área.
- O cenário de Hill Valley foi destruído (não a atração)
- Uma exposição sobre King Kong foi destruída (não a atração)
- E o edifício de um arquivo de imagens também foi atingido e danificado. Ainda não há dados sobre o conteúdo específico desse prédio.

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Atualização
Fui até o local ontem. Gente que dó, ficou feio para burro! Destruiu MUITA coisa!

uv