As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!

Astros

Constado às 14:11 em Astros, Cinema, Cobertura, Exclusivo, Festival | 3 Comentários | 

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Foram dez dias de festival. Mais de 230 filmes. Disputa por ingressos dos favoritos. Mostras internacionais, exibições públicas ao ar livre e profissionais de cinema respirando o mesmo clima durante todo o tempo. Tudo isso dentro de uma minicidade cinematográfica organizada no coração da Westwood Village. Assim aconteceu o Los Angeles Film Festival, um evento anual patrocinado pelo jornal Los Angeles Times, com o objetivo de reforçar a prolífica produção independente de uma Hollywood que o Brasil pouco conhece.

Embora os filmes dos grandes estúdios movimentem a maior parte da renda em Los Angeles, o cinema independente é responsável pelo trabalho de base ao treinar muitos dos profissionais e ao fornecer emprego e renda para empresas menores, como locadores de equipamentos, estúdios de mixagem e tantos outros segmentos que vivem em função do cinema. Com verba menor – mas ainda assim grande para os padrões brasileiros – e apoio de uma cidade que precisa de filmes para sobreviver, a produção independente é ininterrupta. Para este ano, por exemplo, 5000 filmes foram inscritos. 75% foram produzidos em Los Angeles.

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Constado às 22:15 em Astros, Cinema, Entrevistas, Exclusivo | 16 Comentários | 

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LOS ANGELES - Jack Black sempre foi engraçadão. Depois de Escola de Rock e Tenacious D - Uma Dupla Infernal não sobrou mais nenhuma dúvida. Ele é um cara bacana, mas fica se esforçando para fazer caretas enquanto fala. O que me tirou o foco um pouco, pois eu acabava rindo, mas foi sossegado. Entrou na sala comendo e até ofereceu! o_O Ele arrebenta em Kung Fu Panda e, em breve, vem por aí com Tropic Thunder!

Confira o bate-papo com Jack Black! Sem muita enrolação hoje! =D

Qual é a melhor parte de se trabalhar numa animação?
É uma delícia. Você vai até o estúdio vez por mês, trabalha três ou quatro horas. Nada de maquiagem. Chega ao meio-dia (cara muito feliz). Faz a dublagem. E está tudo no script, mas dá para improvisar um pouco. É divertido.

O que você sente ao ver aquele panda como sua representação na tela?

Raiva. É como se ele tivesse roubado minha alma! Hahaha!

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Constado às 09:56 em Artigos, Astros, Cinema, Comportamento, Exclusivo | 4 Comentários | 

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Até mesmo pessoas inteligentes têm seus momentos “Magdaâ€. Sharon Stone falou bobagem da China e levou uma invertida poderosa e financeira. Entretanto, esse caso nem se compara ao cala-boca que Spike Lee levou do Clint Eastwood outro dia. Bom, o sujeito também foi mexer com o Clint? Putz, com Dirty Harry não se brinca, filhote! Mas ele foi pregar aquela palhaçada racial dele (direitos são uma coisa, usar como arma política ou de publicidade é outra totalmente diferente, e foi isso que ele fez) e se esqueceu de pensar se seu argumento era válido ou não.

Vou explicar por que Spike Lee se demonstrou um tapado, nesse caso. Gosto dele, mas perdeu vários pontos depois dessa. Vamos aos fatos:

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“Clint Eastwood fez dois filmes sobre Iwo Jima que duram mais de quatro horas no total e nos quais não aparece nenhum ator negro. Caso vocês, repórteres, tivessem coragem, perguntariam por que agi desta forma”, declarou Spike Lee, em Cannes.

E eles perguntaram.

“O que quer que eu faça? Uma campanha em defesa da igualdade de oportunidades, por exemplo? Minha missão não é esta, mas faço uma leitura histórica. Quando faço um filme baseado em uma história na qual 90% das pessoas envolvidas eram negras, como ‘Birdie’ - sobre o músico Charlie Parker -, uso 90% de atores negros”, devolveu Clint Eastwood.

Com os dois lados expostos, vou amarrar essa coisa toda. Como alguns de vocês sabem, eu escrevo contos e, no momento, estou trabalhando no meu primeiro livro. Mês passado, porém, escrevi um roteiro em inglês da minha primeira tentativa de curta-metragem. O assunto: Segunda Guerra Mundial. Curiosamente, eu queria escalar um ator negro para o papel, mais especificamente John Adams (Dead Zone), colega meu aqui , gente boa pacas e que arranha no português.

Diferente do Spike Lee, eu pesquisei a presença e a participação de soldados negros no conflito, especialmente no Teatro de Operações Europeu. Como fã e estudioso do tema, achei estranho também, assim como o Lee, que não houvesse negros em produções como Band of Brothers, O Resgate do Soldado Ryan, Além da Linha Vermelha, e por aí vai. Demorou um pouco para chegar ao resultado, mas o próprio John me colocou em contato com um veterano que, além de indicar um material distribuído na comunidade negra aqui, deu a resposta: não haviam negros na linha de frente norte-americana no início da guerra, especialmente no Dia-D.

O Teatro do Pacífico, porém, apresentou a utilização de combatentes negros bem mais rápido e, realmente, havia um contingente afro-americano na invasão às ilhas japonesas como Iwo Jima, mas um número ínfimo se comparado aos caucasianos. O comentário de Lee soa fora de contexto, uma vez que os filmes de Eastwood tem por objetivo retratar a história dos soldados que levantaram a bandeira, em A Conquista da Honra, e dos japoneses, em Cartas de Iwo Jima. Spike Lee vem tocando nesse tema há um tempo, diz que é provocação de Eastwood e promete fazer seu próprio filme de guerra para “corrigir†esses erros. Ótimo, mas que o faça num intervalo histórico onde a participação negra foi verídica. É realmente necessário mostrar esse aspecto da guerra.

Os Estados Unidos ainda viviam um sistema social segregado durante Segunda Guerra Mundial, que continuou a ter seus efeitos inclusive durante o Vietnã – aí sim uma guerra onde os negros foram enviados ao front sem pensar duas vezes. Quem assistiu a Fomos Heróis pode notar a integração entre os soldados, mas o detalhe da segregação surge quando uma das esposas recém-chegadas fica surpresa com a lavanderia “withes only†(ela pensou que só podia lavar roupa branca, mas, na verdade era que só “gente†branca poderia entrar no estabelecimento).

Não havia nenhum pára-quedista negro no ataque aéreo e tampouco dentro das barcaças de desembarque. O primeiro negro a colocar os pés na Normandia foi um motorista de caminhão, que levava suprimentos para os combatentes. As unidades do Exército formadas por negros eram não-combatentes, no início da guerra, mas isso foi mudando ao longo do conflito. O personagem de Cuba Godding Jr. em Pearl Harbor, por exemplo, deixa claro que “lugar de negro era na cozinha”, sob a ótica das Forças Armadas, pelo menos até a briga começar e as estúpidas barreiras raciais começaram a esmorecer, afinal, muito branquelo foi salvo pela coragem e bravura dos soldados negros.

Voltando a Spike Lee. Como membro ativo da comunidade negra e, sem dúvida, em contato com todo esse material que um recém-chegado como eu conseguiu, soa apenas como jogada de marketing criticar Clint abertamente. A resposta de Eastwood foi perfeita e dentro da realidade do conflito. Para que escalar negros num lugar onde não haviam negros lutando? Seria o mesmo que George Lucas escalar atores brancos para estrelar Red Tails, que vai contar a história do melhor esquadrão de caça da WWII e que era totalmente formado por pilotos negros. Se o Lucas estragar esse, eu juro que ele perde meu respeito!

O “ataque†de Lee tem uma razão, porém. O próximo projeto de Clint Eastwood envolve a história de Nelson Mandela, o primeiro presidente negro da Ãfrica do Sul. Entendo a postura do cineasta desafiante como um aviso: “estamos de olho no que você fazâ€. Mas o golpe não funcionou, e o detentor do título devolveu com um nocaute: “Não vou transformar Nelson Mandela em um brancoâ€, disse sorrindo.

Portanto, Spike, meu caro: calaaaaaaaaaaaaaaada!

Constado às 10:56 em Astros, Cinema, Estrelismo, Pessoal, Viagem | 13 Comentários | 

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Logo que voltei a LA, escrevi esse post. No dia seguinte, porém, trombei com mais uma estrela, desta vez da infância: Henry Thomas, o garotinho do E.T. Gosto dele, não só pelo E.T., mas também de filmes mais recentes em especial o Gangues de Nova York. Onde encontrei o sujeito? No mercado! É impressionante como os fotógrafos desocupados ainda não descobriram o Albertson’s de Los Feliz como nicho de fotos feias de atores sem maquiagem ou realizando o simples ritual de escolher o donnut ou a bandeja de carne.

Acabei nem postando, pois ficaria meio chato tocar no mesmo assunto duas vezes seguida. Guardei como nota mental para o futuro. Só que anteontem mais uma experiência estelar aconteceu no meu cotidiano e tenho que compartilhar com vocês.

Já falei que tem a Mexicana dos tacos aqui na esquina? Então, o nome do lugar é Yucca’s, bem conceituado quiosque de tacos, burritos e outras cossitas mexicanas em Los Feliz. Sabadão parece barraca de pastel, gente saindo pelo ladrão!

Bom, fui ao Yucca’s comer um burrito, pois a fome era grande e a preguiça de cozinhar era maior ainda. Pedi meu delicioso quitute latino e fui até a mesa mais próxima para aguardar a tiazinha gritar “Fabiôôô†ou “Frankâ€! (?!?) É, ela escreve o nome no pratinho onde vai a comida – higiênico até! – e nesse dia ela escreveu Frank! Vai entender. E depois eu, por lavar louça com água fria é que sou anti-higiênico.

Fábio ou Frank, lá estava eu. Aí passa uma anãzinha com cara de poucos amigos. De cara deu aquela impressão de conheço de algum lugar. Aí ela pediu a comida e a voz chamou a atenção novamente. “Opa, mais um famoso para a listinhaâ€, pensei intrepidamente tentando decifrar quem era. Tem vez que é difícil, juro!

Olhei uma, duas, três vezes. Aí veio a resposta: Rachel Bilson, a Summer de The O.C. Mas será?! Não tinha nada do appeal da personagem, o cachecol não ajudava, a Cicatriz gigantesca no lado direito da boca também não. Cicatriz? Nossa, nunca notei. Ou será que eles tiram sempre? Pode ser. E aquela cara de “comi cocô, não gostei e ainda sobrou para a janta†desanimou.

Podia ser um dia ruim, problemas. Sem emprego, talvez? Acontece com todo mundo, não vou julgar por algo que apenas vi e nem interagi. Bom, eu tinha certeza, mas como todas as proporções são outras na vida real – e ela, se muito, batia no meu peito – cheguei a pensar que estava enganado dessa vez.

Enquanto pensava nisso… “Fraaaakâ€. “Fraaaaankâ€, e olhou pra mim. Bom, naquele dia eu era o Frank. Fui até lá rindo e falei “Fábio†e ela “errei de novoâ€. A idade minha senhora, a idade! Mas ela é gente boa e me divirto lá.

Eu, ou melhor, o Frank, comia seu burrito e tentava impedir que os feijões saíssem correndo quando a voz retorna: “Reichêlllllâ€. Bingo, era a moça! Ela deu um risadinha sem graça pra tiazinha e aí deu para confirmar que se tratava da ídala de The O.C. e a namoradinha do Hayden em Jumper.

Só espero que a moça esteja mais feliz e que não seja mais uma para o grupo dos “ai que nojoâ€. Enfim, mais uma para a listinha dos astros avistados pelos globos oculares barretônicos!

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Constado às 08:02 em Astros, Cinema, Comportamento, Pessoal, Viagem | 8 Comentários | 

ChacotayTem duas coisas que me lembram que não estou mais no Kansas.. oops.. em São Paulo: motoristas que respeitam o pedestre e astros de cinema e TV agindo como gente normal. Explico: enquanto meu corpo ainda se acostumava com o clima e tentava se convencer de que eu não estava acordado há quase 22 horas, fui ao mercado comprar pasta de dentes e pão. Qual minha surpresa quando aparece um sujeito meio conhecido empurrando um carrinho? Levou menos de um segundo para me tocar de que ali estava Chacotay, ou melhor, Robert Beltran, um ator de origem meio-índio e meio-mexicano, que já trabalhou com Chuck Norris (KIAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII) e ajudou o elenco de Star Trek: Voyager a resolver a cagada que a capitã Janeway fez ao perder a nave.

Bati um papo com ele, que se mostrou bem receptivo e só não tirei foto por que, convenhamos, quem leva máquina fotográfica quando vai comprar pasta de dentes? Bem, da próxima vez eu levo!

Bem, aí vem a segunda parte. Hoje cedo, antes de iniciar a jornada do post anterior, fui pegar um café e quem estava papeando com duas gatas, vestindo um boné meio brega e com cara de intelectual? Zachary Quinto, ou melhor, Sylar, o chupa-cérebro de Heroes e, claro, o novo Spock, do novo filme de Jornada nas Estrelas. Seria algum complô Roddenberiano contra minha sanidade? Tentativa de corromper ao lado tricorder da força?

AimeusantoAsimov!

Fato é, os dois já entraram para o hall de celebridades que cruzaram meu caminho nessa longa e absurda jornada em Los Angeles, audaciosamente indo aonde nenhum outro Madrigal Barreto jamais esteve. Numa viagem de cinco anos, explorando a Califórnia, criando a filha e tentando fazer algo decente para a esposa. Nem para isso precise ficar um pouco longinho de todo mundo.

Piriri. Enterprise, um para subir!

Constado às 20:02 em Astros, Entrevistas, Época | 14 Comentários | 

Primeira Capa NACIONAL!

Chega ao fim a primeira parte da saga de Harrison Ford nas minhas mãos. Está nas bancas a revista ÉPOCA, edição 511, com chamada de capa para a Entrevista de Harrison Ford. Minha primeira matéria e logo na capa. Acabei dividindo o crédito com o Bruno Segadilha, mas tudo bem. O Bruno é gente boa e fico feliz de compartilhar isso com ele. :-D

O link para a entrevista está aqui.
Comentem no site lá, por favor. Ajuda a dar uma moral! :)

Bom, isso foi para TODOS OS NERDS NO BRASIL, até para aqueles que me detestam! :-)
A gente merecia isso! E eu também, especialmente depois desse mês de cão aqui, sozinho, longe da minha família, e comendo sanduíche de presunto todo dia.

A primeira de muitas aventuras em Hollywood!

Constado às 11:38 em Astros, Cinema, TV | 5 Comentários | 

Ellen Page e Michael Cera

Depois que o Oscar terminou e os arrogantes irmãos Coen saíram de cena, a ABC exibiu um programa especial da apresentadora Barbara Walters. Quem? Manja a Hebe? Então, sem botóx e o sorriso, mas que entende muuuuuuuuuuuito de cinema.

Barbara entrevistou três pessoas bem diversificadas e, cada uma a seu jeito, interessante. Passaram por lá a Hannah Montana (cujo filme verei no dia 10), Harrison Ford e Ellen Page, a estrelinha do momento. Fica até feio falar o nome delas na mesma sentença que o Ford, mas sucesso é sucesso!

A Hannah Montana foi chata. O Ford eu conto ainda hoje. Mas a Ellen surpreendeu, sabe? Com aquela carinha de menininha e vários sorrisinhos por ficar sem graça com as perguntas, ela disse uma coisa bem interessante de um modo mais interessante ainda. Barbara perguntou: você fez algo de relevante para ser indicada ao Oscar? Resposta: Hell, no! No bom e velho português, Nem a pau!

Gostei de ver, sabe. A guria foi indicada a Melhor Atriz e fala para quem quiser ouvir que acha que não merecia. Minha opinião não interessa assim, mas sim a postura dela, bem diferente de muita gente mais experiente que se empolga e se acha deus por ter o nomezinho dito na cerimônia.

Além de ser bem humilde, Ellen Page também foi “intimada” a cantar, mas disse que só consegue cantar com um violão. Pouco depois surgiu um violão e ela cantou um trecho de Anyone Else But You. Essa música é mnemônica, fica marcada na cabeça. Mais um ponto para esse jovem talento.

Constado às 22:40 em Astros, Entrevistas, Estrelismo | 12 Comentários | 

Amigos, só para não passar em branco, pois agora estou escrevendo a matéria, gostaria de dizer que, profissionalmente, hoje foi um dos dias mais grandiosos da minha vida. Várias razões: entrevistei o Harrison Ford duas vezes, briguei de igual para igual com uma crítica de cinema bem conhecida e, de quebra, ainda mostrei pra um certo sujeito como se entrevista um grande astro. Nada de perguntas bestas. “Fanzineiro é a mãe!”. Sem nomes. :)

Harrison Ford é sensacional. Inteligente. Bem posicionado. Foi gente boa, lembrou quando eu apareci denovo numa mesa de entrevista.. hehe.. eu conto a história depois, e é simplesmente apaixonado pelo Indiana Jones. Enfim, muitos detalhes.

Essa é do bem:
Bó.. eu apertei a mão dele!

Agora essa é do mal, pra nego que fala mais que a boca e se empolga:
Eu falei com ele por uma hora e ainda o cumprimentei DUAS VEZES… DUAS…
Em homenagem ao Morph, CHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUPA! É! CHUUUUPA!
Eu não prometo.. eu vou lá e faço, entendeu? hahahahah

Pronto, alma lavada.

Foi FANTÃSTICOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO…

INDIANA JONES VEM AÃ… E PREPAREM-SE, TONY STARK VAI TER RALAR MUITO A ARMADURA PRA BATER O INDY!
Se bem que vou entrevistar o elenco de Homem de Ferro tmb, então… saberei muito em breve. Mas que o Indy vai dar uma coça, ah vai!

Amanhã acho que consigo colocar um relato mais legal sobre so acontecidos. Tem cada curiosidade.. heheheeh… Ah, meu editor falou pra não espalhar… ah.. tipo… puuuuuuuuuuuuuuuuuuutz! :-p
“Isso me escapuliu!”

Constado às 15:54 em Astros, Entrevistas, Estrelismo, Época | 11 Comentários | 

Oi Indy!

Preciso compartilhar esse momento de felicidade extrema com vocês.
Harrison Ford, Han Solo, Indiana Jones… bahh.. o Solo estará sentado numa mesa e na outra ponta, eu!

JESUISMARIAJOSÉYODADASCOUVES! Assim, tão rápido?

Duh!

Imagina eu: Oi Indy! o/

- PREPARE FOR GLORY…. RAUL.. RAUL..
- Não, Raul não.. Harrison Ford mesmo!

A notícia menos legal é que, se rolar, vai ser só pra Época, amiguinhos!

Constado às 15:01 em Astros, Comportamento, blu-ray | 6 Comentários | 

Vruuuuuuuuuuuuuuuum!

Era uma vez um filme chamado Mad Max, com um atorzinho pouco conhecido e um bando de australiano maluco que falava “marciano”. O sotaque era tão ruim que decidiram redublar o filme para passar aqui nos States, PORÉM, não era dublagem brasileira - que é boa para carambaaaaaaaaa! - e ficou uma porcaria. Logo, o filme ficou no limbo e quase ninguém viu. Beleza, só mais um.

Só que o tal atorzinho – um tal Mel Gibson – começou a ficar famoso e os australiaos malucos resolveram fazer o Mad Max 2, mas NINGUÉM aqui sabia do primeiro, então por que diabos fazer um 2? Por conta disso, resolveram mudar o nome do filme para Road Warrior – afinal, aqui eles podem, né? Se a gente faz isso no Brasil leva porrada de tudo quanto é lado. É por isso que, para muito gringo tapado, existiam apenas dois filmes e eles ignoravam o primeiro, que depois virou Cult e tals com todo o sucesso do Mel Gibson, que tinha só 23 aninhos na época.

Calma, não foi nenhuma fonte misteriosa que me contou. Eu sabia que o nome era outro por causa de público, mas não conhecia os detalhes até ver Leonard Maltin, um dos grandes críticos norte-americanos, contar essa história num dos extras do Blu-Ray de Road Warrior, ou melhor, Mad Max 2. Interessante saber disso.

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