As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!

Cinema

Constado às 14:29 em Cinema | 3 Comentários | 

Speed Racer

A apresentação de Speed Racer para a imprensa mundial aconteceu na quinta-feira passada, na ShoWest, em Las Vegas, para o Brasil, porém a estratégia é bem mais legal. O elenco vai ao Brasil no final de abril. Isso mesmo, Emily Hirsh e, ao que tudo indica, Christina Ricci, passarão por terras brasileiras para divulgar o filme. Se o padrão for seguido, a dupla deve receber a imprensa e participar de uma avant première no Rio de Janeiro, onde, tradicionalmente, esse tipo de evento acontece.

Só para lembrar, Emile Hirsh vive Go Racer (nome original), o personagem principal, um corredor jovem e dono do poderoso Mach 5, cheio de botões mirabolantes e apetrechos bem úteis para corridas em lugares perigosos. Ele tem uma namoradinha, Trixie, papal de Christina Ricci. Quem também está o elenco é Matthew Fox, o Jack de Lost, no papal do Corredor X, que, na verdade - SPOILER - é irmão de Speed, Go, Ligeirinho, traduza como quiser. :) Os pais do garoto são vividos por Susan Sarandon e John Goodman.

Aguardem mais informações! Entrevistas com o elenco você confere, em breve, aqui. E sem parceiros! haha

Constado às 21:43 em Cinema | 5 Comentários | 

Hellboy II

A Universal Pictures começa a se mover com força e impacto em 2008. A primeira grande notícia é a assinatura de um contrato de 3 anos para produções conjuntas envolvendo todos os personagens da Dark Horse Comics e possíveis adaptações para cinema, TV e DVD. Um dos motivos do contrato é a proximidade com o lançamento de HellBoy 2: The Golden Army, dirigido por Guillermo Del Toro, e a possível exploração do personagem que já fez sucesso com seu primeiro filme, mas foi produzido pela Revolution.

De acordo com o presidente e fundador da Dark Horse, Mike Richardson, o fato de vários projetos já terem sido bancados pela Universal e o desejo de terem uma “casinha†para seus produtos foram fundamentais para fechar o acordo. Quem não vai ficar feliz com a história são os outros estúdios que já assinaram co-produções com a DH, como a Warner, que já emplacou filmes como 300 e O Máscara; a Sony, dona de 30 Dias de Noite; e a Fox, que bancou Alien Vs. Predador. O mais preocupante no momento é a história da continuação para 300, já mencionada por Mark Canton aqui, mas que estava vinculada diretamente à Warner. Embora não exista no formato quadrinho, esse novo filme ainda pode mudar de mãos graças a contratos de direitos autorais e patentes ligados à DH. Fiquemos de olho.

Outra faceta do acordo são os projetos diretos para DVD, que também serão distribuídos pelo braço de home entertainment da Universal. O interessante é que, agora, ninguém mais chega perto dos trabalhos de Neil Gaiman, Frank Miller, Mike Mignola, Gerard Way e Will Eisner. Pelo menos pelos próximos 3 anos. Planos para TV também estão incluídos, mas nada anunciado.

Enquanto isso, no Brasil, é cada vez mais próximo o momento da separação entre Paramount e Universal. As empresas terão seus braços cinematográficos oficialmente encerrados em novembro desse ano e, em 2009, a Universal Pictures passa a trabalhar autônoma em território brasileiro, o que pode ser uma boa notícia para o consumidor final, uma vez que, com mais um “competidorâ€, o mercado precise se mobilizar para não perder terreno.

A cisão é estruturada e vem acontecendo nos últimos anos. Sem motivo de pânico para a Paramount, que está bem das pernas esse ano, especialmente com o sucesso de Cloverfield e os blockbusters Indiana Jones IV e Homem de Ferro. Ela briga com ela mesma no quesito grandes heróis do ano. E tem um line up de fazer inveja. Grande ano para a companhia.

Constado às 21:38 em Cinema | 2 Comentários | 

Tropa de Elite

De acordo com a Reuters, as primeiras exibições públicas do filme Tropa de Elite, ou melhor, The Elite Squad, de José Padilha, acontecem no Festival de Tribeca, em Nova Iorque. Enquanto isso, o filme também tem previsão anunciada para o mercado oriental. Por conta de um contrato entre a Weinstein Co. e a Sundream Motion Picture, que assumiu os direitos de distribuição no oriente, o vencedor brasileiro do Festival de Berlim já pode se preparar para os asiáticos, de acordo com a Variety. A comédia Superhero também está nos planos para o fim do ano. Tudo isso acontece por conta do plano da Sundream de se confirmar como um dos maiores estúdios de Hong Kong e mostrar a cara internacionalmente. O line up é interessante e se o sucesso de Tropa se confirmar nos Estados Unidos, estourar no oriente vai ser questão de tempo.

Constado às 14:56 em Cinema | 2 Comentários | 

Hora do comercial. Confiram a nova Sci-Fi News. Tudo bem que a capa é Lost, que eu não assisto desde a segunda temporada, mas tem bastante coisa de cinema lá dentro. Destaques:

SFN 121

- Especial: As Crônicas de Spiderwick;
- Estréia do SOS Hollywood versão impressa, afinal, nem todo mundo tem internet;
- Entrevista exclusivésima com Anthony Daniels sobre as históris da saga e a exposição em São Paulo;
- Desfecho do cancela/não cancela de Supernatural;
- Entrevista com Jessica Alba.

Constado às 12:47 em Animação, Cinema, Disney, Star Wars | 6 Comentários | 

Convenção de estúdios e donos de cinema mostrou os próximos grandes lançamentos do ano.

Embora o Oscar seja todo badalado e tudo mais, os negócios do cinema realmente “acontecem†numa feira anual realizada em Las Vegas. A ShoWest, que reúne estúdios e donos de cinemas, aconteceu nessa semana e foi uma porrada atrás da outra. De Kung Fu Panda a Star Wars: The Clone Wars.

O objetivo da feira é fechar negócios sobre tendências, mostrar quais os filmes que devem ser exibidos – assim os donos de cinema escolhem suas programações com certa antecedência – e fazer muito barulho em torno de filmes esperados.

George LucasNessa brincadeira, a imprensa mundial já viu Kung Fu Panda e Speed Racer, trechos de Thunder Tropic e, claro, Star Wars: The Clone Wars, que contou com a presença de George Lucas, sem camisa flanelada dessa vez, mas gordo a beça e aparentando seus 63 aninhos de idade.

“Essa nova fase vai ser como Band of Brothers no espaço e com Jedi por todos os ladosâ€, disse Lucas, em entrevista coletiva. “Dá para contar um bocado de histórias a partir disso. Novas coisas surgem o tempo todo.â€

É de tirar o fôlego, ah é! Mais detalhes depois. De acordo com Lucas, “fazer TV funciona meio que no esquema antigo, dois caras chegam com uma idéia, sentam, tomam café enquanto explicam a idéia e, se eu gosto, a gente faz. No fim do dia, toda a estrutura já está trabalhando e dá para fazer coisas interessantes assimâ€. Quem pode pode, né mesmo?

O elenco de Speed Racer – Emile Hirsh e Cristina Ricci, para ser mais específico – pintou por lá. Em breve, vocês conferem as entrevistas exclusivésimas! E, dessa vez, no Judão e na Sci-Fi! O filme arrebenta com o coração e coloca a adrenalina lá no céu. Wow!

Kung Fu Panda, como eu disse aqui (mesmo sem algumas pessoas gostarem), é muito legal, causa muitas risadas e deve ser um grande sucesso nos cinemas. O elenco ficou acertadinho para as vozes e Po é um sujeito altamente ‘gostável’. E, claro, AWESOME! Fico pensando como isso será traduzido no Brasil.

Uma das coisas mais impressionantes, porém, foi notar a força de Hannah Montana. Que eu entrevistei no começo da semana e tirei fotinha! Foi-se o tempo que ícones infantis se limitavam a inspirar apenas seus fãs. Miley Cyrus, de apenas 15 anos, influenciou até mesmo a poderosa indústria de Hollywood com o sucesso de seu filme Hannah Montana & Miley Cyrus: O Melhor dos Dois Mundos, que estréia no Brasil, em 25 de abril, em quatro salas com tecnologia 3D. O filme foi exibido em apenas seiscentas e oitenta e três salas nos Estados Unidos e faturou, só no fim de semana de estréia, US$ 31,5 milhões, mais que o dobro do faturamento dos filmes tradicionais exibidos em quase três mil salas. Esse sucesso todo provocou um acordo milionário para ampliar para dez mil o número de salas 3D nos Estados Unidos e Canadá, nos próximos anos. Aproximadamente US$ 700 milhões serão gastos nesse projeto. Tudo isso por causa de um programa da Disney. Impressionante, hein?

Quem não participou da ShoWest foi Homem de Ferro, MAS, Robert Downey Jr. veio a Los Angeles para entrevistas hoje! Depois eu conto tudoooooooooooo! ïŠ (me sentindo o colunista de fofoca agora). E, claro, com entrevista! Uhu!! Barretão Wins!

Constado às 15:49 em Cinema, Comportamento, Entrevistas, Estrelismo | 5 Comentários | 

No caminho, um sinal.. haha

Para ninguém, nunca mais, dizer que jornalista só se dá bem na vida.

Cliquem aqui e entendam como existe um lado negro que ninguém conta, pois assumir que o resultado de uma entrevista foi esse, poucos veículos do mundo publicariam. Politicagem, sabe. Mas eu sou sincero demais até, enfim.

A matéria foi publicada na Sci-Fi News, edição de março já nas bancas, mas como a parceria com o Judão ajuda a trazer esse material para a internet, divirtam-se também online! :)

Constado às 11:26 em Cinema, Entrevistas, Exclusivo | 22 Comentários | 

300 II - A Missão

Saber ler as entrelinhas é fundamental quando se está em Hollywood. Teoricamente, ninguém pode dizer nada sobre os projetos, mas o pessoal fala mesmo assim. Só é preciso entender o recado. A entrevista com Mark Canton, o produtor de As Crônicas de Spiderwick e de 300, corria tranquilamente quando ele começou a falar de 300 e de como seria fazer novos filmes com Zack Snyder.

Não tive dúvida e mandei bala: a continuação vai acontecer? Ele abriu um sorriso tão espontâneo e legítimo de felicidade que qualquer coisa que ele dissesse dali para a frente não importaria.

O correspondente francês emendou “Nem precisa responder, ele vai fazer!â€, aí veio a defesa de Canton. “Eu não disse isso… risos… eu disse ‘não seria ótimo fazer um outro filme’â€. Enquanto saia da sala, Canton me disse rapidinho que eles estão apenas esperando a aprovação do orçamento pela Warner Bros. para começa a produção. Frank Miller já tem um primeiro tratamento para o roteiro e, inevitavelmente, Zack Snyder assume a direção. Preparem-se, o chão vai tremer na Grécia novamente! E essa é uma notícia exclusiva do SOS Hollywood, .Br com orgulho.

Curiosidade: quando as primeiras camisetas do filme ficaram prontas, as pessoas perguntavam: tá escrito ZOO, aí? Que diabos é ZOO (zoológico em inglês)? A gráfia é similar a jeito como o número 300 foi escrito.

A reação da produção: “F…, ninguém consegue ler o nome do filme!â€. O mesmo aconteceu na produção do primeiro Batman, de Tim Burton, também produzido por Canton. As pessoas achavam que o logotipo estilizado do Homem Morcego era algum anúncio de show dos Rolling Stones. A continuação de 300 ainda não tem data para estrear.

Momento descontração: Vi isso num blog que acabou de me linkar.
Obrigado pelo link, Quintino!

Com vocês, 1 de Esparta! Estrelando, Chuck Norris!

Chuck Leonidas

Constado às 21:17 em Cinema, Estrelismo, Viagem | 12 Comentários | 

Pouco depois que o SOS Hollywood começou suas aventuras, postei duas notícias sobre o salta de bungee jump de Jim Carrey para o filme Yes Man. Beleza, fiz o making of, publiquei a entrevista aqui e agora é só esperar a estréia do filme.

Qual minha surpresa quando hoje a Warner Bros. mandou o vídeo de making of do filme para começar a divulgação e EU apareci nele? Não acreditei quando me contaram. Achei que era sacanagem, mas era verdade. o_O

É uma participação rápida, mas pelo cache que me pagaram tá mais que bom. Confiram aqui:

Versão brasileira Dublasom, Guanabara! :-p

Constado às 17:28 em Cinema, Comportamento, Viagem | 32 Comentários | 

Deus é Brasileiro, mas a gente só mostra miséria!

Como você não gosta de tal coisa do Brasil? Sempre me perguntam quando descobrem que sou brasileiro e desembestam a falar sobre filmes e carnaval.

É bizarro ver a reação das pessoas em relação ao Brasil. Antes de mais nada, vamos definir alguns pontos primeiro:
a) Detesto carnaval, sua cultura e todo o furdûncio feito pela Globo para transformar o bendito feriado no maior evento de nossas vidas… todo ano.
b) Não gosto de cinema brasileiro em geral, por só mostrar mazela e desgraça. Há exceções, mas a regra é essa.
c) Por conta disso, não vi Cidade de Deus e também não vi Tropa de Elite. O QUÊÊÊ?! É.

Qual minha surpresa quando todo mundo que vem falar comigo aqui lança logo de cara: Ciudadi di Deux! Do alto de minha sinceridade e condição de contra-argumentar mando sem dó: Não vi e não gostei. As pessoas ficam indignadas com a resposta, afinal de contas, como eu não vi o filme brasileiro mais bem-sucedido recentemente no exterior. Além do quesito gosto, afinal de contas, posso pensar diferente das demais pessoas, jornalistas e metidos a intelectuais e não gostar, existe a questão da imagem.

Central do Brasil foi legal, né? Foi pro Oscar, indicou a Fernanda e, eu vi, até achei simpático, por conta dela, diga-se de passagem. Mas tratava do que? Pobreza, desgraça, gente sofrendo. Aí vem Cidade de Deus. Trata do que? Mesma coisa elevada à enésima potência. Tirando o fato de ser violento ao extremo – sim já ouvi a história de trás pra frente de gente que tenta me convencer e me crucificar por eu não ter visto.

Sabe como isso é visto, até mesmo por nós brasileiros? “Retrato da nossa realidadeâ€. Olha, essa realidade pode até existir, mas eu não concordo que essa seja a ÚNICA realidade existente no Brasil. E eu nunca entendi como os cidadãos do Rio de Janeiro ajudaram na mega promoção de algo que diz para o mundo: olhem a nossa realidade!

E é exatamente isso que o povo de fora pensa! Eles realmente acreditam nos filmes, sabe. E as notícias que chegam aqui só corroboram com isso. Os Estados Unidos vivenciaram toda a desgraça colombiana no período Pablo Escobar – que, aliás, tem caído no esquecimento no Brasil – e agora estão todos ouriçados com essa “possível guerra†entre Equador, Colômbia e Venezuela. E toda vez que a CNN relata alguma operação militar nas favelas cariocas, a pessoa é transportada diretamente para a situação do filme, incluindo para a mesma assinatura fotográfica utilizada na produção. Porque, para eles, essa é a melhor descrição do que é a realidade do Brasil.

Claro que temos um grande número de miseráveis e pessoas em situações drásticas como a contada por Fernando Meirelles, que eu já sabia ser um bom diretor mesmo antes desse filme, mas, calma lá, só existe essa? E todo mundo aplaude de pé, elogia, teoriza. Bom, cada momento de orgulho exarcebado direcionado a Cidade de Deus é um passo em direção à transformar toda essa situação social inaceitável em algo semi-idolatrado. Leonardo Paeja que o diga, ainda bem que – ainda – não virou filme.

Agora vemos o novo fenômeno: Tropa de Elite. (Não, não vou colocar a foto do Capitão Nascimento segurando a metralhadora. Aliás, alguém deveria contar quantas vezes aquela foto foi publicada até hoje. Deve ser um recorde histórico perdendo só para o Stars Kid!)

E lá vem mais violência. Esse eu até quero ver, por gostar de filmes de ação, mas caiu novamente como uma bomba na cabeça dessas pessoas limitadas desse país. Mesmo as mais intelectualizadas sofrem com essa “definição de Brasilâ€, afinal de contas, anos atrás, elas viram Cidade de Deus e sua dura realidade, agora elas vêem “o outro lado†com a Polícia tentando reagir. Acham até que o filme foi bancado pela ideologia governamental para “encobrir a verdade†que o Meirelles mostrou. Acho que o Padilha daria risada ouvindo isso.

De qualquer forma, mais violência. E essa opinião é compartilhada pelos correspondentes de outros países baseados em LA também. Eu pareço mais ET do que o normal quando eles vêm perguntar sobre os filmes e eu digo que não vi, pois não gosto. Uma espanhola outro dia veio me dizer que eu era um direitista enrustido e que tinha medo da verdade. Eu nem gosto de política. Aí eu cacetei: filha, imaginou se a Espanha só fizesse filme sobre o ETA e gente pobre? Você gostaria de ver seu país como uma favela gigante, sendo que o cinema não muda muito essa tal realidade?

É claro que ela se sentiu ofendida, pois a Espanha “nunca seria uma favela giganteâ€. “Pois é, e o Brasil também não é e pronto.†Eu vivo nessa utopiazinha na minha cabeça, de que a gente poderia fazer algo para resolver o problema, em vez de ficar abusando para fazer mais dinheiro e aumentar mais ainda a diferença, mas pelo menos tento lembrar das coisas boas. O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias fez sucesso, eu vi e gostei, assim como muita gente aqui também, mas ninguém fala muito, pois já começam a falar de Elite Squad, sobre ser “eye-openner†e blábláblá.

Infelizmente, com raras exceções como Deus é Brasileiro (que mostra a miséria, mas com outro olhar e entrega uma mensagem positiva), O Casamento de Romeu e Julieta e Redentor, o Brasil não investe muito em filme de comédia, ação, guerra, ficção, etc. E acho que a fórmula Sexo, Amor e Traição já deu o que tinha que dar, não? Acho que a última vez que arriscaram uma ficção legal foi com Buffo & Spalanzani, que uma meia dúzia de pessoas viu, sem contar a família do Dr. Albieri. Temos sempre que bater na mesma tecla para tentar o Oscar? Aliás, se tivesse sido indicado esse ano, perdia. Tinha filme sobre o holocausto na parada. Pensando bem – se o objetivo é Oscar e não promover a cultura –, façam logo um filme sobre o Mengelle, clã Barreto. Aí vocês podem tratar do holocausto, colocar os judeus em voga (a Academia adora), fazer um belo dramalhão e brigar firme pelo Oscar. Só não dêem a direção pro Jaime Monjardim que ele já estragou Olga.

Enfim, eu tenho orgulho em ser brasileiro, só vim para cá por oportunidade profissional, ficaria no meu país sem dúvida, caso fosse possível financeiramente, mas, nesse aspecto, tenho a liberdade de dizer: não gosto disso e não gosto da imagem que esses filmes e o carnaval nos dão. Dane-se o que os americanos pensam. Eles vão nos visitar com os bolsos cheios, ficam 3 dias no Rio, acham que tudo é lindo e voltam para cá. Mas, alguns, justamente por causa dessa realidade começam a achar perigoso visitar a nossa terra. E isso é um baita motivo de orgulho, né? Um Oscar vale tudo isso?

Tem os dois lados. Sempre tem os dois lados.

Claro que tem gente que vai achar um absurdo, dizer que eu não entendo nada de cinema brasileiro, blablabla. Talvez eu não saiba mesmo, nunca foi o meu forte, mas, é assim que eu penso e não comprando briga com ninguém por gostar, só estou mostrando que há conseqüências para essa insistência. Com certeza tem filme bom por aí, mas no circuito comercial mesmo, essa é uma das realidades. Quem me dera meus amigos do Abquar conseguissem chegar ao ponto de financiarem o material. É conscientizador, ficção científica, 100% brasileiro… mas não ganha Oscar, então.

Aliás, quanto vale um Oscar para a nossa identidade mesmo?

Constado às 15:59 em Cinema | 4 Comentários | 

Como agora entrei no modo 10,000 BC - já que entrevistei o titio Rolland Emmerich ontem e conheci a Camila! - vamos às duas primeiras piadas inevitáveis:

Participações Especiais que a Warner não divulgou:

Diego, sem a voz do Diogo Vilela

Diego, tigre dente de sabre de A Era do Gelo 1 e 2.
O bicho parece um matador, mas, no fundo no fundo, é um cara legal. Legal demais, até.

Dudu Gigante, mas aqui ele não é burro!

Dudu Gigante, irmão mais velho dos Dudus, também de A Era do Gelo!
Dinossauro não colocaram, mas lembraram dos Dudus, né? Rendam-se ao poder da estupidez dos bichos mais tapados da era pré-histórica.

Humm, tá parecendo filme da Fox. Será que o Carlos Saldanha prestou consultoria?

uv