Cinema
Agora que interpretou uma coelinha da Playboy, em The House Bunny, Anna Faris - a eterba Cindy de Todo Mundo em Pânico - pegou gosto pela coisa. Ela vai estar na edição de setembro da versão norte-americana, mas devidamente vestida. Porém, em entrevista exclusiva ao SOS Hollywood realizada hoje, em Los Angeles, ela achou pouco. “Nunca diga nunca, pode apostar. Seria uma ótima idéia e achei um barato simular uma sessão de fotos para The House Bunny. Aparecer na Playboy tem todo aquele glamour, sabe. Não é uma coisa fÃsica e sacana como a Hustler, por exemplo. Tem algo especial ali”, confidenciou a atriz de 31 anos, corpinho de 25 e não tem absolutamente nada a ver com as personagens tapadas que interpreta. Confira a entrevista completa, em breve! Em tempo, The House Bunny é um barato! Bobagem total, mas eu ri feito louco de tão retardado!
A retomada de George Lucas da sua maior criação depois do final da Trilogia Clássica foi marcado por um problema: a ausência de “guerra†em Episódio I. O tÃtulo de Guerra nas Estrelas sempre pressupôs a presença marcante de batalhas, conflitos e uma boa dose de explosões nos filmes anteriores, sendo um dos fatores que causaram frustração e prejudicaram a bilheteria do filme. Lição vivida, lição aprendida. Com isso, ação e ritmo militar não faltam ao novo Star Wars: The Clone Wars, primeiro filme animado ambientado nesse universo. Entretanto a tarefa não é simples, uma vez que seu objetivo é definir um novo ritmo, que será seguido na série de TV que estréia no final do ano. E tudo isso é extremamente arriscado para personagens e equipe de produção, afinal, tudo é novidade, e novidades sempre são incertas.
Já contei para vocês que agora eu tenho televisão? É! E é HD! Chuuupa! Depois de 7 meses vivendo de material exibido na Internet gratuitamente (que os deuses abençoem o Hulu!) e de visitas à casa de conhecidos para assistir coisas como o SuperBowl, finalmente, posso me perder nos 900 canais de cabo disponÃveis aqui. Nada que a gente não tenha, mas existem algumas diferenças e, claro, eu já tomei na cabeça! o_O Demorô, né? Tudo por causa da HBO! É, depois de passar anos torcendo para a HBO entrar na NET, vi meu desejo se realizar e toooooooooma eu, mudei pra cá. Entoncês, qual foi a primeira coisa que fiz questão de fazer quando contratei o cabo? Pedi a HBO imediatamente como pacote extra. Extra? É, deixa eu explicar como funfuna por aqui. Você contrata o sistema e tem todo o pacote básico, incluindo alguns canais em HD! Mas, basicamente, são os canais abertos que Jà migraram e oferecem os dois sinais gratuitamente. Detalhe interessante, toda a produção de televisores norte-americanos já é tela plana há uns anos e agora virou standard de fábrica ser HD capable. A proposta aqui é que até o ano que vem, toda a programação de TV seja em HD. TODA! Aà existe a opção de comprar as “tiers†adicionais, ou seja, os pacotes Premium. E lá fui eu seco: HBO! São 11 canais, incluindo um com filmes em HD, canal só de produções latinas – assistir Mandrake dublado em espanhol É BIZONHO – e a HBO Family, que só passa filmes bonitinhos. A programação é muito boa, vale cada centavo dos US$ 15 que eu pago por mês SÓ para ter a HBO. Mas eu disse que tomei, né? É, tomei, porque comecei a zapear e o menu me deixou alucinado. Só filmão! Coisas que eu adoro e que eu estou doido para ver como Children of Men, por exemplo, começaram a aparecer na programação. Fui seco e selecionei para assistir. E não percebi: não era mais a HBO. Era o Cinemax! E aà caiu a ficha! Os outros canais premium de filmes são o Cinemax, Showtime e o Starz. Cada um com sua faixa HD e outros perfis. O problema aà foi em relação ao perfil do Cinemax, na verdade, a diferença entre o estilo do canal no Brasil e aqui nos Estados Unidos. Trabalhei como assessor da HBO no inÃcio da minha carreira e, desde aquele perÃodo, o Cinemax foi um canal mais intelectual, com filmes mais densos e com uma proposta bem definida. Nada contra, sempre adorei. Mas aqui o Cinemax se mostrou bastante comercial e repleto de blockbusters e filmes com apelo mais amplo. Também pudera, o Starz é um rolo compressor com a proposta de exibir apenas filmes com grandes astros de Hollywood. Claro que filmes independentes e obscuros aparecem por ali, afinal, atores e atrizes gostam de fazer filmes menores. De qualquer forma, isso transforma a concorrência e suas linhas de pensamento. Por exemplo, no Cinemax Brasil – em agosto, confiram – os dois melhores filmes são Barry Lyndon e O Iluminado, ambos do Kubrick. Dois filmaços, genais e ambos parte da minha coleção. Barry Lyndon, inclusive, não está na coleção Kubrick, mas nos tÃtulos de Guerra. Enquanto isso, na versão norte-americana os destaques são A Praia, Coração Valente e tem até espaço para A Volta do Todo-Podersoso. Ah, passa Mandando Bala quase todo dia! =D E eu tomei porque pirei na programação e escolhi a HBO, que é a mais “normalzinha†nessa história toda. Só filmão também, mas claro que o filme do vizinho é melhor, não é? Enfim, é fantástico. Resumo da ópera: lá vou eu ter que gastar mais um pouco por mês para ter todos os canais Premium de cinema em HD! Ô fase! =D
CALABASAS (CA) - Terminou há alguns dias um dos leilões nerds mais cobiçados da Costa Oeste, o Profiles in History. A cidade de Calabasas recebeu colecionadores abonados de todas as partes do paÃs para disputar itens originais utilizados em filmes com Guerra nas Estrelas, De Volta para o Futuro e, claro, James Bond. Todas aquelas coisas maravilhosas que sonhamos em ter, mas, como nerds pobretões e não-milionários, a gente se contenta em ficar babando, né? A venda mais cara do evento foi o TIE Fighter original utilizado em Guerra nas Estrelas: Uma Nova Esperança. O caça imperial foi vendido pela bagatela de US$ 402,5 mil (algo em torno de R$ 608 mil), o preço de uma casa média em Los Angeles e, claro, uma senhora mansão em São Paulo. Sou fanzaço do filme, agora, meio milhão num Tie Fighter? Ok, quem estou querendo enganar? Se eu tivesse, eu comprava! =D Entre os outros itens, fiquei empolgado com as Tábuas dos Dez Mandamentos originais carregadas pelo Charlton Heston depois que ele fumou um base… oops, viu a moita em chamas e falou com o Todo-Poderoso. o_O. O site Triviamania comprou as plaquetas por singelos US$ 69 mil. Barato, né?
O próximo leilão da Profiles in History acontece em dezembro e acho que vou até lá conferir os ricaços saindo no tapa pelos colecionáveis. Confira a lista das aquisições mais curiosas do leilão. E haja dinheiro, meu povo! Enquanto isso, eu virei o maior consumidor de frango da Costa Oeste. É barato e rende bastante! US$ 75 mil – manuscrito autografado por Ian Fleming sobre o filme Moscou Contra 007. Esse á para esfregar na cara dos amigos! US$ 58 mil – roupa de Demolidor usada por Ben Affleck, com suor original. Para quem tem tara por couro, é item obrigatório no armário! Haha! Val, pediram pra te avisar que tem mais uma no estoque! PÃCABÃ! Resolvi armar uma novidade para vocês hoje. Em vez de escrever sobre tudo que foi dado de brinde e algumas coisas curiosas que aconteceram durante a San Diego Comic-Con 2008, resolvi fazer um vÃdeo xumbrega ao extremo para mostrar as coisas para vocês. Sim, eu sei que o mico é inevitável, mas fazer o que? O som está ruim, minha voz é péssima, mas é isso ae! Espero que gostem! Se não gostarem também, vão para o meio do Hell! YAY! =D Aumente o som, sério! Parte I Parte II Se alguém quiser se oferecer para editar, fale comigo! SAN DIEGO - Embora não seja unanimidade entre os crÃticos, os nerds de histórias em quadrinhos e cinema têm um ditado quando assunto é adaptar grandes tÃtulos para o cinema: In Snyder We Trust (Em Snyder a gente confia!). A frase foi retirada da nota de 1 dólar – In God we Trust - e se refere ao diretor Zack Snyder, que segue numa carreira meteórica depois de refilmar Despertar dos Mortos, de George Romero, e de encarar o desafio de levar 300, de Frank Miller para o cinema. Snyder é o homem responsável pela até então impossÃvel tarefa de transformar Watchmen, de Alan Moore, em filme. Apaixonado assumido e considerado uma “enciclopédia†pelos os atores com quem trabalha, o diretor parece ter acertado a mão, novamente, com Watchmen, um dos filmes mais antecipados de 2009. Zack Snyder conversou com o SOS Hollywood durante a San Diego Comic-Con e falou sobre seu novo filme, a pressão dos fãs e, claro, sobre o momento atual dos quadrinhos no cinema. A entrevista foi bacana, mas devo dizer que encontrei um Snyder claramente esgotado fisicamente. Embora ele ainda demonstre toda a paixão que garantiu muitos fãs aqui, o ritmo ininterrupto de filmes sem dúvida tem afetado o “homem adaptação de quadrinhos”. Para ajudar, vários para-quedistas participaram da entrevista (gente perguntando sobre Alan Moore e sobre a “importância da Comic-Con”, putz), mas o troféu “Volta pra Casa” vai para uma correspondente brasileira que só ficou lá, sentada, gravando as entrevistas e não abriu a boca. Muito bem flipper! Agora chega de enrolação, leia a entrevista!
Watchmen levou 20 anos para achar seu lugar no universo, eu acho. Esse trabalho é tão relevante que pudemos dizer que é “a graphic novel mais celebrada de todos os tempos†no trailer. Quem vai dizer o contrário? (risos)
Sábado foi um dia marcante. Obviamente, o fato de ter entrevistado Frank Miller entrou para minha história pessoal, porém, o lado ruim do penúltimo dia de Comic-Con foi bastante inesquecÃvel. Tudo por conta do gigantismo do evento e, claro, do aumento absurdo de visitantes, afinal de contas, quem trabalha durante a semana também poderia participar. E foi um pandemônio. Para ajudar, foi no sábado que começou a programação pesada de TV e, se alguém ainda tinha dúvidas, ficou claro de que esse tipo de conteúdo é o verdadeiro responsável pelo sucesso absoluto da San Diego Comic-Con. A maior parte das atenções estaria voltada para o Hall H, em seu último dia de atividade, que fecharia a programação com chave de ouro: Heroes – e o primeiro episódio da nova temporada -, seguido por Lost, com um Q&A apresentado pelos produtores. E tudo foi caótico. Muito mais procurado que os painéis de cinema ou quadrinhos. Missão quase impossÃvel.
Duas coisas pontuariam a sexta-feira na Comic-Con: Watchmen e Star Wars. Ok, The Spirit roubaria um pouco da atenção por ser Frank Miller, mas os dois primeiros eram os mais fortes. Confesso que foi complicado acordar no horário, especialmente depois de ter trabalhado até as 4h no dia anterior, fazendo o resumão e lutando para não escrever bobagem por conta do sono. O que chamou a atenção logo de cara foi o fato de não haver sol. Depois de dias insanamente quentes e ensolarados, o tempo mudou e ficou tudo nublado. Ainda quente, porém, mas com um ventinho que foi providencial para evitar muito cansaço. E, acreditem, isso faz diferença quando você precisa andar uns 8 quarteirões carregando uma mochila pesadona. Descobri da pior maneira possÃvel que a lotação da Comic-Con aumenta progressivamente conforme o fim de semana se aproxima. Ok, óbvio, mas a ficha só cai quando as filas aparecem para mostrar que a “vida não é fácil”. Mas lá estava eu, pronto para a guerra. Desta vez, quem fala é a produtora Deborah del Prete, de The Spirit, que é amiga pessoal de Lexi Alexander, a diretora de Punisher: War Zone. Durante o painel do filme, anteontem, na Comic-Con, foi dito que Lexi não estava presente por conta de sua lua de mel. Porém, no dia seguinte, veio a bomba: a lua de mel tinha por objetivo encobrir a eventual demissão da diretora. Em entrevista exclusiva ao SOS Hollywood, Deborah Forte não perdoou.
Ou seja, mais um claro exemplo de estúdio se metendo na criatividade dos diretores e metendo os pés pelas mãos. Vamos esperar que a versão final não prejudique um filme tão aguardado. Ótima idéia eles fazerem isso pouco antes da Comic-Con, não? Agora fiquei com medinho!
Acompanhe um dos momentos da entrevista de hoje com Zack Snyder.
Não, de forma alguma. Fico feliz que tenha funcionado, mas o pessoal tem dito que eu ouso desde que resolvi refilmar o Romero. Mas não vejo assim não. Está preparado para a pressão dos fãs sobre as inevitáveis mudanças? E que venha o filme! |
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