As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!

Cinema

Constado às 10:56 em Astros, Cinema, Estrelismo, Pessoal, Viagem | 13 Comentários | 

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Logo que voltei a LA, escrevi esse post. No dia seguinte, porém, trombei com mais uma estrela, desta vez da infância: Henry Thomas, o garotinho do E.T. Gosto dele, não só pelo E.T., mas também de filmes mais recentes em especial o Gangues de Nova York. Onde encontrei o sujeito? No mercado! É impressionante como os fotógrafos desocupados ainda não descobriram o Albertson’s de Los Feliz como nicho de fotos feias de atores sem maquiagem ou realizando o simples ritual de escolher o donnut ou a bandeja de carne.

Acabei nem postando, pois ficaria meio chato tocar no mesmo assunto duas vezes seguida. Guardei como nota mental para o futuro. Só que anteontem mais uma experiência estelar aconteceu no meu cotidiano e tenho que compartilhar com vocês.

Já falei que tem a Mexicana dos tacos aqui na esquina? Então, o nome do lugar é Yucca’s, bem conceituado quiosque de tacos, burritos e outras cossitas mexicanas em Los Feliz. Sabadão parece barraca de pastel, gente saindo pelo ladrão!

Bom, fui ao Yucca’s comer um burrito, pois a fome era grande e a preguiça de cozinhar era maior ainda. Pedi meu delicioso quitute latino e fui até a mesa mais próxima para aguardar a tiazinha gritar “Fabiôôô†ou “Frankâ€! (?!?) É, ela escreve o nome no pratinho onde vai a comida – higiênico até! – e nesse dia ela escreveu Frank! Vai entender. E depois eu, por lavar louça com água fria é que sou anti-higiênico.

Fábio ou Frank, lá estava eu. Aí passa uma anãzinha com cara de poucos amigos. De cara deu aquela impressão de conheço de algum lugar. Aí ela pediu a comida e a voz chamou a atenção novamente. “Opa, mais um famoso para a listinhaâ€, pensei intrepidamente tentando decifrar quem era. Tem vez que é difícil, juro!

Olhei uma, duas, três vezes. Aí veio a resposta: Rachel Bilson, a Summer de The O.C. Mas será?! Não tinha nada do appeal da personagem, o cachecol não ajudava, a Cicatriz gigantesca no lado direito da boca também não. Cicatriz? Nossa, nunca notei. Ou será que eles tiram sempre? Pode ser. E aquela cara de “comi cocô, não gostei e ainda sobrou para a janta†desanimou.

Podia ser um dia ruim, problemas. Sem emprego, talvez? Acontece com todo mundo, não vou julgar por algo que apenas vi e nem interagi. Bom, eu tinha certeza, mas como todas as proporções são outras na vida real – e ela, se muito, batia no meu peito – cheguei a pensar que estava enganado dessa vez.

Enquanto pensava nisso… “Fraaaakâ€. “Fraaaaankâ€, e olhou pra mim. Bom, naquele dia eu era o Frank. Fui até lá rindo e falei “Fábio†e ela “errei de novoâ€. A idade minha senhora, a idade! Mas ela é gente boa e me divirto lá.

Eu, ou melhor, o Frank, comia seu burrito e tentava impedir que os feijões saíssem correndo quando a voz retorna: “Reichêlllllâ€. Bingo, era a moça! Ela deu um risadinha sem graça pra tiazinha e aí deu para confirmar que se tratava da ídala de The O.C. e a namoradinha do Hayden em Jumper.

Só espero que a moça esteja mais feliz e que não seja mais uma para o grupo dos “ai que nojoâ€. Enfim, mais uma para a listinha dos astros avistados pelos globos oculares barretônicos!

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Constado às 09:34 em Cinema, Críticas, Entrevistas, Exclusivo, Guia da Semana, Sci-Fi | 4 Comentários | 

A primeira de muitas aventuras em Hollywood!

Queridos leitores, como o fechamento da próxima edição da Sci-Fi News e um pé quase quebrado tomam toda minha atenção nessa semana, vou apenas fazer uma lista de links com minhas matérias exclusivas publicadas sobre Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Tenho mais um texto pronto para sair, mas ele fica para o especial do Judão e, claro, com uma nova crítica de Indy 4, desta vez, sem medo de spoilers.

Bom, aí vão as matérias:

- Crítica no Guia da Semana
- Entrevista exclusiva com Frank Marshall, o produtor, no Guia da Semana
- Artigo sem spoilers (SOS Hollywood)
- Entrevista exclusiva com Harrison Ford - Época

Em tempo, vários amigos mandaram e-mails ou falaram comigo pelo MSN adorando o filme! Fiquei feliz, já que mais gente tem compartilhado a sensação que eu tive ao assistir ao novo Indy. Sai que é sua Harrison Ford!

Constado às 16:37 em Cinema | 7 Comentários | 

A grande discussão da semana é quanto Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal vai faturar na abertura das bilheterias. A expectativa é de que o filme arrecade pelo menos US$150 milhões nos primeiros cinco dias de exibição, o que o colocará em rota de colisão direta com Homem-Aranha 3, que fez US$ 151,1 milhões e é, até o momento, a maior abertura de bilheteria de todos os tempos. O filme estará em cartaz em 4 mil cinemas, num total estimado de 8 mil salas de exibição, no circuito norte-americano e vários cinemas já anunciam sessões esgotadas para os dois primeiros dias. A expectativa de bons resultados também se reflete nos mercados internacionais. Parece haver pouca dúvida, pelo menos por parte do estúdio, de que o novo Indy quebrará recordes.

Será que o Teiudo resiste ao Velhote? Veremos! Tá chegando a hora!

Constado às 16:50 em Cinema | Nenhum comentário | 

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Ele é um dos atores mais feios da história, mas seu melhor papel não mostrava o rosto, então tá valendo! Hoje é aniversário de Peter Mayhew, que interpretou Chewbacca em Guerra nas Estrelas! Sujeito super simpático, atencioso e que adora falar sobre a saga, assim como qualquer outra coisa ligada a cinema. Foi uma de minhas melhores entrevistas nérdicas! 64 velinhas para o wookiee desengonçado!

GRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN!

Constado às 16:50 em Cinema, Críticas, Exclusivo | 27 Comentários | 

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Filme entrega exatamente o que os fãs do personagem gostam: ação, perseguições e, claro, mistérios além do comum. Mas a pergunta é: quem vai falar mais alto, fãs de longa data ou a garotada que alimenta a indústria do cinema ultimamente?

A indústria do cinema é cruel. Hoje em dia, o fato de um filme ser bom não o salva do eventual fiasco e, ao contrário, sucessos incontestáveis de bilheteria não implicam que o filme seja necessariamente bom. É exatamente sobre esse aspecto que, provavelmente, a maioria das críticas de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal vão abordar. O Festival de Cannes já sinalizou “pouco interesse†e vi um pouco disso na exibição de imprensa que acabou de acontecer em Los Angeles, dentro dos estúdios Paramount. Seja por excesso de expectativa exagerada ou por eventuais falhas de roteiro – afinal de contas, George Lucas está na parada – não houve ovação, porém, também não vi ninguém odiando o filme. De qualquer forma, digo a vocês, O FILME É INDIANA JONES PURO, DO COMEÇO AO FIM!

[Prometo que não vou contar nenhum detalhe, afinal, concordo com Spielberg quando ele aposta no segredo para manter a magia do cinema.]

O que se esperava do novo Indiana Jones? Aventura, claro. E isso, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal tem de monte. Aliás, o ritmo é bastante puxado e poucas são as cenas sem algum elemento físico ou um pouco de ação. Boas piadas pontuam o filme. A melhor expressão para definir o que é esse longa-metragem deve ser a predileta dos atores: it’s a lot of fun! É divertido para caramba!

E, sendo assim, é um ótimo filme. Não há muito mais que se esperar de um quarto filme, sobre um mesmo personagem e suas aventuras impossíveis. Uma crítica do Washington Post diz que é vazio e sem sentido. Bom, convenhamos qual a utilidade e o sentido dos filmes anteriores? Puramente divertir e entreter. Porém, o que faz a diferença entre o tipo de diversão entregue por Indiana Jones em relação a seus “concorrentes†como A Múmia, National Treasure e similares é que nenhum deles bate Indy em carisma. E isso, inegavelmente, Harrison Ford tem de sobra. É impossível não torcer por ele a cada salto, tiro ou enigma que precisa decifrar para solucionar o dilema do cabeção de cristal.

Mutt Williams (Shia LaBeouf) foi boa aquisição ao elenco. Seu visual totalmente chupado de Marlon Brando em The Wild One define todo seu estado de espírito sem dizer muito, mas ele é um dos que mais muda ao longo da trama. Já Marion Ravenwood (Karen Allen, quando a idade chega, a idade chega…) retorna, mas não convence muito e, a exemplo de Susan Sarandon em Speed Racer, vê sua personagem ser mera coadjuvante estética na maior parte da história. De qualquer forma, não é para ver os dois que o público vai pagar o ingresso, mas sim para acompanhar o retorno de Harrison Ford ao papel de Indiana Jones.

Ele faz o que tem de melhor: corre, pula, tira sarro da cara dos bandidos e, claro, tem seus momentos mais exagerados do que gostaríamos de ver, mas, tratando-se de Indiana Jones, vale tudo! O bom trabalho de câmera e efeitos não deixa o espectador pensar no fato de que ali está um homem de 65 anos. A idade do personagem, aliás, acaba servindo com motivo de boas cenas cômicas.

Esse filme não é e nem vai ser uma unanimidade. Quem quiser achar defeitos vai ter um banquete à disposição, assim como quem resolver defender ou enaltecer as cenas bacanas. Talvez por isso muitos críticos tenham resolvido queimar o filme logo de cara, assim não ficam com remorso caso a opinião pública o condene. De qualquer forma, cada um faz seu juízo. Gostei, vi muita coisa boa, ri bastante ao longo de todo filme e a não gostei de algumas decisões tomadas pela equipe no desfecho, mas aí é coisa bem pessoal. No geral, é como se tivesse voltado no tempo e entrado num cinema cerca de dois anos depois da estréia de A Última Cruzada.

Porém, pode estar aí o calcanhar de Aquiles do filme. Todo mundo tem insistido que foi feito para os fãs, entretanto, Spielberg pode ter pensado tanto nos fãs que não se deu conta de que essas pessoas cresceram e amadureceram. Quem pedia por um novo filme empolgado com A Última Cruzada não tem mais aquela mentalidade. Indiana Jones tem. Embora o tempo possa ter passado e ele, a partir de certo ponto, se torne um sujeito “sério e responsávelâ€, o espírito da “trilogia†original foi mantido. Seus conceitos, seus ideais, sua identidade visual. É como se tudo tivesse parado no tempo. Um tempo bom, diga-se de passagem. Mas a dúvida é: o público de hoje está preparado para essa viagem no tempo? Faz sentido para eles – jovens ou não – falar em russos, caça às bruxas, comunismo? Saberemos em breve. Faltam apenas 4 dias para a estréia.

Os veteranos tem em Ford a certeza de que o personagem continua imbatível e exatamente como nos lembramos. E como estandarte da nova geração surge Shia LaBeouf, que já arregimentou a garotada em Transformers e surge como novo elemento constante em eventuais filmes do personagem. Ele acaba sendo o catalisador dramático e cômico do filme todo, e faz o trabalho direito. Especialmente na parte cômica. Não há como deixar de lado a idéia de que Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é um filme engraçado, com objetivo de divertir e tentar fazer isso da melhor maneira que o trio de ferro permite. A cena de abertura, aliás, dá o tom para todo o resto do rolo.

Não há nenhum objetivo político – os russos já perderam e a Guerra Fria acabou –, as tribos do Peru não devem dar muita bola para a existência, ou não, de um crânio de cristal cheio de superpoderes e o personagem nunca foi de passar por aventuras verídicas ou cotidianas. Tudo ali é faz de conta, com muita qualidade diga-se de passagem, mas, ainda assim, uma história cuja função é servir de palco para que Indy faça seu show, Harrison Ford retorne ao topo e, quem sabe, Shia LeBouf se transforme no porta-voz do bom cinema para essa nova geração em cujas mãos está o destino ($$) e o julgamento da validade, ou não, de Indiana Jones para o novo século. Será um arqueólogo e professor meio período capaz de competir com os cenários supercomputadorizados dos Wachowski ou a tecnologia dos filmes de superheróis?

A única certeza que tiro disso tudo é que realizei mais um sonho, vi Indiana Jones no cinema. E uma conclusão: George Lucas tem que ser proibido de escrever roteiros pelos próximos 10 anos, ainda de castigo por Episódio I e por algumas escorregadas com o Indy! E viva as marmotas!

Constado às 09:21 em Cinema, Pessoal, Viagem | 6 Comentários | 

A primeira de muitas aventuras em Hollywood!

Hoje é o grande dia! Dentro de pouco tempo estarei dentro do Paramount Theatre para assistir a uma das primeiras exibições de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, que é apresentado hoje pela primeira vez em Cannes e segue com sessões em LA e NY. Amanhã é a vez do Brasil!

Por isso, morram de inveja!!! HAHAHA! Bom, passado o surto, não vejo a hora de assistir a uma aventura de Henry Jones Jr. no cinema. Depois de ter assistido tanto aos filmes na TV, em VHS e depois em DVD, só falta ver na telona, com THX e tudo que tenho direito! Posso não ter ficado sabendo, mas acho que nunca houve uma reestréia de Indiana Jones nos cinemas aí no Brasil (Blade Runner teve, por exemplo, e eu assisti).

A imprensa daqui (até mesmo a CNN) tem falado muito em o fato de existir tanto sigilo pode ser tentativa de evitar reação ruim dos jornalistas e chegaram a comparar a situação com o fiasco Código Da Vinci, que abriu em Cannes sob as risadas descaradas dos críticos que, obviamente, chacinaram o filme um dia antes de sua abertura mundial.

Embora seja uma decisão do trio de ferro, Indy IV é mais um filme sem exibição prévia para o histórico da Paramount, que já apanhou em Guerra dos Mundos, por exemplo. Faltam apenas 4 dias para a estréia mundial. O sucesso comercial é algo que ninguém questiona, uma vez que o retorno de Indy é incontestável como o maior evento do ano. Não importam os resultados de Homem de Ferro ou Speed Racer, ou se o próximo Shyamalan será bom ou não, o fato mais aguardado é mesmo o retorno do maior aventureiro do cinema.

Minha camiseta do filme (brigado, Fabi!!!) já está a postos e lá vou eu! Faltam apenas 2 horas!

E que venham os russos e os tais crânios de cristal! Acaba com eles, Indy!

Indy Convite

Constado às 20:48 em Animação, Cinema, Sci-Fi, Star Wars | Nenhum comentário | 

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Queridos leitores, sabem o que é mais engraçado no mundo do entretenimento? Como as coisas mudam! Num dia, um ator diz que nunca mais fará certo papel, no dia seguinte ele aparece anunciando que acabou de assinar o contrato. Mesmo assim, tem gente que ainda acredita nas notícias e tira conclusões a partir do que foi dito ou divulgado. Pois bem, quem disse que Guerra nas Estrelas acabou no cinema com a estréia de A Vingança de Sith estava certo e errado ao mesmo tempo. Certo, pois quando se fala em live action no cinema, parece que acabou mesmo. E errado, pois pouco tempo depois já há um a nova estréia agendada: Star Wars: Guerras Clônicas, que chega ao mercado norte-americano em 16 de setembro. E cujo trailer está em exibição nos cinemas com Speed Racer e que conferi ontem.

Todo o tratamento é idêntico ao dos filmes em live action, o que chega a pegar as pessoas de surpresa ou causar antecipação, já que “ah, é só animaçãoâ€. Bom, essa sensação do público em geral acaba no minuto em que o trailer chega ao fim e ouvem-se suspiros e comentários empolgados. Talvez fosse a estratégia da LucasFilm, mas fato é que a repercussão tem sido positiva entre as pessoas que não vivem conectadas à internet e só acompanharam o trailer de Guerras Clônicas pelos sites – entre eles o site oficial e o YahooMovies. A internet traz o material em boa qualidade, mas não é o ideal.

Digo isso justamente por ter visto logo de cara na rede e ter achado legal. Legal? É, legal é pouco depois que sentei no Chinese Theater na sessão de ontem de tarde para rever Speed Racer e, claro, conferir o tal trailer. Guerras Clônicas é mais que legal, é muito bom! A trilha sonora, os efeitos sonoros e os personagens – mesmo que sejam em 3D – trazem todo aquele sentimento de Guerra nas Estrelas de volta.

Precisamos aceitar, se queremos ver mais no cinema, vai ser assim. Por mais maluco que pareça, é mais fácil continuar Guerra nas Estrelas na telona em desenhos do que em filme tradicional. Leva muito menos tempo e requer menos envolvimento de George Lucas, que deve estar se preocupando com a série em live action e seus outros projetos. Não que ele não esteja envolvido, mas uma vez definidos os parâmetros e o que ele quer, ele tem liberdade para fazer outras coisas enquanto os animadores dão vida ao que ele pediu. Num filme de verdade ele tem que se preocupar com todos aqueles sujeitos chamados atores, com direção de cenas, viagens para a Tunísia. Em Guerras Clônicas, a Tunísia está dentro do computador mais próximo. Nada de areia!

Voltando ao trailer, conta mais um capítulo das guerras e, finalmente, envolvendo Jabba, the Hutt. Tanto era falado sobre Jabba ter ajudado na extinção dos Jedi, mas ele pouco fez na nova trilogia. Bem, até agora, já que o seqüestro de seu filho – MEDOOO, filho do Jabba – o coloca no meio da confusão toda. O pau vai comer em Tatooine e em todos os domínios dos Hutt. O clima de tensão existe do começo ao fim, afinal de contas, agora todo mundo – mesmo os que duvidavam do óbvio – sabe que os Jedi defendendo Palpatine faz parte de um mega complô e dá uma certa raiva ver Mace Windu e Obi-Wan andando lado a lado com o sujeito que, mais tarde, vai passar a sabrada em todos os mocinhos!

Se há um porém nessa história toda é o fato de os roteiros de Guerra nas Estrelas terem ficado meio repetitivos ultimamente. É aquela coisa missão de RPG: há um problema, Obi-Wan faz isso, Anakin faz aquilo! E pronto, temos um filme! Senti muito a falta de elementos mais elaborados como todo o treinamento de Luke em Dagobah ou a própria mitologia envolvendo a linhagem dos Skywalker. Todo esse apelo, digamos, místico sumiu nos últimos filmes e simplesmente não existe nesse “universo†de Guerras Clônicas. Sinal dos tempos ou alguém parou de se preocupar com isso mesmo? Até mesmo Harrison Ford diz que George Lucas é todo cheio desse “uiui†místico, mas como pode deixar de pensar nisso exatamente no filho mais querido e rentável? Bem, mistérios do mundo do cinema.

Fato é, a mudança de distribuição da Fox para a Warner muda um pouco o jogo e já propiciou um ponto positivo: o trailer entrou em cartaz com Speed Racer, que não está indo muito bem nas bilheterias (engraçado como 20 milhões é considerado ruim… coisas da a vida), mas de qualquer forma é um blockbuster e cumpre seu papel. A Fox não tem nenhum blockbuster nesse período, o que adiaria a estréia do trailer de Clone Wars em alguns meses ou provocaria o vinculo com um filme de menor calibre.

A contagem regressiva já começou e 16 de setembro será uma data importante, afinal de contas, definirá se há espaço para Star Wars em versão animada no cinema, ou se é apenas nosso lado nerd que clama por mais da saga na telona. Vamos ver.

A Força continua!

Constado às 16:48 em Cinema | 3 Comentários | 

er.jpgDiferente de séries cultuadinhas do momento, Plantão Médico marcou época muito por conta da exibição na Globo, o que é o diferencial entre o sucesso extremo e o esquecimento no Brasil, infelizmente. Claro que a escalação inicial com George Clooney, Juliana Marguiles, Anthony Edwards, Eric LaSale, Sherry Stringfield e Noah Wyle ajudaram muito a cativar o público e aproximar todo mundo da natureza do mundo médico, pelo menos como deveria ser.

Quando trabalhava no Estadão fui fazer uma matéria para o TeleJornal com os médicos da Santa Casa de São Paulo. Um grupo de médicos lá dentro adorava a série e meio que se reunia para assistir aos novos episódios. Foi o “fã clube” mais informal que já conheci, na verdade chamar de fã clube seria o mais acertado para aquelas pessoas, afinal, elas só se encontravam para assistir, bater-papo e viviam a vida. Nada de exageros como vemos acontecer hoje em dia por aí. Curioso notar que um mesmo programa conseguia agradar os próprios médicos e ter uma boa audiência geral, aí está um dos elementos que mais diferenciava ER. Chicago Hope foi a aposta da Record no seguimento, mas não evoluiu muito. Eu gostava também, e olha que aqueles eram os tempos do sucesso de Arquivo X, então, estar na Record não era necessariamente um problema.

De qualquer forma, 14 anos depois, ER tem data marcada para acabar e vai ficar a cargo do Dr. Luka Kovac fechar a porta e apagar a luz da sala de emergência mais famosa do mundo. O pessoal por aqui tem falado em final de uma Era da TV. Pode até ser, mas acho que vem em péssima hora. Se olharmos para os programas que ficam como “legado” dessa Era é difícil achar algo bom ou com perspectiva de ser tão duradouro quanto Plantão Médico. Até existem boas séries, mas os cancelamentos não deixam ninguém em paz por muito tempo. E eu já estou triste pelo fim de Battlestar Galactica, então precisa aparecer algo muito bom para animar os ares televisivos por aqui!

Alguém aí conhece um bom analista? Acho que muita gente vai precisar!

Constado às 10:56 em Cinema, Games, Tecnologia | 5 Comentários | 

homem de ferro

Chega ao fim a longa parceria entre a Marvel Entertainment e a Activision (X-Men e Homem-Aranha). Pelo menos no aspecto de exclusividade, já que os jogos de Homem de Ferro e O Incrível Hulk estão sob a batuta da Sega of America.

De acordo com a Marvel, a idéia é garantir maior qualidade para os fãs e ficar envolvida até a cabeça no processo do começo ao fim. Para isso todo mundo teve que trabalhar inclusive o diretor Jon Favreau e Robert Downey Jr, que deram pitacos e ajudaram na construção do roteiro do jogo. Até mesmo o pessoal da ILM colaborou, uma vez que todos os testes para os efeitos de vôo foram incorporados à programação do jogo.

Se o desempenho de vendas de Iron Man for tão bom quanto sua bilheteria, é bom a Activision ir procurar outra companhia para se aliar, pois tudo indica que a Sega se deu bem nessa história.

Constado às 08:02 em Astros, Cinema, Comportamento, Pessoal, Viagem | 8 Comentários | 

ChacotayTem duas coisas que me lembram que não estou mais no Kansas.. oops.. em São Paulo: motoristas que respeitam o pedestre e astros de cinema e TV agindo como gente normal. Explico: enquanto meu corpo ainda se acostumava com o clima e tentava se convencer de que eu não estava acordado há quase 22 horas, fui ao mercado comprar pasta de dentes e pão. Qual minha surpresa quando aparece um sujeito meio conhecido empurrando um carrinho? Levou menos de um segundo para me tocar de que ali estava Chacotay, ou melhor, Robert Beltran, um ator de origem meio-índio e meio-mexicano, que já trabalhou com Chuck Norris (KIAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII) e ajudou o elenco de Star Trek: Voyager a resolver a cagada que a capitã Janeway fez ao perder a nave.

Bati um papo com ele, que se mostrou bem receptivo e só não tirei foto por que, convenhamos, quem leva máquina fotográfica quando vai comprar pasta de dentes? Bem, da próxima vez eu levo!

Bem, aí vem a segunda parte. Hoje cedo, antes de iniciar a jornada do post anterior, fui pegar um café e quem estava papeando com duas gatas, vestindo um boné meio brega e com cara de intelectual? Zachary Quinto, ou melhor, Sylar, o chupa-cérebro de Heroes e, claro, o novo Spock, do novo filme de Jornada nas Estrelas. Seria algum complô Roddenberiano contra minha sanidade? Tentativa de corromper ao lado tricorder da força?

AimeusantoAsimov!

Fato é, os dois já entraram para o hall de celebridades que cruzaram meu caminho nessa longa e absurda jornada em Los Angeles, audaciosamente indo aonde nenhum outro Madrigal Barreto jamais esteve. Numa viagem de cinco anos, explorando a Califórnia, criando a filha e tentando fazer algo decente para a esposa. Nem para isso precise ficar um pouco longinho de todo mundo.

Piriri. Enterprise, um para subir!

uv