As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!

Cobertura

Constado às 20:17 em Artigos, Cinema, Cobertura, Críticas, DVD, Entrevistas, Sci-Fi, TV | 4 Comentários | 

Para quem acompanha, aí vai a capa da Sci-Fi News de outubro, edição 128!

Assinei a matéria de capa e também fiz uma bela entrevista com Kiefer Sutherland, pelo filme Espelhos do Medo, que aliás, é MUITO BÃO!

Outras entrevistas:
Mary Costa - dubladora da princesa Aurora, em A Bela Adormecida;
Anna Faris - hilária em A Casa das Coelhinhas, que estréia amanhã;
e mais fotos da visita exclusiva ao Stan Winston Studios, já que a Sci-Fi foi a única revista - o Omelete é portal - a ter acesso ao galpão dos sonhos.

Mês que vem tem mais!

Constado às 00:42 em Astros, Cobertura, Estrelismo, Exclusivo, TV, Viagem | 11 Comentários | 

Faz tempo que não mando nenhuma matéria sobre o assunto, mas tudo tem razão. Primeiro, quis juntar vários encontros estelares para ficar mais interessante e, como anunciei há um tempo, com a família por perto, acabei mudando um pouco o ritmo e os lugares que visito.

Mas nem por isso eu deixo de trombar com os famosos. Justamente por isso, sabendo que vou deixar muita gente enfurecida – especialmente o Bó – eu digo: Oi Kate! Viu o Sawyer por aí?

Pois é, Evangeline Lilly foi a mais nova aquisição para o panteão de gente famosa que eu encontrei na vizinhança. Depois de ter levado a dona Lu para tirar o SSN (famoso CPF) e de aturar uns ataques histéricos da pequena Ariel, que queria tudo cor de rosa que via pela frente, fomos comer tacos. E foi lá, no mesmo lugar onde trombei com a Rachel Bilson, que tive o prazer de ver Evangeline Lilly, minha musa de Lost, em pessoa.

Foi rapidinho, mas valeu. Estava estacionando para comprar tacos quando surge uma moça simpática atravessando. Parei o carro e sinalizei para que ela continuasse. Ela abriu um sorrizão, deu um tchauzinho e só faltou sair saltitando. Enquanto ela passava, disse pra a dona Lu: “É a Kate!â€
Lu não sabia se abria a porta, o vidro, se gritava, se tremia ou se ficava tentando entender o que tinha acabado de acontecer. Pois é, a primeira vez a gente nunca esquece. E quando é com uma pessoa bonita, simpática e sorridente como ela, acaba virando experiência de vida.

Tchau, Kate! =D

Chupem, mortais! hehehehe!

Até domingo, envio outro texto completando com Jonathan Frakes, Nick Nolte e Larry Flynt!

Constado às 13:39 em Astros, Cinema, Cobertura, Entrevistas | 11 Comentários | 

Eles são atores tirando sarro de atores e não estão nem aí por criticarem a si mesmos. Trovão Tropical chegou para chacoalhar o mercado!

Trovão Tropical faz rir. Ponto. Por ser uma comédia, não precisaria ir além disso, mas, sob a batuta de Ben Stiller – que estrela e dirige o longa-metragem –, acaba criticando a classe artística de Hollywood e sobra para todo mundo. Stiller se destaca como o sem-noção que tenta salvar a carreira, enquanto Robert Downey Jr., atuando como “negãoâ€, força tanto na gíria e no perfil “downtown LA” (acho que ele é parente do LeBrown, sei não), que nem mesmo o resto do elenco entende o que ele diz. Jack Black é o ponto fraco. Totalmente descartável e sem estilo, ele só ocupa espaço do que poderiam ter sido boas piadas. Adoro o Jack, mas ele começou a me deixar com a pulga atrás da orelha. Será que ele sempre foi tão repetitivo assim e só agora estou me tocando? Humm.

Cercado de polêmica – negros e grupos ligados a deficientes mentais protestando contra os exageros –, o filme é lotado de referências a clássicos de guerra, com direito a remake de cenas de Platoon, e mostra como a química entre o alucinado Downey Jr. e Ben Stiller, em mais um bom momento, funcionou muito bem. Além de tudo isso, Tom Cruise – mais doido que o normal – pinta e borda como um executivo de estúdio sem o menor escrúpulo. É um dos mais engraçados da temporada e não dá a mínima para a opinião dos críticos.

Bastante efetivo nas bilheterias, Trovão Tropical depende exclusivamente de seu elenco, que se auto-avacalha sem o menor problema. Entretanto sua melhor arma é Ben Stiller, que se mostra competente no comando e, diferentemente de seus companheiros, consegue separar as piadas das respostas conceituais quando fala de seu mais querido filho. O lançamento em Los Angeles foi uma zona por culpa do trio de estrelas, que não para de falar besteira e não deixou Ben Stiller em paz, mas, mesmo assim, alguma coisa se salvou no meio da bagunça!

Contém spoilers
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Constado às 15:34 em Cobertura, Imprensa | 7 Comentários | 

É, aqui o nome é Olympic Summer Games ou, simplesmente, Summer Games. Afinal, eles tem os Jogos de Inverno, então faz sentido ter os Jogos de Verão. Isso quando não resolvem chamar de Olímpia. Olimpíada é tão mais fácil!

Tenho acompanhado os Jogos Olímpicos pela TV, com cobertura ao vivo da NBC. Os caras simplesmente passam tudo que conseguem encaixar na grade. No total, são quatro canais envolvidos no evento é uma questão de escolher o esporte que você quer assistir. Claro que todo o foco é no “Team USA†seja no par ou impar ou na ginástica masculina, que entrou sabendo que apanharia.
Pela primeira vez assisti a uma corrida de caiaque e a disputa de tiro com arco. Até hoje eu só havia competido, mas nunca assistido a algo dessa magnitude. Deu até vergonha da minha média de pontos contra os coreanos. Aliás, coreano nasceu pra arco e flecha. Eles são animalescos! Bem, foi divertido e ninguém viu a cor da “flechaâ€.

A cobertura tenta ser democrática – agora, por exemplo, na ausência de algo melhor, estão exibindo Boxe Peso Mosca, entre Thailandia e Guatelama!!! – mas quando tem americano na parada, vira uma festa. Michael Phelps, por exemplo, está em comerciais de TODOS os canais por conta de faltar uma medalha para ser o maior medalhista de todos os tempos. Herói nacional é pouco para o sujeito.
Mas fiquei mesmo impressionado pela cobertura de ontem, na final da ginástica masculina. Os comentaristas cantaram a bola no início: a China vai levar e se os americanos levarem qualquer medalha vai ser lucro. O “Team USA†entrou sem moral e precisava fazer mágica. Bem, pela primeira vez, eu vi os comentaristas parecerem chineses. Os caras deliravam com o show que a China dava e colocavam a briga contra o Japão como o grande embate dos Jogos.

De repente, os americanos começaram a surpreender. Foi impressionante e, surpreendentemente, chegaram a ficar em segundo lugar por um bom tempo. E começaram a virar heróis por conta da narração, que enfatiza as qualidades do time que começavam a aparecer. Foi aí que caiu uma ficha. Todas as vezes que acompanhei esse tipo de transmissão no Brasil, precisei aturar aquelas ginastas aposentadas que comentam passar mais tempo elocubrando sobre as “dificuldades†que os atletas brasileiros enfrentam e como isso os prejudicam.

Aqui foi o contrário, o fato de ser um novo time só foi mencionado umas duas vezes. Todo o resto do tempo foi utilizado para analisar e elogiar o que os caras realizavam, mesmo quando erravam, havia algo de positivo no comentário. Não acho que tenhamos que ser ufanistas ou deixar de ver problemas, mas parece que a cobertura brasileira só vê o defeito, como se ficasse procurando uma desculpa para a eventual falha.

Nesse caso, o time de ginástica entrou como zebra – assumidamente –, mas ninguém ficou arrumando desculpa, sabe. Achei isso curioso, pois, a cada erro, por exemplo, o foco passava para o próximo atleta que precisaria arrebentar. E os caras se superaram, claro que não faziam idéia do que acontecia na TV, mas pareceu uma reação natural aos escorregões e que se encaixava perfeitamente no cenário de “sonho†que os narradores construíam.

No fim das contas, os moleques socaram os alemães, deram uma canseira nos japoneses e levaram a medalha de Bronze. Tudo foi festejado como se eles tivessem acabado de derrotar Hitler sozinhos. O que me leva a outro pronto. Uma nação que sempre briga pela ponta na corrida pelas medalhas dá sim importância ao Bronze. Embora ninguém faça anúncios elogiando o time como no caso do Phelps, o entusiasmo é o mesmo. Especialmente por eles terem vacilado e perdido o segundo lugar, o que teria sido uma conquista “impossívelâ€, bem ao estilo americano. Aliás, só metade do time era “americanaâ€. O cara que errou feio é filho de chineses e o sujeito que deu um show no cavalo é filho de um ex-campeão de ginástica da Rússia! Isso que eu chamo de globalização!

Enfim, um jeito diferente de ver as coisas. Empolgação total, em qualquer situação. Outro exemplo foi o narrador do Polo Aquático, que quase enfartou quando os Estados Unidos bateram a Itália hoje cedo. O sujeito ficou mais alucinado que o Galvão na final de 94!

Para completar, pelo menos umas cinco redes de restaurantes tipo Burger King e o meu supermercado tem combos e promoções para dar dinheiro para o “Team USAâ€. É realmente um esforço nacional. E, detalhe, embora os atletas sejam valorizados, independente do esporte, é o “Team USA que está vencendo… precisa de tantos pontos… ou ganhou o Ouroâ€. É a força modelo esportivo que foca no esforço coletivo e no endeusamento da nação.

Que cousa! A gente bem que podia ter um pouquinho disso, pelo jeito funciona!

Constado às 13:23 em Cinema, Cobertura, Comportamento, Sci-Fi | 12 Comentários | 

CALABASAS (CA) - Terminou há alguns dias um dos leilões nerds mais cobiçados da Costa Oeste, o Profiles in History. A cidade de Calabasas recebeu colecionadores abonados de todas as partes do país para disputar itens originais utilizados em filmes com Guerra nas Estrelas, De Volta para o Futuro e, claro, James Bond. Todas aquelas coisas maravilhosas que sonhamos em ter, mas, como nerds pobretões e não-milionários, a gente se contenta em ficar babando, né?

A venda mais cara do evento foi o TIE Fighter original utilizado em Guerra nas Estrelas: Uma Nova Esperança. O caça imperial foi vendido pela bagatela de US$ 402,5 mil (algo em torno de R$ 608 mil), o preço de uma casa média em Los Angeles e, claro, uma senhora mansão em São Paulo. Sou fanzaço do filme, agora, meio milhão num Tie Fighter? Ok, quem estou querendo enganar? Se eu tivesse, eu comprava! =D

Entre os outros itens, fiquei empolgado com as Tábuas dos Dez Mandamentos originais carregadas pelo Charlton Heston depois que ele fumou um base… oops, viu a moita em chamas e falou com o Todo-Poderoso. o_O. O site Triviamania comprou as plaquetas por singelos US$ 69 mil. Barato, né?

O próximo leilão da Profiles in History acontece em dezembro e acho que vou até lá conferir os ricaços saindo no tapa pelos colecionáveis. Confira a lista das aquisições mais curiosas do leilão. E haja dinheiro, meu povo! Enquanto isso, eu virei o maior consumidor de frango da Costa Oeste. É barato e rende bastante!

US$ 75 mil – manuscrito autografado por Ian Fleming sobre o filme Moscou Contra 007. Esse á para esfregar na cara dos amigos!

US$ 60 mil
– Velociraptor animatronic em tamanho real de Jurassic Park III. Esse é para colocar na porta e matar aquela tia chata do coração! Ah, o T-REX em escala real foi vendido por US$ 55 mil. Imaginou ter os dois no quintal?

US$ 64 mil
– o skate magnético original de Michael J. Fox em De Volta para o Futuro II e III. Ele não funciona, ok!?

US$ 58 mil – roupa de Demolidor usada por Ben Affleck, com suor original. Para quem tem tara por couro, é item obrigatório no armário! Haha! Val, pediram pra te avisar que tem mais uma no estoque!

PÃCABÃ!
US$ 26 mil – o Santo Graal de Indiana Jones e a Última Cruzada (o burraldo aqui tinha escrito errado. Tooooooooooma eu!)! Não, ele não garante vida eterna e não cura ferimentos a bala. Funciona apenas com o Sean Connery, Dercy Gonçalves tentou, mas escolheu o Graal errado!

Constado às 20:09 em Cinema, Cobertura, Comic-Con, Comportamento, Estrelismo, Exclusivo, Imprensa, Star Wars, Viagem | 24 Comentários | 

Resolvi armar uma novidade para vocês hoje. Em vez de escrever sobre tudo que foi dado de brinde e algumas coisas curiosas que aconteceram durante a San Diego Comic-Con 2008, resolvi fazer um vídeo xumbrega ao extremo para mostrar as coisas para vocês.

Sim, eu sei que o mico é inevitável, mas fazer o que? O som está ruim, minha voz é péssima, mas é isso ae! Espero que gostem! Se não gostarem também, vão para o meio do Hell! YAY! =D

Aumente o som, sério!

Parte I

Parte II

Se alguém quiser se oferecer para editar, fale comigo! :D
Meu computador não tem memória nem para pensar em editar alguma coisa. Por que será que algo me diz que isso vai parar no Arre-Égua? =D

Constado às 23:20 em Cinema, Cobertura, Comic-Con, Comportamento, Entrevistas, Estrelismo, Star Wars | 28 Comentários | 

Zack Snyder

SAN DIEGO - Embora não seja unanimidade entre os críticos, os nerds de histórias em quadrinhos e cinema têm um ditado quando assunto é adaptar grandes títulos para o cinema: In Snyder We Trust (Em Snyder a gente confia!). A frase foi retirada da nota de 1 dólar – In God we Trust - e se refere ao diretor Zack Snyder, que segue numa carreira meteórica depois de refilmar Despertar dos Mortos, de George Romero, e de encarar o desafio de levar 300, de Frank Miller para o cinema. Snyder é o homem responsável pela até então impossível tarefa de transformar Watchmen, de Alan Moore, em filme. Apaixonado assumido e considerado uma “enciclopédia†pelos os atores com quem trabalha, o diretor parece ter acertado a mão, novamente, com Watchmen, um dos filmes mais antecipados de 2009.

Zack Snyder conversou com o SOS Hollywood durante a San Diego Comic-Con e falou sobre seu novo filme, a pressão dos fãs e, claro, sobre o momento atual dos quadrinhos no cinema. A entrevista foi bacana, mas devo dizer que encontrei um Snyder claramente esgotado fisicamente. Embora ele ainda demonstre toda a paixão que garantiu muitos fãs aqui, o ritmo ininterrupto de filmes sem dúvida tem afetado o “homem adaptação de quadrinhos”. Para ajudar, vários para-quedistas participaram da entrevista (gente perguntando sobre Alan Moore e sobre a “importância da Comic-Con”, putz), mas o troféu “Volta pra Casa” vai para uma correspondente brasileira que só ficou lá, sentada, gravando as entrevistas e não abriu a boca. Muito bem flipper!

Agora chega de enrolação, leia a entrevista!


Por que demorou tanto para Watchmen ser adaptado?

Watchmen levou 20 anos para achar seu lugar no universo, eu acho. Esse trabalho é tão relevante que pudemos dizer que é “a graphic novel mais celebrada de todos os tempos†no trailer. Quem vai dizer o contrário? (risos)

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Constado às 23:59 em Animação, Cinema, Cobertura, Entrevistas, Exclusivo, Pessoal, Star Wars | 4 Comentários | 

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Duas coisas pontuariam a sexta-feira na Comic-Con: Watchmen e Star Wars. Ok, The Spirit roubaria um pouco da atenção por ser Frank Miller, mas os dois primeiros eram os mais fortes. Confesso que foi complicado acordar no horário, especialmente depois de ter trabalhado até as 4h no dia anterior, fazendo o resumão e lutando para não escrever bobagem por conta do sono.

O que chamou a atenção logo de cara foi o fato de não haver sol. Depois de dias insanamente quentes e ensolarados, o tempo mudou e ficou tudo nublado. Ainda quente, porém, mas com um ventinho que foi providencial para evitar muito cansaço. E, acreditem, isso faz diferença quando você precisa andar uns 8 quarteirões carregando uma mochila pesadona.

Descobri da pior maneira possível que a lotação da Comic-Con aumenta progressivamente conforme o fim de semana se aproxima. Ok, óbvio, mas a ficha só cai quando as filas aparecem para mostrar que a “vida não é fácil”. Mas lá estava eu, pronto para a guerra.

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Constado às 23:58 em Cinema, Cobertura, Exclusivo | Nenhum comentário | 

Desta vez, quem fala é a produtora Deborah del Prete, de The Spirit, que é amiga pessoal de Lexi Alexander, a diretora de Punisher: War Zone. Durante o painel do filme, anteontem, na Comic-Con, foi dito que Lexi não estava presente por conta de sua lua de mel. Porém, no dia seguinte, veio a bomba: a lua de mel tinha por objetivo encobrir a eventual demissão da diretora.

Em entrevista exclusiva ao SOS Hollywood, Deborah Forte não perdoou.


“Vi a coluna e devo dizer que confio em Lexi. Já trabalhamos juntas e vamos continuar a trabalhar juntas. Vi a versão dela para o filme e ficou ótimo. Não foi demissão. Tiraram o filme dela e mudaram sua visão. Não vou dizer mais nada além de reforçar que confio e acredito nelaâ€.

Ou seja, mais um claro exemplo de estúdio se metendo na criatividade dos diretores e metendo os pés pelas mãos. Vamos esperar que a versão final não prejudique um filme tão aguardado. Ótima idéia eles fazerem isso pouco antes da Comic-Con, não? Agora fiquei com medinho!

Constado às 18:32 em Cinema, Cobertura | Nenhum comentário | 

Direto de San Diego, a cobertura ao vivo do painel do Spirit!

uv