As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!

Estrelismo

Constado às 10:56 em Astros, Cinema, Estrelismo, Pessoal, Viagem | 13 Comentários | 

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Logo que voltei a LA, escrevi esse post. No dia seguinte, porém, trombei com mais uma estrela, desta vez da infância: Henry Thomas, o garotinho do E.T. Gosto dele, não só pelo E.T., mas também de filmes mais recentes em especial o Gangues de Nova York. Onde encontrei o sujeito? No mercado! É impressionante como os fotógrafos desocupados ainda não descobriram o Albertson’s de Los Feliz como nicho de fotos feias de atores sem maquiagem ou realizando o simples ritual de escolher o donnut ou a bandeja de carne.

Acabei nem postando, pois ficaria meio chato tocar no mesmo assunto duas vezes seguida. Guardei como nota mental para o futuro. Só que anteontem mais uma experiência estelar aconteceu no meu cotidiano e tenho que compartilhar com vocês.

Já falei que tem a Mexicana dos tacos aqui na esquina? Então, o nome do lugar é Yucca’s, bem conceituado quiosque de tacos, burritos e outras cossitas mexicanas em Los Feliz. Sabadão parece barraca de pastel, gente saindo pelo ladrão!

Bom, fui ao Yucca’s comer um burrito, pois a fome era grande e a preguiça de cozinhar era maior ainda. Pedi meu delicioso quitute latino e fui até a mesa mais próxima para aguardar a tiazinha gritar “Fabiôôô” ou “Frank”! (?!?) É, ela escreve o nome no pratinho onde vai a comida – higiênico até! – e nesse dia ela escreveu Frank! Vai entender. E depois eu, por lavar louça com água fria é que sou anti-higiênico.

Fábio ou Frank, lá estava eu. Aí passa uma anãzinha com cara de poucos amigos. De cara deu aquela impressão de conheço de algum lugar. Aí ela pediu a comida e a voz chamou a atenção novamente. “Opa, mais um famoso para a listinha”, pensei intrepidamente tentando decifrar quem era. Tem vez que é difícil, juro!

Olhei uma, duas, três vezes. Aí veio a resposta: Rachel Bilson, a Summer de The O.C. Mas será?! Não tinha nada do appeal da personagem, o cachecol não ajudava, a Cicatriz gigantesca no lado direito da boca também não. Cicatriz? Nossa, nunca notei. Ou será que eles tiram sempre? Pode ser. E aquela cara de “comi cocô, não gostei e ainda sobrou para a janta” desanimou.

Podia ser um dia ruim, problemas. Sem emprego, talvez? Acontece com todo mundo, não vou julgar por algo que apenas vi e nem interagi. Bom, eu tinha certeza, mas como todas as proporções são outras na vida real – e ela, se muito, batia no meu peito – cheguei a pensar que estava enganado dessa vez.

Enquanto pensava nisso… “Fraaaak”. “Fraaaaank”, e olhou pra mim. Bom, naquele dia eu era o Frank. Fui até lá rindo e falei “Fábio” e ela “errei de novo”. A idade minha senhora, a idade! Mas ela é gente boa e me divirto lá.

Eu, ou melhor, o Frank, comia seu burrito e tentava impedir que os feijões saíssem correndo quando a voz retorna: “Reichêlllll”. Bingo, era a moça! Ela deu um risadinha sem graça pra tiazinha e aí deu para confirmar que se tratava da ídala de The O.C. e a namoradinha do Hayden em Jumper.

Só espero que a moça esteja mais feliz e que não seja mais uma para o grupo dos “ai que nojo”. Enfim, mais uma para a listinha dos astros avistados pelos globos oculares barretônicos!

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Constado às 13:44 em Entrevistas, Estrelismo, Exclusivo, Pessoal, Star Wars, Viagem | 25 Comentários | 

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Um pouquinho de história barretônica antes de mais nada. No ano de 1999, na primeira Jedicon, eu coloquei uma certa fantasia só para desfilar um pouco. Como organizador nunca para quieto, acabei ficando o resto do dia correndo para lá e para cá vestido de Han Solo. Embora pouca gente se lembre, já que essa nova geração de fãs ainda mijava nas calças em 99, isso aconteceu e muita gente ainda me chama de “presidente Han Solo”. Foi muito legal.

Apertando o botão de avançar no tempo para, exatamente, 25 de fevereiro de 2008. Quatro dias antes, recebo um comunicado me escalando para minha primeira entrevista oficial pela revista. O coração já bateu forte pelo lado profissional, mas quando terminei de ler o email eu quase enfartei. Meu primeiro entrevistado seria ninguém menos que Harrison Ford.

E, para meu desespero, em Santa Monica, que é bem longe de onde eu moro. Dá-lhe Busão! Por sorte, porém, na sexta-feira anterior, quando fui entrevistar o elenco de Agente 86, trombei minha coleguinha Donna, uma australiana MUITO GENTE BOA, que também estava escalada para o Ford e me ofereceu carona. Menos mal, SÓ tive que ir até Beverly Hills – um metrô e um busão e 1h30 de investimento –, mas valeu a pena, pois até Santa Monica seriam quase 3 horas e mais um busão.

A entrevista seria no dia 25, mas, o que tinha na noite anterior? Oscar, claro. Enfiei meu rabicozinho num restaurante, curiosamente, brasileiro, pois vi todo mundo olhando para uma parede. Como parede não pode ser tão legal, saquei que era uma plasma. Dito e feito, entrei, comi polenta – oba! – e tomei algumas taças de vinho. Italiano, tinto. Muito bom. Tudo isso enquanto atualizava o Judão no Oscar 2008. Descobri que meu laptop não tem uma bateria muito boa e na metade do prêmio já estava pedindo água!

Claro que, normalmente, você se prepara, faz pesquisa e organiza as idéias para falar com um top star que nem o Ford, mas, no fundo, eu me preparei para essa conversa nos últimos 20 anos da minha vida. Dá arrepio até de lembrar.

Bão, madruguei no dia seguinte para chegar a Beverly Hills no horário combinado. Metrô e busão depois, cheguei ao apê dos australianos, mas não tinha ninguém. Mas o susto durou pouco e eles só tinham ido tomar café. Carona certa, Santa Monica aqui vou eu. O caminho até lá é legal, uma baita avenidona que não termina nunca! Quer dizer, quase.

Quando eu achava que continuaria muito mais, finalmente, vi o mar da Califórnia. Pois é, praia! O hotel ficava ao lado de Venice Beach, um dos points mais badalados do lugar. Ou seja, levou quase 2 meses para eu ver o mar! Mas foi legal. Rolou uma mini emoção. HAHA.

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O clima já começava quando um pôster de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (esse aí da foto) indicava o caminho para a sala de entrevistas. As meninas supersimpáticas da Paramount já me esperavam, a salinha lotada de comida também, e, claro, a vista para o mar! Encontrei com Isabela Boscov, da Veja. Fiquei muito feliz ao, finalmente, me ver num mesmo evento que ela. Depois de lutar tanto como assessor para mandá-la para alguma das minhas junkets, lá estava eu, “concorrente” dela. Mas a mulher é um doce e extremamente profissional. É ótima para conversar e entende como o mundo funciona, ao contrário de outra pessoinha ridícula e mau-caráter, que apareceu depois.

Aí veio a entrevista. A assessora de imprensa entra acompanhando um sujeito de cabelos bem grisalhos, calça jeans, mãos no bolso, e um blazer cinza. O cara vem chegando e ela pede para que cada um se apresente…. “começando pelo Fábio”. Eu simplesmente congelei! Por uma fração de segundos, claro, até que vi ele esticando a mão. “Prazer, Harrison Ford”. “Fábio Barreto, Brasil”. E seguiu cumprimentando os demais.

A entrevista começou, aos poucos, ele foi tirando o blazer, arregaçou as mangas e enfrentava a bateria de perguntas. A maioria boas, mas, claro, sempre algumas besteiras no caminho. Era engraçado notar como, conforme ele falava, dava para identificar um pouco de cada um dos maiores personagens que marcaram minha vida. Eu juro que, enquanto anotava uma resposta, eu achei que o Han Solo estava ali na sala. Bem, estava, mas vocês entenderam.

Entrevista encerrada, era a vez de conversar com Frank Marshall, o produtor. O cara era todo sorrisos, pois tinha acabado de ganhar uma penca de Oscars por Ultimato Bourne, então foi um passeio falar com ele. A melhor coisa foi descobrir que Foz do Iguaçu está no filme. Deu para ter certeza de que é impossível não gostar do próximo Indiana. Deu até arrepio ouvir ele falando dos primeiros filmes e da retomada do trabalho com o novo.

Nesse meio tempo, rolaram umas conversas e uns papos, e acabei conseguindo uma segunda entrevista com Harrison Ford. Não congelei nem nada, mas ampliei os sentidos. Precisava ser melhor que na primeira e quebrar a banca. Afinal de contas, eu estaria lá uma segunda vez.

Retornei à sala, ele retornou e cumprimentou a todos. Quando chegou a minha vez, enquanto apertava minha mão, parou.

- Ei, você voltou?
- Sim.
- Acho que preciso responder direito para você, então, hein?
- Vamos apenas fazer nosso trabalho. Estou duplamente honrado.
- Não duvido.
Sorriu e sentou-se.

Devo dizer que foi triste ouvir, duas vezes, ele dizer que Han Solo não é interessante, meio bobo e que não voltaria a interpretá-lo. “E aquelas calças, meu deus”.

Embora não tenhamos visto nenhuma prévia do filme e todo mundo tenha feito segredo além do normal sobre o roteiro, foi possível respirar o mundo de Indiana Jones, naquele delicioso hotel beira-mar, em Santa Monica. Conheci um sujeito que, mesmo não gostando, me fez querer aprender a falar inglês, fundar um fã clube e virar jornalista. Tudo para, um dia, entrevistar alguém como ele, já que, ele, parecia sonho bobo. E foi justamente ele que iniciou um novo período profissional na minha vida. Claro que não disse nada disso ao Harrison Ford e fiz apenas meu trabalho, mas, lá no fundo, meu coração batia num ritmo diferente, ritmo de quem sonhou, lutou, sofreu e conseguiu chegar além de seus maiores sonhos.

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(Santa Mônica, sem óculos de sol e tirando foto sozinho, podia ser pior!)

A matéria sair na capa da revista Época foi a cerejinha que faltava nesse bolo mousse extra cremoso. Só tenho a agradecer a todos que participaram da minha vida, que me levou a esse momento extremamente feliz, alegre e completo. Sabe, eu nem lembrei que era fã, ou que sempre tinha sonhado com um dia ficar frente a frente com ele, mas depois, quando a matéria saiu, caiu a ficha. Eu chorei feito criança e quase levitei, pois sabia que era merecido. Independente do que qualquer pessoa diga ou ache.

Resumo da ópera, entrevistei Harrison Ford, fiz direito, como deve ser feito, me orgulho disso e sei que tem alguém, se é que existe outro plano, muito feliz por mim. Mesmo ela não estando mais entre nós, minha avó tem participação vital nessa coisa toda.

Constado às 15:49 em Cinema, Comportamento, Entrevistas, Estrelismo | 5 Comentários | 

No caminho, um sinal.. haha

Para ninguém, nunca mais, dizer que jornalista só se dá bem na vida.

Cliquem aqui e entendam como existe um lado negro que ninguém conta, pois assumir que o resultado de uma entrevista foi esse, poucos veículos do mundo publicariam. Politicagem, sabe. Mas eu sou sincero demais até, enfim.

A matéria foi publicada na Sci-Fi News, edição de março já nas bancas, mas como a parceria com o Judão ajuda a trazer esse material para a internet, divirtam-se também online! :)

Constado às 21:17 em Cinema, Estrelismo, Viagem | 12 Comentários | 

Pouco depois que o SOS Hollywood começou suas aventuras, postei duas notícias sobre o salta de bungee jump de Jim Carrey para o filme Yes Man. Beleza, fiz o making of, publiquei a entrevista aqui e agora é só esperar a estréia do filme.

Qual minha surpresa quando hoje a Warner Bros. mandou o vídeo de making of do filme para começar a divulgação e EU apareci nele? Não acreditei quando me contaram. Achei que era sacanagem, mas era verdade. o_O

É uma participação rápida, mas pelo cache que me pagaram tá mais que bom. Confiram aqui:

Versão brasileira Dublasom, Guanabara! :-p

Constado às 22:40 em Astros, Entrevistas, Estrelismo | 12 Comentários | 

Amigos, só para não passar em branco, pois agora estou escrevendo a matéria, gostaria de dizer que, profissionalmente, hoje foi um dos dias mais grandiosos da minha vida. Várias razões: entrevistei o Harrison Ford duas vezes, briguei de igual para igual com uma crítica de cinema bem conhecida e, de quebra, ainda mostrei pra um certo sujeito como se entrevista um grande astro. Nada de perguntas bestas. “Fanzineiro é a mãe!”. Sem nomes. :)

Harrison Ford é sensacional. Inteligente. Bem posicionado. Foi gente boa, lembrou quando eu apareci denovo numa mesa de entrevista.. hehe.. eu conto a história depois, e é simplesmente apaixonado pelo Indiana Jones. Enfim, muitos detalhes.

Essa é do bem:
Bó.. eu apertei a mão dele!

Agora essa é do mal, pra nego que fala mais que a boca e se empolga:
Eu falei com ele por uma hora e ainda o cumprimentei DUAS VEZES… DUAS…
Em homenagem ao Morph, CHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUPA! É! CHUUUUPA!
Eu não prometo.. eu vou lá e faço, entendeu? hahahahah

Pronto, alma lavada.

Foi FANTÁSTICOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO…

INDIANA JONES VEM AÍ… E PREPAREM-SE, TONY STARK VAI TER RALAR MUITO A ARMADURA PRA BATER O INDY!
Se bem que vou entrevistar o elenco de Homem de Ferro tmb, então… saberei muito em breve. Mas que o Indy vai dar uma coça, ah vai!

Amanhã acho que consigo colocar um relato mais legal sobre so acontecidos. Tem cada curiosidade.. heheheeh… Ah, meu editor falou pra não espalhar… ah.. tipo… puuuuuuuuuuuuuuuuuuutz! :-p
“Isso me escapuliu!”

Constado às 15:54 em Astros, Entrevistas, Estrelismo, Época | 11 Comentários | 

Oi Indy!

Preciso compartilhar esse momento de felicidade extrema com vocês.
Harrison Ford, Han Solo, Indiana Jones… bahh.. o Solo estará sentado numa mesa e na outra ponta, eu!

JESUISMARIAJOSÉYODADASCOUVES! Assim, tão rápido?

Duh!

Imagina eu: Oi Indy! o/

- PREPARE FOR GLORY…. RAUL.. RAUL..
- Não, Raul não.. Harrison Ford mesmo!

A notícia menos legal é que, se rolar, vai ser só pra Época, amiguinhos!

Constado às 14:46 em Cinema, Estrelismo, blu-ray | 5 Comentários | 

Kiaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

Ontem, mais uma daquelas injustiças financeiras na qual vivemos no Brasil foi arremessada na minha cara. Meu camarada Rob fez uma simplória comprinha na Amazon. Dentro da caixinha havia os seguintes discos em Blu-Ray – Mad Max 2 (que aqui chama Road Warrior, explico no próximo post), Operação Dragão e as Vinhas da Ira, com Peter Fonda e direção de John Ford. Fora um DVD fudidoooooooooo de Yojimbo, do Kurosawa!

Até aí beleza, mas quando ele contou o preço eu caí duro: US$ 14,90 em cada Blu-Ray. Caramba, eu sei que sempre foi assim, as é duro aceitar essa discrepância animalesca no preço do produto aqui pro disco nacional. Tudo bem que a Sonopress Br, a VideoLar e a Microservice ainda não consigam produzir Blu-Ray e HD, mas tudo isso de diferença só de custo de importação das fábricas da Alemanha, por exemplo? No Submarino, Harry Potter e a Ordem da Fênix, por exemplo, custa R$ 119,00 em HD-DVD. Um disco barato em Blu-Ray está na faixa de R$ 69,90. Que loucura. Que loucura.

Bom, como não dava para fazer nada além de aproveitar, fiquei até as 2 da madruga assistindo a Mad Max 2 e Operação Dragão, que tem uns extras muuuuuuuuuuuuuito animais! Legal pra caramba! Trívia bobo: Jackie Chan é um dos extras nesse filme, aliás, ele morre! Hehehe! Ah não, contei um spoiler! Joguem pedras, já acostumei! Ehhe

Ah sim, assisti tudo nessa tela magnífica de 3×2 que ocupa minha sala de estar! Claro, com um home theater 7.1. hehehe :-) Oh, yeah! Isso é vida!

Meu cinema particular

Constado às 21:54 em Estrelismo | 4 Comentários | 

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Bom, preparem-se para o momento tiete. Acho que vai ser o único, pois foi inesperado e muito legal.

Estou em Beverly Hills, no chiquetoso Four Seasons… você paga 50 doletas só para dizer o nome do hotel.. hehe.. tá, exagero. Bem, cá estou por conta da dona Paramount e, com a viagem de NY pra cá e a mudança de fuso, estou totalmente torto de fome e morrendo de sono. Acordei bem cedo, passei mó aperto por causa da conta do hotel em NY e cá estou, na primeira noite Hollywoodiana.

Pois bem, fui dar uma de chique e gastar a diária de hoje. Rangoooooooo! Prato escolhido: Lagosta! Que cousa mais gostosa!!! Dilícia!!!! Estou lá eu, saboreando meu crustáceo quando vejo um grupinho chegar sem nenhum alarde. Alguns sujeitos genéricos se sentam, mas aí eu percebo que uma das tiazinhas é Frances Fishcer…. famosa quem? Lembram do Titanic? Pois é, ela é a mãe da Rose e fez mais uma porrada de coisa. Até aí tudo bem, “segundo escalão”.

Bão, paguei a conta e voltava serelepe para o quarto, enquanto decidia se ia ao cinema ou não, quando me deparo com ninguém menos que o fodáximo tiozinho Robert Duvall, todo matreiro, sentado no lounge do hotel tomando água e assuntando com uma moçoila. Curiosamente, eu estava com a Rolling Stone 16 nas mãos - que tinha levado para ler enquanto a comida não chegasse… lição Barretônica: comida DEMORA MUITO aqui - e ele, do nada, olhou e perguntou se era uma edição nova “não conheço essa modelo, quem é?”.

Queixo do Barretão - que não é pequeno - despencou uns 200 andares nessa hora. Robert Duvall, falando comigo, sem mais nem menos? Não perdi a chance e logo fui mostrando que era a edição brasileira, falei que era correspondente, fiz um comercial e logo me despedi. Não achei boa idéia abusar da simpatia do cara. Enfim, impréssiónante!!! Fiquei meio bobo, mas já passou. Que foi legal, ah foi!!

Barretão Out!

uv