As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!

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Constado às 22:15 em Astros, Cinema, Entrevistas, Exclusivo | 11 Comentários | 

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LOS ANGELES - Jack Black sempre foi engraçadão. Depois de Escola de Rock e Tenacious D - Uma Dupla Infernal não sobrou mais nenhuma dúvida. Ele é um cara bacana, mas fica se esforçando para fazer caretas enquanto fala. O que me tirou o foco um pouco, pois eu acabava rindo, mas foi sossegado. Entrou na sala comendo e até ofereceu! o_O Ele arrebenta em Kung Fu Panda e, em breve, vem por aí com Tropic Thunder!

Confira o bate-papo com Jack Black! Sem muita enrolação hoje! =D

Qual é a melhor parte de se trabalhar numa animação?
É uma delícia. Você vai até o estúdio vez por mês, trabalha três ou quatro horas. Nada de maquiagem. Chega ao meio-dia (cara muito feliz). Faz a dublagem. E está tudo no script, mas dá para improvisar um pouco. É divertido.

O que você sente ao ver aquele panda como sua representação na tela?

Raiva. É como se ele tivesse roubado minha alma! Hahaha!

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Constado às 23:51 em Animação, Artigos, Cinema, Cobertura, Exclusivo, Imprensa | 9 Comentários | 

Los Angeles é a capital mundial do puxa-saquismo cinematográfico. Chega a dar medo!

Essa coisa de bater palmas sempre me levava às noites de Oscar, com tudo mundo aclamando o Scorsese, o Clint, o Nicholson, sei lá, algum desses caras formidáveis. Cheguei aqui e tudo foi pelo ralo. Foi na exibição restaurada de 101 Dálmatas – a versão do DVD bacana da Disney. O povo começou a bater palmas depois que o representante da companhia apresentou o filme! É, ele deu boa noite, falou do que se tratava e pediu para começar a exibição. Bateram palmas!!!

Fiquei passado! Máquêêêê?! Beberam?!

Bom, logo alguém me disse. “É o pessoal de TVâ€, eles são aparecidos e puxam o saco descaradamente. Pensei comigo, bem, cada um com seus interesses. Só esperava que não fizessem isso durante o filme. E não fizeram. Mas foi só a primeira linha de crédito subir e pimba: mais palmas! Filme super novo, o diretor e o estúdio precisam de força para se firmarem, sabe. Ah vá!

Isso continuou acontecendo nas grandes junkets, mas como o pessoal de TV sempre estava lá, desconsiderei e coloquei a culpa neles. Beleza. Mas aí veio O Incrível Hulk. Mega evento dentro do Universal Studios, como relatei aqui, celebridades e o pacote completo. Mais de mil pessoas no anfiteatro. Filme começa. Palmas. Mas que diabos?!

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Constado às 16:19 em Cinema, Críticas, Exclusivo | 4 Comentários | 

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Pela primeira vez na curta história do SOS Hollywood, um texto convidado. Embora a Warner não esteja merecendo muito, o trabalho não pode ser influenciado. Com vocês, Wagner Brito (OIWÃ!). Ele até que escreve bem! hehehe

Está cada vez mais difícil encontrar filmes de comédia que realmente divertem sem ofender o espectador. Agente 86 é uma dessas gratas surpresas, e pode ser considerada uma das melhores comédias de 2008. Sério.

Agente 86 (Get Smart) é a adaptação cinematográfica do famoso seriado televisivo criado por Mel Brooks e Buck Henry, lá na década de 1960. Quem já conhece outras obras de Mel Brooks, já sabe qual o estilo da comédia: situações engraçadas e frases engraçadas. E o diretor Peter Segal conseguiu, com louvor, fazer com que o filme fosse engraçado e fiel a serie, sem perder a mão para as novidades tecnológicas.

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Constado às 13:32 em Animação, Artigos, Cinema, Críticas, Disney, Exclusivo | 48 Comentários | 

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Novo longa de animação fruto da parceria entre Disney e Pixar é genial! E é Oscar garantido, pode apostar!

LOS ANGELES – Os trailers fizeram o trabalho duro e poucos consumidores de cinema não foram afetados pelo carisma e personalidade atrapalhada do robozinho Wall-E. E tanta expectativa é superada pelo resultado final do longa-metragem, que, novamente, força as barreiras do que é, ou não, capaz a animação. Com pouco diálogo, muita expressão – especialmente quando dois robôs que não falam são personagens principais – e maestria na direção, Wall-E estréia como clássico instantâneo, mundialmente, na próxima sexta-feira. Há tempos que a Disney não emplacava um personagem infantil tão cativante e poderoso como esse. (Spoilers a partir deste ponto)

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Constado às 19:49 em Cinema, Cobertura, Exclusivo, Festival | 2 Comentários | 

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Vai pelo quarto dia o Los Angeles Film Festival (LAFF), que reúne a produção anual do cinema independente local, grande quantidade de convidados estrangeiros e, claro, marca a estréia de pelo menos três grandes blockbusters da temporada. Wanted abriu as atividades em noite de gala com pompa e circunstância no dia 19 e, desde então, cerca de vinte filmes são exibidos diariamente, isso sem contar a vasta produção paralela de curtas.

Os destaques de hoje são um bate-papo com Antonio Banderas, co-organizador do festival, sobre sua carreira, o francês La Guerra (2007, dirigido por Serge Bozon) e o norte-americano Frozen River (2007, dirigido por Courtney Hunt). Tropa de Elite abriu as exibições públicas na sexta-feira. Outra faceta do LAFF é a mostra de filmes cultuados. A versão original de Planeta dos Macacos tomou as telas do The Regency, no domingo, e hoje é dia de Garotos Perdidos, no Mann Festival Theatre.

O Los Angeles Film Festival é patrocinado e realizado anualmente pelo jornal Los Angeles Times. O evento ocupa toda a área de Westwood Village, pertinho da UCLA, e faz com que o bairro respire cinema e uma multidão se dirija ao local diariamente. São 18 cinemas envolvidos durante dez dias ininterruptos. It’s the place to be até o dia 29 de junho!

Acompanhe mais novidades e críticas ao longo da semana aqui no SOS Hollywood, único veículo brasileiro cobrindo de pertinho tudo que acontece no evento. Eu preciso dormiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiir! Mas vamo que vamo que é filme a rodo pra ver!

Constado às 13:15 em Cinema, Entrevistas, Exclusivo | 20 Comentários | 

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Essa entrevista de Agente 86 (Get Smart) foi o que chamamos de “long lead”, ou seja, acontece muito antes do filme. Logo, não assisti ao filme, mas deu para se divertir, e muito, com o pessoal. Anne Hathaway é gatinha mesmo e simpática para caramba, agora o The Rock, que sempre achei ser uma fortaleza ambulante, nem é tudo isso. Aliás, depois de conhecer Lou Ferrigno, arrisco dizer que Dwayne Johnson é um pouco franzino até. HAHAHA. Última coisa antes do texto: Steve Carell é simplesmente alucinado! Fico imaginando como deve ter sido o set de filmagens com ele e o Jim Carrey juntos. Gente aloprada por natureza sempre gera coisas boas, até mesmo quando o sujeito está sentado num sofá e tem aquela preocupação em não dar uma de babaca demais na frente dos “maldosos” jornalistas.

Bom, segue a entrevista e confira a crítica do Judão aqui.

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Constado às 22:37 em Cinema, Entrevistas, Exclusivo | 10 Comentários | 

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Está no ar a entrevista completa com Louis Leterrier, diretor de O Incrível Hulk!

Cliquem aqui para conferir o bate-papo exclusivo realizado pelo repórter do SOS Hollywood!

SOS HOLLYWOOD SMASHES!!!!

Constado às 12:08 em Cinema, Entrevistas, Exclusivo | 32 Comentários | 

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Depois que o diretor Louis Leterrier mencionou uma eventual aparição do Capitão América no filme O Incrível Hulk, numa entrevista ao G4TV, na semana passada, o mundo nerd entrou em delírio para caçar o Bandeiroso em algum detalhe do filme.
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Constado às 22:15 em Cinema, Críticas, Exclusivo | 32 Comentários | 

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E dessa vez, esmaga direito! Agora vai! E, claro, você fica sabendo primeiro, aqui, no SOS Hollywood!

LOS ANGELES - Não queria gostar de O Incrível Hulk. Não sei o motivo, mas entrei com três pedregulhos prontos para atacar o filme. E os primeiros 15 minutos levaram duas das pedras na cabeça, aliás, bem no meio da testa. Entretanto, escondi a terceira pedra cheio de vergonha e me perguntando como um filme pode mudar tanto com apenas uma cena? Eu não fui o único que mudou de opinião não. Vejamos os porquês. (Alguns spoilers além deste ponto. Pronto, avisei!)

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Constado às 09:56 em Artigos, Astros, Cinema, Comportamento, Exclusivo | 4 Comentários | 

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Até mesmo pessoas inteligentes têm seus momentos “Magdaâ€. Sharon Stone falou bobagem da China e levou uma invertida poderosa e financeira. Entretanto, esse caso nem se compara ao cala-boca que Spike Lee levou do Clint Eastwood outro dia. Bom, o sujeito também foi mexer com o Clint? Putz, com Dirty Harry não se brinca, filhote! Mas ele foi pregar aquela palhaçada racial dele (direitos são uma coisa, usar como arma política ou de publicidade é outra totalmente diferente, e foi isso que ele fez) e se esqueceu de pensar se seu argumento era válido ou não.

Vou explicar por que Spike Lee se demonstrou um tapado, nesse caso. Gosto dele, mas perdeu vários pontos depois dessa. Vamos aos fatos:

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“Clint Eastwood fez dois filmes sobre Iwo Jima que duram mais de quatro horas no total e nos quais não aparece nenhum ator negro. Caso vocês, repórteres, tivessem coragem, perguntariam por que agi desta forma”, declarou Spike Lee, em Cannes.

E eles perguntaram.

“O que quer que eu faça? Uma campanha em defesa da igualdade de oportunidades, por exemplo? Minha missão não é esta, mas faço uma leitura histórica. Quando faço um filme baseado em uma história na qual 90% das pessoas envolvidas eram negras, como ‘Birdie’ - sobre o músico Charlie Parker -, uso 90% de atores negros”, devolveu Clint Eastwood.

Com os dois lados expostos, vou amarrar essa coisa toda. Como alguns de vocês sabem, eu escrevo contos e, no momento, estou trabalhando no meu primeiro livro. Mês passado, porém, escrevi um roteiro em inglês da minha primeira tentativa de curta-metragem. O assunto: Segunda Guerra Mundial. Curiosamente, eu queria escalar um ator negro para o papel, mais especificamente John Adams (Dead Zone), colega meu aqui , gente boa pacas e que arranha no português.

Diferente do Spike Lee, eu pesquisei a presença e a participação de soldados negros no conflito, especialmente no Teatro de Operações Europeu. Como fã e estudioso do tema, achei estranho também, assim como o Lee, que não houvesse negros em produções como Band of Brothers, O Resgate do Soldado Ryan, Além da Linha Vermelha, e por aí vai. Demorou um pouco para chegar ao resultado, mas o próprio John me colocou em contato com um veterano que, além de indicar um material distribuído na comunidade negra aqui, deu a resposta: não haviam negros na linha de frente norte-americana no início da guerra, especialmente no Dia-D.

O Teatro do Pacífico, porém, apresentou a utilização de combatentes negros bem mais rápido e, realmente, havia um contingente afro-americano na invasão às ilhas japonesas como Iwo Jima, mas um número ínfimo se comparado aos caucasianos. O comentário de Lee soa fora de contexto, uma vez que os filmes de Eastwood tem por objetivo retratar a história dos soldados que levantaram a bandeira, em A Conquista da Honra, e dos japoneses, em Cartas de Iwo Jima. Spike Lee vem tocando nesse tema há um tempo, diz que é provocação de Eastwood e promete fazer seu próprio filme de guerra para “corrigir†esses erros. Ótimo, mas que o faça num intervalo histórico onde a participação negra foi verídica. É realmente necessário mostrar esse aspecto da guerra.

Os Estados Unidos ainda viviam um sistema social segregado durante Segunda Guerra Mundial, que continuou a ter seus efeitos inclusive durante o Vietnã – aí sim uma guerra onde os negros foram enviados ao front sem pensar duas vezes. Quem assistiu a Fomos Heróis pode notar a integração entre os soldados, mas o detalhe da segregação surge quando uma das esposas recém-chegadas fica surpresa com a lavanderia “withes only†(ela pensou que só podia lavar roupa branca, mas, na verdade era que só “gente†branca poderia entrar no estabelecimento).

Não havia nenhum pára-quedista negro no ataque aéreo e tampouco dentro das barcaças de desembarque. O primeiro negro a colocar os pés na Normandia foi um motorista de caminhão, que levava suprimentos para os combatentes. As unidades do Exército formadas por negros eram não-combatentes, no início da guerra, mas isso foi mudando ao longo do conflito. O personagem de Cuba Godding Jr. em Pearl Harbor, por exemplo, deixa claro que “lugar de negro era na cozinha”, sob a ótica das Forças Armadas, pelo menos até a briga começar e as estúpidas barreiras raciais começaram a esmorecer, afinal, muito branquelo foi salvo pela coragem e bravura dos soldados negros.

Voltando a Spike Lee. Como membro ativo da comunidade negra e, sem dúvida, em contato com todo esse material que um recém-chegado como eu conseguiu, soa apenas como jogada de marketing criticar Clint abertamente. A resposta de Eastwood foi perfeita e dentro da realidade do conflito. Para que escalar negros num lugar onde não haviam negros lutando? Seria o mesmo que George Lucas escalar atores brancos para estrelar Red Tails, que vai contar a história do melhor esquadrão de caça da WWII e que era totalmente formado por pilotos negros. Se o Lucas estragar esse, eu juro que ele perde meu respeito!

O “ataque†de Lee tem uma razão, porém. O próximo projeto de Clint Eastwood envolve a história de Nelson Mandela, o primeiro presidente negro da Ãfrica do Sul. Entendo a postura do cineasta desafiante como um aviso: “estamos de olho no que você fazâ€. Mas o golpe não funcionou, e o detentor do título devolveu com um nocaute: “Não vou transformar Nelson Mandela em um brancoâ€, disse sorrindo.

Portanto, Spike, meu caro: calaaaaaaaaaaaaaaada!

uv