As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!

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Constado às 23:59 em Animação, Cinema, Comportamento, Entrevistas, Pessoal, TV | 4 Comentários | 

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Sábado foi um dia marcante. Obviamente, o fato de ter entrevistado Frank Miller entrou para minha história pessoal, porém, o lado ruim do penúltimo dia de Comic-Con foi bastante inesquecível. Tudo por conta do gigantismo do evento e, claro, do aumento absurdo de visitantes, afinal de contas, quem trabalha durante a semana também poderia participar. E foi um pandemônio.

Para ajudar, foi no sábado que começou a programação pesada de TV e, se alguém ainda tinha dúvidas, ficou claro de que esse tipo de conteúdo é o verdadeiro responsável pelo sucesso absoluto da San Diego Comic-Con. A maior parte das atenções estaria voltada para o Hall H, em seu último dia de atividade, que fecharia a programação com chave de ouro: Heroes – e o primeiro episódio da nova temporada -, seguido por Lost, com um Q&A apresentado pelos produtores.

E tudo foi caótico. Muito mais procurado que os painéis de cinema ou quadrinhos. Missão quase impossível.

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Constado às 10:08 em Cinema, Cobertura, TV | 01 Comentário | 

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Você já deve ter percebido, mas não custa nada avisar: a cobertura especialíssima Judão / SOS Hollywood da Comic-Con 2008 já começou. Neste hotsite feito exclusivamente para o evento (que também serve como um alpha test da nova versão do Judão) você encontrará todas as notícias, entrevistas, imagens, vídeos e coberturas ao vivo dos principais painéis — como o da Fox Film, Watchmen, The Spirit, Heroes, Lost… Tem até um feed exclusivo, se você quiser. =]

Coloque nos seus favoritos e não perca NADA do maior evento Nerd do Universo: www.judao.com.br/comic-con/

Constado às 21:43 em Clássico, TV | 4 Comentários | 

- Fernando Vanucci: Islândia 1 x 0 Macedônia!
Zebrinha: Coluna 1.
- Vanucci: Rua de Baixo 0 x 8 Rua de Cima!
Zebrinha: Coluna 2. Olha eu aí, deu zebra!

Domingo se aproxima, a rodada dos campeonatos também, mas, pouca gente vai sentir falta da famosa Zebrinha do Fantástico, que contava os resultados do dia. Tanto do Brasil quanto do exterior e, na seqüência, vinham as análises do matemático Oswald de Souza sobre a loteria.

A lembrança nostálgica surgiu de um papo com o Borbs, mas é segredo de estado, de qualquer forma, a imagem da zebrinha bizarra, e sua voz bizonha, que assombrava o começo do “Show da Vida”, permanece na memória de várias gerações. O personagem foi criado por conta do jargão futebolístico “deu zebra”, utilizado como o time mais fraco - o azarão das corridas de cavalo - ganhava. E existe desde a TV em preto em branco, mas não achei se era na Tupi ou em outro lugar. Tudo bem que a Globo mandava cada resultado do arco da velha, como no exemplo aí de cima, mas valia tudo.

O programa era feio, feito quase que artesanalmente - como pode ser visto no vídeo abaixo -, mas marcou época e, sem dúvida, não será esquecida tão rápido. Assim como a abertura com a Isadora Ribeiro. :-D

Constado às 11:38 em Astros, Cinema, TV | 5 Comentários | 

Ellen Page e Michael Cera

Depois que o Oscar terminou e os arrogantes irmãos Coen saíram de cena, a ABC exibiu um programa especial da apresentadora Barbara Walters. Quem? Manja a Hebe? Então, sem botóx e o sorriso, mas que entende muuuuuuuuuuuito de cinema.

Barbara entrevistou três pessoas bem diversificadas e, cada uma a seu jeito, interessante. Passaram por lá a Hannah Montana (cujo filme verei no dia 10), Harrison Ford e Ellen Page, a estrelinha do momento. Fica até feio falar o nome delas na mesma sentença que o Ford, mas sucesso é sucesso!

A Hannah Montana foi chata. O Ford eu conto ainda hoje. Mas a Ellen surpreendeu, sabe? Com aquela carinha de menininha e vários sorrisinhos por ficar sem graça com as perguntas, ela disse uma coisa bem interessante de um modo mais interessante ainda. Barbara perguntou: você fez algo de relevante para ser indicada ao Oscar? Resposta: Hell, no! No bom e velho português, Nem a pau!

Gostei de ver, sabe. A guria foi indicada a Melhor Atriz e fala para quem quiser ouvir que acha que não merecia. Minha opinião não interessa assim, mas sim a postura dela, bem diferente de muita gente mais experiente que se empolga e se acha deus por ter o nomezinho dito na cerimônia.

Além de ser bem humilde, Ellen Page também foi “intimada” a cantar, mas disse que só consegue cantar com um violão. Pouco depois surgiu um violão e ela cantou um trecho de Anyone Else But You. Essa música é mnemônica, fica marcada na cabeça. Mais um ponto para esse jovem talento.

Constado às 15:00 em Cinema, Clássico, DVD, TV | 9 Comentários | 

O Pássaro Azul

Continuando nossa série de filmes clássicos da Sessão da Tarde, que começou aqui, falarei do nome máximo de todos os tempos: O Pássaro Azul, para a geraçào pré-Curtindo a Vida a Doidado, claro!

Acreditem ou não, esse filme é estrelado por Shirley Temple, a eterna estrela-mirim de Hollywood. O longa-metragem dirigido pelo fantástico Walter Lang (do oscarizado O Rei e Eu, com Iul Brynner) e trilha sonora de Alfred Newman (Aeroporto, vencedor do Oscar por O Rei e Eu, entre tantos outros), estreou em 1940 e contava a história dos irmãos Mytyl e Tytyl. Eles moram numa cidade européia perto de uma grande floresta e sofrem por estarem sozinhas, pois seu pai foi recrutado para combater as forças de Napoleão, que assolavam o continente.

Inspirado na peça homônima de Maurice Maeterlinck - bem interessante, aliás -, o filme mostra como Mytyl e Tytyl precisam recuperar O Pássaro Azul, capaz de trazer felicidade e alegria às pessoas. Porém, sua tarefa é difícil, já que precisam viajar no tempo e nas dimensões para encontrar o passarinho. Para ajudá-los, sua gata - totalmente esnobe e indiferente aos problemas que os afetam - e seu cachorro - subserviente, leal e preocupado ao extremo com a segurança das crianças - são transformados em humanos e todos participam da jornada. Entre as passagens, há a memorável visita ao local onde “as crianças ficam antes de nascer”. Ali eles conhecem a genialidade, a fraternidade e, claro, o amor das jovens almas prestes a serem separadas mais uma vez pelo inevitável nascimento.

Shirley Temple usa todo o seu charme e doçu… não, maldade para tentar entender essa viagem “tola” em busca de um pássaro. Foi a primeira vez que ela interpretou um papel não-angelical. O que a personagem não sabe, porém, é que tudo isso não passa de uma alegoria para o próprio drama da personagem que, por um certo egoísmo, deixa de ajudar um amigo doente. A partida do pai também afetou muito a “cabeça” dos pequenos irmãos, que perdem seu referencial de segurança.

O filme foi a resposta da Fox ao sucesso de O Mágico de Oz, da MGM, e, por uma série de fatores, foi um fracasso comercial retumbante. Quem levou a pior, porém, foi Shirley que, pela primeira vez, viu um filme seu não estourar na bilheteria. Duas razões: Segunda Guerra batendo à porta da América e a escalação de Temple num papel “maldoso” não convenceu o público. Tudo culpa do produtor de Shirley, Darryl F. Zanuck, que achou que os filmes de fantasia infantil estavam em alta depois que Dorothy e Totó colocaram o Kansas no mapa. Tomou?

O filme só antecipava algumas das mazelas que crianças norte-americanas passariam nos anos seguintes, ao verem seus pais partirem para combater a ameaça do momento, Hitler. O que justifica um certo retorno financeiro na TV nos anos posteriores, mas aí já era tarde demais. Curiosamente, há outra ligação entre O Pássaro Azul e O Mágico de Oz: a atriz Gale Sondergaard, que interpreta a gata Tylette, havia sido escalada para fazer a Bruxa Má, porém, abriu mão do papel para ficar ao lado de Shirley Temple. Dançou!

O Pássaro Azul é assumidamente infantil, cativou os brasileiros por anos na TV aberta até que foi para a grade do Telecine Classic. Não sei se ainda passa, mas essa versão do YouTube foi retirada de lá. Se você conhece, relembre. Se não conhece, tente travar contato com um tempo em que o cinema servia para contar histórias - tristes, como nesse caso -, mas belíssimas e inesquecíveis. Especialmente por sua simplicidade, até certo ponto ingênua, mas graciosa e marcante. Shirley que o diga. :-)

O longa foi indicado a dois Oscar: Melhor Fotografia Colorida e Melhores Efeitos e Efeitos Especiais, que englobava também edição de som, na cerimônia de 1941.

O DVD de O Pássaro Azul está disponível em área 1 na Amazon.

Ps.: Para quem não sabe, eu trabalhei na PlayArte e entre os filmes que lancei está A Bússola de Ouro. Por força do hábito, e de trabalhar sozinho na divulgação do filme por 4 meses, depois da primeira vez que e escrevi O Pássaro Azul, emplaquei O Pássaro de Ouro em TODAS as demais citações. Ainda bem que percebi antes de publicar. Pô, podia ser O Pássaro Dourado pra lembrar do Jaspion e tals, mas foi ‘de Ouro’ mesmo. Toooooooooma pra mim! o_O

Infelizmente, a parte das crianças do futuro não tem o áudio original, mas o vídeo é esse:

Constado às 01:19 em Clássico, TV | 32 Comentários | 

Quem aí se lembra desse Cláaaaaaaaaaaaassico da Sessão da Tarde? A Fortaleza!
O filme no qual um bando de seqüestradores malucos com máscaras de papai notel, rato, pato e outros animais bizonhos resolve raptar todas as crianças de uma escolinha no meio do nada na Austrália.

Com a ajuda do YouTube (e mais uma colaboração singular do Nando!), já revi metade do filme! Divirtam-se velhacos!
Molecada, é assim que se faz filme tosco com estilo, tá!? Aprendam! :)

Agora, prestem atenção em como a dublagem era supiiiiiiiiiiiiiiiiiimpa que só. Especialmente no começo da parte 2, com os gritos de alegria dos malfeitores canalhas! É hilário, mas no final o caldo entorna e a coisa fica muito soturna!

Acho que está na ordem certa. :) Plim-Plim!

Constado às 16:00 em TV | 6 Comentários | 

Vai ficar chato só dar notícia ruim aqui, mas é a vida. Logo que cheguei o Heath Ledger morreu (foi a Tia do Bátima, aposto!) e agora séries cujos produtores são meus coleguinhas começam a ser canceladas pra valer e sem volta. Eita nóis!

Então, mais duas séries foram canceladas. Vamos a elas:

Wildfire, que passa no ABC por aqui, acabou de ser cancelada, pelo menos internamente. As razões ainda não podem ser divulgadas, mas, muito em breve, os veículos norte-americanos serão informados da decisão, que é irrevogável.

Em janeiro do ano passado, a série retornou à ativa, mas, pelo jeito, não agradou. É, mais gente desempregada! Mas não se preocupem, daqui a pouco o Benjamin McKenzie arruma outra série pra fazer e todo mundo é contratado de novo! Uiiii!

Outra série que também foi para o buraco, mas isso foi definido há umas 3 semanas e já era carta marcada desde a conclusão da última temporada em setembro de 2007, foi The Dead Zone, ou O Vidente, em português, baseada no livro de Stephen King e estrelada por Anthony Michael Hall. Infelizmente, The Dead Zone terminou abruptamente, sem conclusão e com um baita gancho para a continuação. Existe o esforço para que um filme de 2 horas para TV seja produzido para concluir toda a história do Armageddon e tal. Mas isso está bem longe de acontecer. Se o filme não existir, a sexta temporada é tudo que nos resta. Pelo menos eu tenho os DVDs, mas sem final é chato que só. Se o telefilme for aprovado, eu conto na hora!

The Dead Zone foi pra Zona Morta!

POR QUE NINGUÉM CANCELA MALHAÇÃO, ME DIGAM?

Constado às 13:17 em TV | 71 Comentários | 

O Afeminado da direita desistiu de atuar!

Na primeira informação quente e exclusiva do S.O.S Hollywood, o intrépido Barretão confirmou diretamente com a produção - uma das produtas da série, para ser mais exato, que não pode ser identificada por razões óbvias para quem tem mais que dois neurônios - da série fodástica Supernatural que tudo deve terminar na terceira temporada. Isso mesmo, os irmãos Winchester não vão mais caçar demônios na TV, mas não pensem que isso é decisão do estúdio ou por causa da maldita greve! Não, senhor!

O fim da série acontecerá por causa de Jared Padalecki, a frutinha da direita na foto (eu sabia! eu sabia!), que está cansadinha da vida de ator e da divulgação. Como ele quer passar mais tempo com a família e descansar, desistiu de atuar! Vai viver do que agora, cidadão? De vento e direito autoral dos DVDs? Bem, cada um faz o que quer da vida. De qualquer maneira, o canal poderia mudar a estrutura e manter o Dean, é ele quem segura a porrada mesmo.

Sei lá, por que a Sarah Michelle Gellar nunca teve essa genial idéia, assim me poupava de tantos anos de Buffy! Aliás, o Tom Welling podia gostar da idéia e seguir o colega!

Enfim, é fato! Ainda não sei se Dean Winchester vai morrer no final da temporada ou se eles vão dar algum jeito de salvá-lo, mas o fato é, a série já era. Infelizmente! Só por que eu queria tanto fazer um making of e entrevistar as roteiristas.

Fãs xiitas, é a hora de vocês já se organizarem para tentar virar esse mesa! Já deu certo no passado, por que não daria agora?

uv