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Nunca ri tanto na minha vida com um vÃdeo do YouTube. Tenacious D é aquela banda que você gosta, ri e precisa pensar muito bem antes de mencionar o fato para alguma outra pessoa, afinal, nem todo mundo conhece e os “roqueiros xiitas” acham ruim por ser o Jack Black. Danem-se eles! Estava assistindo trechinhos do Tenacious D - Uma Dupla Infernal (Tenacious D - The Pick of Destiny) e me deparei com esse vÃdeo, que mostra o Gollum fazendo um dueto impossÃvel e alucinante com o Jack Black ao vivo. Isso mesmo, Gollum, ou melhor, Andy Serkis arrepiando ao vivo. Faz uma meia hora que vi pela primeira vez e ainda estou rindo! Ah e, se alguém tem dúvidas, esse filme Jà FOI lançado em DVD no Brasil, viu? Foi pela PlayArte, com partipação deste que vos escreve e do El Cid, quando trabalhávamos juntos na distribuidora. Cliquem e se divirtam! Lu, essa é para você! =D Ah e não percam o tempo vindo aqui dizer que isso é velho que já viu em algum daqueles blogs que só sabem copiar coisas e vivem do que os outros fazem. !hahah! Eu sei que deve ser velho!
- El Cid, Observatório Nerd. Assino embaixo. Simplesmente não existe mais individualidade e talento único no mundo do cinema. Daqui a pouco algum gênio vai querer fazer continuação para Casablanca, Ben Hur, [insira aqui seu filme predileto]. Medo desse povo, medo.
Tenho um porrilhão de DVDs que colecionei ao longo dos anos. Todos estão devidamente encaixotados, afinal, não tenho mais casa no Brasil e ainda não consegui um jeito de enviar os disquinhos para LA, mas, mesmo assim, novas aquisições continuam acontecendo. Ontem comprei O Ilusionista, com Edward Norton, a que assisti anteontem com a Lu na HBO – acho. Não tinha visto o filme e gostei demais da conta da história. E comigo é assim: gostei, comprei! Virei fã do Eisenheim! Entretanto, devo dizer que não sou de assistir muito a extras dos “filmes†que compro. Tirando boxes ou sonhos de consumo – Guerra nas Estrelas ou Band of Brothers, por exemplo –, costumo ver o filme, zapear os extras, mas nunca assisto. Esse caso me surpreendeu! Começa pela caixa bem-feita e com a idéia – que embora eu não goste, mas funciona – de envolver o ilusionista máximo do Brasil, o japa Issao Imamura nos extras. O mais surpreendente, porém, é o fato de um disco tão legal ser produção da “pequenina†Focus e não de alguma das companhias poderosas que não criam nada no Brasil (por obrigação de apenas traduzir e dublar, quando muito, os discos importados). O Ilusionista vai além do básico “comentários do diretor e elenco†numa faixa de áudio que acompanha o filme, e aposta em seu elenco e várias opiniões sobre o assunto. A grande sacada aqui foi inserir as entrevistas do lançamento para a imprensa – exatamente aquelas que eu faço em Los Angeles – e mesclar com material de bastidores para ter uma bela seleção de bate-papos com atores, consultores e realizadores. O elenco principal está lá - Jessica Biel dando uma de inteligente e Paul Giamatti meio assustador e com cara de quem acordou na marra - assim como um bando de “zés-ninguémâ€, quando se fala em gente famosa, mas todos ajudam a entender melhor todo aquele mundo dos mágicos. E sem precisar da ajuda do Mister M ou do David Copperfield! Para ninguém reclamar, o disco vem em versões Full e Widescreen e os extras estão divididos entre os dois lados do DVD, o que é um pouco incômodo, mas não é um grande problema tendo em vista ser um disco mais “democráticoâ€, digamos. Outra caracterÃstica do DVD é a produção local. O El Cid faz a produção de vários extras para fãs nos animês da PlayArte e aqui a Focus resolveu tirar o escorpião do bolso e chamar o Issao. Ele comenta o filme, fala de sua carreira e de alguns truques realizados no filme. Aliás, sabiam que TODOS os truques vistos no filme foram efetivamente realizados em cena? Justamente para dar a idéia de realismo a um show de ilusionismo e não apenas um monte de efeitos especiais. Entretanto, talvez seja nesse trecho o único “problema†desse disco. Durante a entrevista, ele fica o tempo todo olhando para o entrevistador – ou seria o teleprompter com o texto dele? Sei não… – em vez de olhar para a câmera. O objetivo pode ter sido passar uma idéia de observador onipresente, mas, quando um espectador assiste a uma entrevista desse tipo, quer é ver o sujeito olhando diretamente para ele. Gostei da autoração e dos menus internos. A navegação é bem simples, mas a legenda dá umas escorregadas gritantes. Renatinha, “countrymen†é compatriota, não camponês! |
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