As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!
Constado às 19:51 em Animação, Cinema | 10 Comentários | 

Primeiro longa-metragem animado da saga aposta no militarismo e no ritmo acelerado para dar início à série de TV.

A retomada de George Lucas da sua maior criação depois do final da Trilogia Clássica foi marcado por um problema: a ausência de “guerra” em Episódio I. O título de Guerra nas Estrelas sempre pressupôs a presença marcante de batalhas, conflitos e uma boa dose de explosões nos filmes anteriores, sendo um dos fatores que causaram frustração e prejudicaram a bilheteria do filme. Lição vivida, lição aprendida. Com isso, ação e ritmo militar não faltam ao novo Star Wars: The Clone Wars, primeiro filme animado ambientado nesse universo. Entretanto a tarefa não é simples, uma vez que seu objetivo é definir um novo ritmo, que será seguido na série de TV que estréia no final do ano. E tudo isso é extremamente arriscado para personagens e equipe de produção, afinal, tudo é novidade, e novidades sempre são incertas.
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Constado às 13:23 em Cinema, Cobertura, Comportamento, Sci-Fi | 12 Comentários | 

CALABASAS (CA) - Terminou há alguns dias um dos leilões nerds mais cobiçados da Costa Oeste, o Profiles in History. A cidade de Calabasas recebeu colecionadores abonados de todas as partes do país para disputar itens originais utilizados em filmes com Guerra nas Estrelas, De Volta para o Futuro e, claro, James Bond. Todas aquelas coisas maravilhosas que sonhamos em ter, mas, como nerds pobretões e não-milionários, a gente se contenta em ficar babando, né?

A venda mais cara do evento foi o TIE Fighter original utilizado em Guerra nas Estrelas: Uma Nova Esperança. O caça imperial foi vendido pela bagatela de US$ 402,5 mil (algo em torno de R$ 608 mil), o preço de uma casa média em Los Angeles e, claro, uma senhora mansão em São Paulo. Sou fanzaço do filme, agora, meio milhão num Tie Fighter? Ok, quem estou querendo enganar? Se eu tivesse, eu comprava! =D

Entre os outros itens, fiquei empolgado com as Tábuas dos Dez Mandamentos originais carregadas pelo Charlton Heston depois que ele fumou um base… oops, viu a moita em chamas e falou com o Todo-Poderoso. o_O. O site Triviamania comprou as plaquetas por singelos US$ 69 mil. Barato, né?

O próximo leilão da Profiles in History acontece em dezembro e acho que vou até lá conferir os ricaços saindo no tapa pelos colecionáveis. Confira a lista das aquisições mais curiosas do leilão. E haja dinheiro, meu povo! Enquanto isso, eu virei o maior consumidor de frango da Costa Oeste. É barato e rende bastante!

US$ 75 mil – manuscrito autografado por Ian Fleming sobre o filme Moscou Contra 007. Esse á para esfregar na cara dos amigos!

US$ 60 mil
– Velociraptor animatronic em tamanho real de Jurassic Park III. Esse é para colocar na porta e matar aquela tia chata do coração! Ah, o T-REX em escala real foi vendido por US$ 55 mil. Imaginou ter os dois no quintal?

US$ 64 mil
– o skate magnético original de Michael J. Fox em De Volta para o Futuro II e III. Ele não funciona, ok!?

US$ 58 mil – roupa de Demolidor usada por Ben Affleck, com suor original. Para quem tem tara por couro, é item obrigatório no armário! Haha! Val, pediram pra te avisar que tem mais uma no estoque!

PÁCABÁ!
US$ 26 mil – o Santo Graal de Indiana Jones e a Última Cruzada (o burraldo aqui tinha escrito errado. Tooooooooooma eu!)! Não, ele não garante vida eterna e não cura ferimentos a bala. Funciona apenas com o Sean Connery, Dercy Gonçalves tentou, mas escolheu o Graal errado!

Constado às 16:50 em Cinema | Nenhum comentário | 

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Ele é um dos atores mais feios da história, mas seu melhor papel não mostrava o rosto, então tá valendo! Hoje é aniversário de Peter Mayhew, que interpretou Chewbacca em Guerra nas Estrelas! Sujeito super simpático, atencioso e que adora falar sobre a saga, assim como qualquer outra coisa ligada a cinema. Foi uma de minhas melhores entrevistas nérdicas! 64 velinhas para o wookiee desengonçado!

GRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN!

Constado às 20:48 em Animação, Cinema, Sci-Fi, Star Wars | Nenhum comentário | 

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Queridos leitores, sabem o que é mais engraçado no mundo do entretenimento? Como as coisas mudam! Num dia, um ator diz que nunca mais fará certo papel, no dia seguinte ele aparece anunciando que acabou de assinar o contrato. Mesmo assim, tem gente que ainda acredita nas notícias e tira conclusões a partir do que foi dito ou divulgado. Pois bem, quem disse que Guerra nas Estrelas acabou no cinema com a estréia de A Vingança de Sith estava certo e errado ao mesmo tempo. Certo, pois quando se fala em live action no cinema, parece que acabou mesmo. E errado, pois pouco tempo depois já há um a nova estréia agendada: Star Wars: Guerras Clônicas, que chega ao mercado norte-americano em 16 de setembro. E cujo trailer está em exibição nos cinemas com Speed Racer e que conferi ontem.

Todo o tratamento é idêntico ao dos filmes em live action, o que chega a pegar as pessoas de surpresa ou causar antecipação, já que “ah, é só animação”. Bom, essa sensação do público em geral acaba no minuto em que o trailer chega ao fim e ouvem-se suspiros e comentários empolgados. Talvez fosse a estratégia da LucasFilm, mas fato é que a repercussão tem sido positiva entre as pessoas que não vivem conectadas à internet e só acompanharam o trailer de Guerras Clônicas pelos sites – entre eles o site oficial e o YahooMovies. A internet traz o material em boa qualidade, mas não é o ideal.

Digo isso justamente por ter visto logo de cara na rede e ter achado legal. Legal? É, legal é pouco depois que sentei no Chinese Theater na sessão de ontem de tarde para rever Speed Racer e, claro, conferir o tal trailer. Guerras Clônicas é mais que legal, é muito bom! A trilha sonora, os efeitos sonoros e os personagens – mesmo que sejam em 3D – trazem todo aquele sentimento de Guerra nas Estrelas de volta.

Precisamos aceitar, se queremos ver mais no cinema, vai ser assim. Por mais maluco que pareça, é mais fácil continuar Guerra nas Estrelas na telona em desenhos do que em filme tradicional. Leva muito menos tempo e requer menos envolvimento de George Lucas, que deve estar se preocupando com a série em live action e seus outros projetos. Não que ele não esteja envolvido, mas uma vez definidos os parâmetros e o que ele quer, ele tem liberdade para fazer outras coisas enquanto os animadores dão vida ao que ele pediu. Num filme de verdade ele tem que se preocupar com todos aqueles sujeitos chamados atores, com direção de cenas, viagens para a Tunísia. Em Guerras Clônicas, a Tunísia está dentro do computador mais próximo. Nada de areia!

Voltando ao trailer, conta mais um capítulo das guerras e, finalmente, envolvendo Jabba, the Hutt. Tanto era falado sobre Jabba ter ajudado na extinção dos Jedi, mas ele pouco fez na nova trilogia. Bem, até agora, já que o seqüestro de seu filho – MEDOOO, filho do Jabba – o coloca no meio da confusão toda. O pau vai comer em Tatooine e em todos os domínios dos Hutt. O clima de tensão existe do começo ao fim, afinal de contas, agora todo mundo – mesmo os que duvidavam do óbvio – sabe que os Jedi defendendo Palpatine faz parte de um mega complô e dá uma certa raiva ver Mace Windu e Obi-Wan andando lado a lado com o sujeito que, mais tarde, vai passar a sabrada em todos os mocinhos!

Se há um porém nessa história toda é o fato de os roteiros de Guerra nas Estrelas terem ficado meio repetitivos ultimamente. É aquela coisa missão de RPG: há um problema, Obi-Wan faz isso, Anakin faz aquilo! E pronto, temos um filme! Senti muito a falta de elementos mais elaborados como todo o treinamento de Luke em Dagobah ou a própria mitologia envolvendo a linhagem dos Skywalker. Todo esse apelo, digamos, místico sumiu nos últimos filmes e simplesmente não existe nesse “universo” de Guerras Clônicas. Sinal dos tempos ou alguém parou de se preocupar com isso mesmo? Até mesmo Harrison Ford diz que George Lucas é todo cheio desse “uiui” místico, mas como pode deixar de pensar nisso exatamente no filho mais querido e rentável? Bem, mistérios do mundo do cinema.

Fato é, a mudança de distribuição da Fox para a Warner muda um pouco o jogo e já propiciou um ponto positivo: o trailer entrou em cartaz com Speed Racer, que não está indo muito bem nas bilheterias (engraçado como 20 milhões é considerado ruim… coisas da a vida), mas de qualquer forma é um blockbuster e cumpre seu papel. A Fox não tem nenhum blockbuster nesse período, o que adiaria a estréia do trailer de Clone Wars em alguns meses ou provocaria o vinculo com um filme de menor calibre.

A contagem regressiva já começou e 16 de setembro será uma data importante, afinal de contas, definirá se há espaço para Star Wars em versão animada no cinema, ou se é apenas nosso lado nerd que clama por mais da saga na telona. Vamos ver.

A Força continua!

Constado às 12:07 em Cinema, Entrevistas, Exclusivo, Sci-Fi, Star Wars | 16 Comentários | 

The Iron Man!

A exposição de Guerra nas Estrelas, que acontece no Porão das Artes, em São Paulo, tem ninguém menos que Anthony Daniels (o andróide C-3PO), como seu porta-voz oficial. Entre uma viagem e outra, conversei por uma hora com o simpático ator inglês, fonte de inesgotáveis histórias sobre a maior saga do cinema e, claro, seu dróide mais medroso. Essa foi a segunda entrevista que fiz com Daniels, que se mostra ser um sujeito bastante ponderado e ciente do papel que exerce nessa mediação entre ficção e realidade, que acontece quando Guerra nas Estrelas deixa as telas e invade a vida real. Paulo Gustavo Pereira, diretor de redação da Sci-Fi News, esteve comigo nesse bate-papo. Confira as melhores partes.

Todo mundo pira quando você aparece. Como é isso? São os seis filmes ou tem algo mais?
É engraçado, pois quando estou numa exposição em Londres o pessoal pira. No Brasil, o pessoal pirou. Sempre penso: “nossa, isso é importante”. Para essas pessoas é algo muito especial, mas para mim, devo confessar, acaba sendo corriqueiro, afinal de contas, esse é o meu trabalho. Ele é o meu trabalho e meu amigo. Vivo com ele todo dia.

E a exposição?
Vi e aprovei o projeto da exposição. Está maravilhoso. O espaço onde tudo será montado tem toda a condição de dar a impressão de estar num outro mundo mesmo. Serão centenas de peças dos filmes. Tudo genuíno. Não há réplicas oficiais ou coisa do tipo. Tudo foi usado no filme, claro, algumas peças existiam em certo número nos filmes. Tudo é original dos seis filmes. [a entrevista foi realizada antes da inauguração da mostra, para mais informações visite o site oficial, que você ficou sabendo primeiro aqui].

Incluindo a sua fantasia?
Sim, eu tinha 6 modelos no primeiro filme. Todos fazem parte das exposições. Uma estará aqui no Brasil. O Destróier Imperial [Avenger] do início do filme também estará presente. E vocês vão ver o tamanho original dele e também como fizeram parecer tão grande.

Que pena que demorou tanto para chegar aqui.
Não pense assim. É ótimo que tenha demorado tanto. Exatamente por isso, essa é uma das exposições mais completas já realizadas, pois tem muito mais coisa disponível para ser exposta. Os três novos filmes, novas entrevistas, conceitos, desenhos originais. Tudo.

Todo o trabalho de Ralph McQuarrie e Doug Chiang ou só um deles?

Ambos e vários outros artistas que participaram dos filmes. E devo dizer, estou aqui, estou nesses filmes, tudo por culpa de um desses dois…

… Ralph McQuarrie.
Sim, tudo isso é culpa de uma pintura. Não queria ser um robô, mas quando vi o desenho de Ralph McQuarie na parede, olhei nos olhos do robô e me encantei com 3PO e aí aceitei fazer o filme.

Quando o primeiro filme foi lançado, você falou com a imprensa sobre as dificuldades de atuar com a fantasia. E aposto que todo mundo pergunta isso, não é?
É, e foi mesmo. Sabe, não gosto de atores que dão entrevistas e começam a falar: “é aquilo foi muito difícil, havia tantos desafios para criar o personagem, me superei como ator, blabla”. Eles são pagos para atuar e quando fazem isso na vida real fica horrível. Mas, para falar a verdade, foi difícil mesmo (risos). E sim, muita gente pergunta, mas é por isso que gosto de falar com gente como vocês, que não fica só falando da fantasia e querendo saber todos detalhes sobre ela. Existe mais do que a roupa. Eu, por exemplo! (mais risos). Tive cortes e escoriações em lugares que não ouso dizer. Em algumas horas eu parava para pensar porque estava fazendo aquilo comigo mesmo. E eu também odeio areia. Nem vou mais à praia. Eu não gosto da Tunísia e o 3PO também não gosta de Tatooine, então, areia não é com a gente. E também foi difícil trabalhar com a armadura. Eu tinha poucas ferramentas, pois o rosto era fixo. As mãos e os braços acabavam sendo o principal jeito. E foi por isso que eu pude fazer o papel, pois sei usar muito bem o corpo. E é assim que 3PO se expressa. (gesticulando com os braços de maneira rígida igual ao dróide).

O modo de filmar a nova trilogia mudou muito em relação à primeira?
É preciso ter em mente que assim como atuar em um filme, filma e criar um filme também é profissional. Então, um câmera man ou o cara que constrói os efeitos, está ali como um técnico especialista no que está fazendo. Isso, basicamente não mudou com o tempo. Mas não existe muito entusiasmo vindo da equipe de filmagem. Pode ser a cena mais alucinante do mundo, e eles ficam lá: “humm, ok, corta”. Normalmente, esse tipo de entusiasmo vem dos diretores.

E você sentiu isso de George Lucas?
Não, definitivamente.

Ele é famoso por isso.
Não acho que ele percebe o quanto a gente sente falta disso. Atores precisam ser elogiados. Mas sem exagero, pois, se feito desse jeito, a gente sabe que está indo no caminho certo. Aquele pessoal que rasga seda indiscriminadamente é falso e não leva a lugar algum. Odeio esse tipo de reação. Ajuda muito mais quando alguém diz: está bom, faz mais disso ou daquilo, acerta um pouco aqui que melhora ainda mais. É possível ser técnico e elogiar ao mesmo tempo. Sinceridade é tudo.

Threepio e Lucas

Você falou muito sobre a evolução digital. Do ponto de vista do ator, mudou? Vocês tinham novos elementos de referência como ver algum vídeo de efeito antes de entrar numa cena, por exemplo?
Não, não muito. A grande coisa é que na primeira é que a maioria dos elementos estava lá. O Dewback, por exemplo, estava lá. Ele não se mexia, era apenas uma criatura no cenário, mas estava lá. Era de plástico, mas dava para ver. Mas, como meu primeiro trabalho foi na rádio BBC, onde eu fazia rádio novelas, só existia o microfone e a alma para explicar para o público o que eu acreditava estar vivenciando. Então sempre foi algo mental. Mas na primeira trilogia, tudo estava lá. A Estrela da Morte, os Taun-Tauns, e etc. Era legal ver aquelas coisas. A Falcon era feita de madeira.

Mas eram autênticos.
E estavam lá! Hoje em dia tudo é impressionante, ficamos abismados com tudo que vemos, mas é de mentira. Literalmente. Há uma cena em Episódio III, há uma cena em que eu e Natalie Portman temos que voar na nave dela, mas só tínhamos duas cadeiras, joystick com barras de metal presas em sacos de areia e o resto era tela verde. Pode ter parecido bonito, mas não havia nada ali. Isso sem falar quando George não vinha com a idéia de transformar R2-D2 em algo digital, e tínhamos que fazer ele mudar de idéia.

Não tem como evitar. Star Wars Holiday Special (muitas risadas com a menção ao nome). Por que Lucas tem tanto medo dele?

Porque ele deve ter um pouco mais de noção da besteira que fez. Aquilo foi muito ruim. De verdade. Quando vi aquele roteiro gigantesco e com musical, não acreditei, mas todos acabamos participando. Foi constrangedor. Lembro que quando terminei de filmar, comecei a rir no taxi e o motorista perguntou o motivo. Eu disse: porque acabou e foi muito ruim!!!! Foi constrangedor ver a cena descrita como: ewoks entram carregando seus globos brilhantes e aí vem Carrie Fisher e começa a cantar à capela. Gostei dela cantando, mas aquele filme foi um erro, exceto pelo desenho, que se salva.

Mostramos o filme na primeira JediCon, em São Paulo, e muita gente ou dormiu ou foi embora, mas quando tentamos tirar, teve reclamação.
Sério? Alguém sobreviveu ao ver aquilo?

Bom, eu vi 6 vezes.
Você é insano!

Era o que passada na TV naquela época.
Aquilo pode transformar seu cérebro em mingau. Não faz bem, definitivamente (risadas alucinadas).

Por falar em Carrie, era bom trabalhar com ela?
Não! E ela sabe, pois amadureceu e evoluiu. Agora é uma pessoa de quem se pode gostar e eu disse isso a ela. Fiquei muito feliz com essa mudança.

E na nova trilogia, vários atores novos, novas estrelas, e você constante lá.
Não consegui entender bem, pois estava tão empolgado em trabalhar com Ewan McGregor e Samuel L. Jackson, mas aí, de repente, eles disseram: “Nossa, Anthony Daniels! Que fantástico!”. Às vezes eu esqueço que essas pessoas cresceram me vendo no cinema e que sou importante para eles. Foi difícil convencê-los de que são importantes para mim também.

A nova trilogia veio na época dos spoilers, todo mundo sabendo de tudo. Antigamente, era mais difícil, mas mesmo assim Lucas criou a idéia de Blue Harvest para esconder Jedi.
É, ele pensou nisso.

E o pessoal acreditou…
O quê? Não. As pessoas me diziam: “você está fazendo Blue Harvest, ok. Mas o que o 3PO está fazendo lá? É outro Guerra nas Estrelas, só pode!” Não colou, mas ainda tenho camisetas e outros materiais da época bem guardados. Se você for à minha casa em Londres, não vai nem imaginar que sou um ator e que fiz esses filmes. Não tem nada exposto lá, é um lugar agradável para se viver.

daniels no Brasil

Agora é a minha vez de perguntar a vocês.
Claro.

Qual o outro personagem que faço em Uma Nova Esperança?
Tinha mais um? [Fico imaginando minha cara de desespero por ser surpreendido].

Sim, é uma ponta, mas eu faço.
Sei da sua ponta em Episódio II, mas em Uma Nova Esperança

Essa foi legal, mas a primeira é mais difícil. Poxa, pensei que estava falando com especialistas aqui. (risos).
Desisto.

Então visite meu site www.anthonydaniels.com

Eu visitei e descobri a resposta, Anthony Daniels veste a roupa de outro droide nas ruas de Tatooine, na cena em que Luke vende seu veículo. O personagem foi batizado como CZ-3.

3po e R2D2


* por Fábio M. Barreto

Constado às 01:40 em Star Wars | 7 Comentários | 

Amiguinhos, aproveitando a onda de posts sobre Guerra nas Estrelas (quem ainda não sabe, vai descobrir que sou ‘um pouco’ fanático pelo assunto), nada melhor que apresentar a vocês o AT-AT motorizado que o Adriano, sujeito boa praça de Minas Gerais, construiu no peito e na raça sem usar um chip sequer. A criança é TOTALMENTE MECÂNICA e faz o trabalho mil vezes melhor do que o contruído pelo pessoal da ILM, que usou stop-motion para colocar isso no filme. O Adriano fez de verdade!
Ah, detalhe: É O ÚNICO NO MUNDO! E é brasileiro! É gente, é AT-AT.COM.BR!!! hahahahahahaha! E é verdade!

Mas claro que vai aparecer alguma comunidade radical e um site gringo dizendo que algum moleque do meio-oeste já tinha feito isso. Ah sim, Irmãos Wright, CHUPEM! Santos Dumont é o cara e aquela porcaria de vocês caiu que nem saco de batata na LAMA!

Voltando ao AT-AT, vejam o vídeo e babem! Eu vi o danado ao vivo na JediCon do ano passado em São Paulo e, de longe, foi a melhor parte do evento para mim. Fiquei emocionado com a engenhosidade, perseverança e criatividade do Adriano. Tá Adriano, PARABÉNS E AGRADECIMENTOS TAMBÉM AO FOCA!!! Ah, Foca, passa lá no Arre Égua e pega uma sardinha depois! É por conta da casa! :)

“They’ve got Imperial Walkers” - algum rebelde Zé Roela na Batalha de Hoth.

uv