|
LOS ANGELES - A chegada de Hellboy aos cinemas provou o carisma do herói infernal que, com a ajuda de Ron Perlman, se tornou um personagem com a cara do cinema de ação atual. Depois da ótima recepção de seu primeiro filme, ele retorna à carga com Hellboy II - O Exército Dourado. Além de grandes nÃveis de ação, o longa traz um subtema explorado com impacto e excelência pelo diretor Guillermo Del Toro: a relação entre o ser humano e a natureza. Já foi publicado no Judão. Quem ainda não leu, pode continuar! Continue lendo!
Por favor, não me xinguem. Não desta vez! =D Fui assistir ao filme Hellboy II - The Golden Army na última quinta-feira, lá no Arclight, o cinema predileto da Paramount em LA. Puxei papo com um casal que ocupou as poltronas ao meu lado e, convenientemente, o sujeito era editor de som da Fox Film. Até pelo fato de estarmos ali para assistir ao segundo filme do Red, falamos muito sobre Del Toro, O Hobbit e dos outros blockbusters nerds. Até que, por alguma razão, Arquivo X - Eu Quero Acreditar entrou em baila. Pude notar a cara de desânimo do rapaz e aà veio a confirmação sonora:
Fiquei cabreiro com o comentário. O cara não me conhece, não tinha razão para inventar história e ainda mais da empresa em que trabalha. E, levando em conta o fato de que ele trabalha com filmes, sai pouco para ir ao cinema e se deu ao trabalho de ir até o cinema para assistir Hellboy 2, não se trata de um espectador qualquer e que tenha problemas com o gênero da FC&F. Será mesmo? Não sei e não compartilho da opinião, afinal de contas, só poderia dizer algo quando assistir ao filme. Pode não ser absolutamente nada, mas achei legal compartilhar isso com vocês. Foram dez dias de festival. Mais de 230 filmes. Disputa por ingressos dos favoritos. Mostras internacionais, exibições públicas ao ar livre e profissionais de cinema respirando o mesmo clima durante todo o tempo. Tudo isso dentro de uma minicidade cinematográfica organizada no coração da Westwood Village. Assim aconteceu o Los Angeles Film Festival, um evento anual patrocinado pelo jornal Los Angeles Times, com o objetivo de reforçar a prolÃfica produção independente de uma Hollywood que o Brasil pouco conhece. Embora os filmes dos grandes estúdios movimentem a maior parte da renda em Los Angeles, o cinema independente é responsável pelo trabalho de base ao treinar muitos dos profissionais e ao fornecer emprego e renda para empresas menores, como locadores de equipamentos, estúdios de mixagem e tantos outros segmentos que vivem em função do cinema. Com verba menor – mas ainda assim grande para os padrões brasileiros – e apoio de uma cidade que precisa de filmes para sobreviver, a produção independente é ininterrupta. Para este ano, por exemplo, 5000 filmes foram inscritos. 75% foram produzidos em Los Angeles. |
|
|
| © 2008, Judão, Barretão. Alguns direitos reservados | ||