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O começo da terceira temporada de Heroes foi marcado por expectativa e dúvidas, mas foi positivo. Uma nova direção na vida dos personagens empolgou e mostrou potencial, mas o desenvolvimento mostrou falhas. No meio do caminho, os produtores foram demitidos e quando tudo parecia se encaminhar para uma grande virada surge Villians, oitavo episódio da temporada, o ponto de definição para fãs da série. Agora vale a velha máxima: ame-o ou deixe-o. Infelizmente, as perspectivas não são boas.
Bati um papo com ele, que se mostrou bem receptivo e só não tirei foto por que, convenhamos, quem leva máquina fotográfica quando vai comprar pasta de dentes? Bem, da próxima vez eu levo! Bem, aà vem a segunda parte. Hoje cedo, antes de iniciar a jornada do post anterior, fui pegar um café e quem estava papeando com duas gatas, vestindo um boné meio brega e com cara de intelectual? Zachary Quinto, ou melhor, Sylar, o chupa-cérebro de Heroes e, claro, o novo Spock, do novo filme de Jornada nas Estrelas. Seria algum complô Roddenberiano contra minha sanidade? Tentativa de corromper ao lado tricorder da força? AimeusantoAsimov! Fato é, os dois já entraram para o hall de celebridades que cruzaram meu caminho nessa longa e absurda jornada em Los Angeles, audaciosamente indo aonde nenhum outro Madrigal Barreto jamais esteve. Numa viagem de cinco anos, explorando a Califórnia, criando a filha e tentando fazer algo decente para a esposa. Nem para isso precise ficar um pouco longinho de todo mundo. Piriri. Enterprise, um para subir! |
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