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Falar em vilões ou personagens malucos sempre suscita a menção a alguns filmes famosos, mas em vez de ficar citando arquétipos clássicos ou obras estreladas por Jack Nicholson, precisamos olhar para a atualidade desse tema. A temporada de filmes do ano passado chamou a atenção para um perfil incômodo de indivÃduo. Daniel Plainview viveu no extremo por conta de sua ganância em Sangue Negro, enquanto Anton Chigurh matava indiscriminadamente com sua arma de ar comprimido no Texas de Onde os Fracos Não Têm Vez. O Coringa que aterrorizou Gotham City chegou apenas para fechar esse trio assustador, mas não inteiramente malévolo sob o aspecto sócio-religioso.
Essa coisa de bater palmas sempre me levava à s noites de Oscar, com tudo mundo aclamando o Scorsese, o Clint, o Nicholson, sei lá, algum desses caras formidáveis. Cheguei aqui e tudo foi pelo ralo. Foi na exibição restaurada de 101 Dálmatas – a versão do DVD bacana da Disney. O povo começou a bater palmas depois que o representante da companhia apresentou o filme! É, ele deu boa noite, falou do que se tratava e pediu para começar a exibição. Bateram palmas!!! Fiquei passado! Máquêêêê?! Beberam?! Bom, logo alguém me disse. “É o pessoal de TVâ€, eles são aparecidos e puxam o saco descaradamente. Pensei comigo, bem, cada um com seus interesses. Só esperava que não fizessem isso durante o filme. E não fizeram. Mas foi só a primeira linha de crédito subir e pimba: mais palmas! Filme super novo, o diretor e o estúdio precisam de força para se firmarem, sabe. Ah vá! Isso continuou acontecendo nas grandes junkets, mas como o pessoal de TV sempre estava lá, desconsiderei e coloquei a culpa neles. Beleza. Mas aà veio O IncrÃvel Hulk. Mega evento dentro do Universal Studios, como relatei aqui, celebridades e o pacote completo. Mais de mil pessoas no anfiteatro. Filme começa. Palmas. Mas que diabos?! |
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