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O começo da terceira temporada de Heroes foi marcado por expectativa e dúvidas, mas foi positivo. Uma nova direção na vida dos personagens empolgou e mostrou potencial, mas o desenvolvimento mostrou falhas. No meio do caminho, os produtores foram demitidos e quando tudo parecia se encaminhar para uma grande virada surge Villians, oitavo episódio da temporada, o ponto de definição para fãs da série. Agora vale a velha máxima: ame-o ou deixe-o. Infelizmente, as perspectivas não são boas.
Faz tempo que não mando nenhuma matéria sobre o assunto, mas tudo tem razão. Primeiro, quis juntar vários encontros estelares para ficar mais interessante e, como anunciei há um tempo, com a famÃlia por perto, acabei mudando um pouco o ritmo e os lugares que visito. Mas nem por isso eu deixo de trombar com os famosos. Justamente por isso, sabendo que vou deixar muita gente enfurecida – especialmente o Bó – eu digo: Oi Kate! Viu o Sawyer por aÃ? Pois é, Evangeline Lilly foi a mais nova aquisição para o panteão de gente famosa que eu encontrei na vizinhança. Depois de ter levado a dona Lu para tirar o SSN (famoso CPF) e de aturar uns ataques histéricos da pequena Ariel, que queria tudo cor de rosa que via pela frente, fomos comer tacos. E foi lá, no mesmo lugar onde trombei com a Rachel Bilson, que tive o prazer de ver Evangeline Lilly, minha musa de Lost, em pessoa. Foi rapidinho, mas valeu. Estava estacionando para comprar tacos quando surge uma moça simpática atravessando. Parei o carro e sinalizei para que ela continuasse. Ela abriu um sorrizão, deu um tchauzinho e só faltou sair saltitando. Enquanto ela passava, disse pra a dona Lu: “É a Kate!†Tchau, Kate! =D Chupem, mortais! hehehehe! Até domingo, envio outro texto completando com Jonathan Frakes, Nick Nolte e Larry Flynt!
Sábado foi um dia marcante. Obviamente, o fato de ter entrevistado Frank Miller entrou para minha história pessoal, porém, o lado ruim do penúltimo dia de Comic-Con foi bastante inesquecÃvel. Tudo por conta do gigantismo do evento e, claro, do aumento absurdo de visitantes, afinal de contas, quem trabalha durante a semana também poderia participar. E foi um pandemônio. Para ajudar, foi no sábado que começou a programação pesada de TV e, se alguém ainda tinha dúvidas, ficou claro de que esse tipo de conteúdo é o verdadeiro responsável pelo sucesso absoluto da San Diego Comic-Con. A maior parte das atenções estaria voltada para o Hall H, em seu último dia de atividade, que fecharia a programação com chave de ouro: Heroes – e o primeiro episódio da nova temporada -, seguido por Lost, com um Q&A apresentado pelos produtores. E tudo foi caótico. Muito mais procurado que os painéis de cinema ou quadrinhos. Missão quase impossÃvel. |
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