As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!
Constado às 14:11 em Astros, Cinema, Cobertura, Exclusivo, Festival | 3 Comentários | 

dscf0009.JPG

Foram dez dias de festival. Mais de 230 filmes. Disputa por ingressos dos favoritos. Mostras internacionais, exibições públicas ao ar livre e profissionais de cinema respirando o mesmo clima durante todo o tempo. Tudo isso dentro de uma minicidade cinematográfica organizada no coração da Westwood Village. Assim aconteceu o Los Angeles Film Festival, um evento anual patrocinado pelo jornal Los Angeles Times, com o objetivo de reforçar a prolífica produção independente de uma Hollywood que o Brasil pouco conhece.

Embora os filmes dos grandes estúdios movimentem a maior parte da renda em Los Angeles, o cinema independente é responsável pelo trabalho de base ao treinar muitos dos profissionais e ao fornecer emprego e renda para empresas menores, como locadores de equipamentos, estúdios de mixagem e tantos outros segmentos que vivem em função do cinema. Com verba menor – mas ainda assim grande para os padrões brasileiros – e apoio de uma cidade que precisa de filmes para sobreviver, a produção independente é ininterrupta. Para este ano, por exemplo, 5000 filmes foram inscritos. 75% foram produzidos em Los Angeles.

 Continue lendo! 

Constado às 23:51 em Animação, Artigos, Cinema, Cobertura, Exclusivo, Imprensa | 11 Comentários | 

Los Angeles é a capital mundial do puxa-saquismo cinematográfico. Chega a dar medo!

Essa coisa de bater palmas sempre me levava às noites de Oscar, com tudo mundo aclamando o Scorsese, o Clint, o Nicholson, sei lá, algum desses caras formidáveis. Cheguei aqui e tudo foi pelo ralo. Foi na exibição restaurada de 101 Dálmatas – a versão do DVD bacana da Disney. O povo começou a bater palmas depois que o representante da companhia apresentou o filme! É, ele deu boa noite, falou do que se tratava e pediu para começar a exibição. Bateram palmas!!!

Fiquei passado! Máquêêêê?! Beberam?!

Bom, logo alguém me disse. “É o pessoal de TVâ€, eles são aparecidos e puxam o saco descaradamente. Pensei comigo, bem, cada um com seus interesses. Só esperava que não fizessem isso durante o filme. E não fizeram. Mas foi só a primeira linha de crédito subir e pimba: mais palmas! Filme super novo, o diretor e o estúdio precisam de força para se firmarem, sabe. Ah vá!

Isso continuou acontecendo nas grandes junkets, mas como o pessoal de TV sempre estava lá, desconsiderei e coloquei a culpa neles. Beleza. Mas aí veio O Incrível Hulk. Mega evento dentro do Universal Studios, como relatei aqui, celebridades e o pacote completo. Mais de mil pessoas no anfiteatro. Filme começa. Palmas. Mas que diabos?!

 Continue lendo! 

Constado às 16:30 em Cinema | 4 Comentários | 

angelina.jpg

Gente do céu, assisti Wanted ontem! É bacanudo que só!
Tem seus problemas, mas tem a melhor solução de todas: Angelina Jolie! Ai ai (sim, eu vou apanhar, mas faz parte!).

Vou preparar a crítica ainda nesse fim de semana. Mas, curiosamente, foi o primeiro filme que me fez pegar fila aqui! E numa sessão às 4 da tarde, ontem, no Cine Vista, na Hollywood Blvd com a Hillhurst Ave. Desci a rua correndo, faltando apenas 20 min para o início da sessão e estava lotado de gente ainda lá fora!

Entrei no momento EXATO do início da projeção, as 50 pessoas que estavam na fila não. Tomaram grandão! haha
:)

Bom, volto logo com a crítica! Ai, Angelina! Humm.. acho que vou assistir de novo! YAY! =D

Constado às 16:19 em Cinema, Críticas, Exclusivo | 4 Comentários | 

anne1.jpg

Pela primeira vez na curta história do SOS Hollywood, um texto convidado. Embora a Warner não esteja merecendo muito, o trabalho não pode ser influenciado. Com vocês, Wagner Brito (OIWÃ!). Ele até que escreve bem! hehehe

Está cada vez mais difícil encontrar filmes de comédia que realmente divertem sem ofender o espectador. Agente 86 é uma dessas gratas surpresas, e pode ser considerada uma das melhores comédias de 2008. Sério.

Agente 86 (Get Smart) é a adaptação cinematográfica do famoso seriado televisivo criado por Mel Brooks e Buck Henry, lá na década de 1960. Quem já conhece outras obras de Mel Brooks, já sabe qual o estilo da comédia: situações engraçadas e frases engraçadas. E o diretor Peter Segal conseguiu, com louvor, fazer com que o filme fosse engraçado e fiel a serie, sem perder a mão para as novidades tecnológicas.

 Continue lendo! 

uv