|
A contagem regressiva para a estréia de Star Wars: Clone Wars, a série animada, está próxima do seu final, então começam a pipocar imagens do primeiro episódio “Ambush“. Confira abaixo a foto mais recente divulgada pela LucasFilm!
Para aplacar o desespero do mais afoitos, o roteirista do episódio - Steve Melching (The Batman) - contou um pouco sobre como o Mestre Yoda vai ser apresentado na abertura da série. “Quis recuperar um pouco daquele humor sacana do Yoda em O Império Contra-Ataca e misturar com aquele lado mais sério que ele ganhou na nova trilogia, então ele precisa liderar esses três clones numa situação bem desesperada. Acho que ele ficou sério demais, por isso aproveitei a chance para lembrar os fãs de que ele é engraçado, inspirador e ainda bota para quebrar quando precisa. Foi assim que o vi pela primeira vez e é assim que gosto de lembrar”. Star Wars: The Clone Wars começa a ser exibida na sexta-feira aqui nos Estados Unidos. Eu vou pirar!
Pois é, é hoje. Entrei oficialmente para o grupo dos balzaquianos e para comemorar, uma listinha de coisas bacanas para fazer em LA no dia do meu aniversário! - Transcrever a entrevista exclusiva do Kiefer Sutherland e do Stan Lee! Ô beleza! Viva eu! =D
A retomada de George Lucas da sua maior criação depois do final da Trilogia Clássica foi marcado por um problema: a ausência de “guerra†em Episódio I. O tÃtulo de Guerra nas Estrelas sempre pressupôs a presença marcante de batalhas, conflitos e uma boa dose de explosões nos filmes anteriores, sendo um dos fatores que causaram frustração e prejudicaram a bilheteria do filme. Lição vivida, lição aprendida. Com isso, ação e ritmo militar não faltam ao novo Star Wars: The Clone Wars, primeiro filme animado ambientado nesse universo. Entretanto a tarefa não é simples, uma vez que seu objetivo é definir um novo ritmo, que será seguido na série de TV que estréia no final do ano. E tudo isso é extremamente arriscado para personagens e equipe de produção, afinal, tudo é novidade, e novidades sempre são incertas.
CALABASAS (CA) - Terminou há alguns dias um dos leilões nerds mais cobiçados da Costa Oeste, o Profiles in History. A cidade de Calabasas recebeu colecionadores abonados de todas as partes do paÃs para disputar itens originais utilizados em filmes com Guerra nas Estrelas, De Volta para o Futuro e, claro, James Bond. Todas aquelas coisas maravilhosas que sonhamos em ter, mas, como nerds pobretões e não-milionários, a gente se contenta em ficar babando, né? A venda mais cara do evento foi o TIE Fighter original utilizado em Guerra nas Estrelas: Uma Nova Esperança. O caça imperial foi vendido pela bagatela de US$ 402,5 mil (algo em torno de R$ 608 mil), o preço de uma casa média em Los Angeles e, claro, uma senhora mansão em São Paulo. Sou fanzaço do filme, agora, meio milhão num Tie Fighter? Ok, quem estou querendo enganar? Se eu tivesse, eu comprava! =D Entre os outros itens, fiquei empolgado com as Tábuas dos Dez Mandamentos originais carregadas pelo Charlton Heston depois que ele fumou um base… oops, viu a moita em chamas e falou com o Todo-Poderoso. o_O. O site Triviamania comprou as plaquetas por singelos US$ 69 mil. Barato, né?
O próximo leilão da Profiles in History acontece em dezembro e acho que vou até lá conferir os ricaços saindo no tapa pelos colecionáveis. Confira a lista das aquisições mais curiosas do leilão. E haja dinheiro, meu povo! Enquanto isso, eu virei o maior consumidor de frango da Costa Oeste. É barato e rende bastante! US$ 75 mil – manuscrito autografado por Ian Fleming sobre o filme Moscou Contra 007. Esse á para esfregar na cara dos amigos! US$ 58 mil – roupa de Demolidor usada por Ben Affleck, com suor original. Para quem tem tara por couro, é item obrigatório no armário! Haha! Val, pediram pra te avisar que tem mais uma no estoque! PÃCABÃ! Resolvi armar uma novidade para vocês hoje. Em vez de escrever sobre tudo que foi dado de brinde e algumas coisas curiosas que aconteceram durante a San Diego Comic-Con 2008, resolvi fazer um vÃdeo xumbrega ao extremo para mostrar as coisas para vocês. Sim, eu sei que o mico é inevitável, mas fazer o que? O som está ruim, minha voz é péssima, mas é isso ae! Espero que gostem! Se não gostarem também, vão para o meio do Hell! YAY! =D Aumente o som, sério! Parte I Parte II Se alguém quiser se oferecer para editar, fale comigo!
[Momento famÃlia nerd on]
Um pouquinho de história barretônica antes de mais nada. No ano de 1999, na primeira Jedicon, eu coloquei uma certa fantasia só para desfilar um pouco. Como organizador nunca para quieto, acabei ficando o resto do dia correndo para lá e para cá vestido de Han Solo. Embora pouca gente se lembre, já que essa nova geração de fãs ainda mijava nas calças em 99, isso aconteceu e muita gente ainda me chama de “presidente Han Soloâ€. Foi muito legal. Apertando o botão de avançar no tempo para, exatamente, 25 de fevereiro de 2008. Quatro dias antes, recebo um comunicado me escalando para minha primeira entrevista oficial pela revista. O coração já bateu forte pelo lado profissional, mas quando terminei de ler o email eu quase enfartei. Meu primeiro entrevistado seria ninguém menos que Harrison Ford. E, para meu desespero, em Santa Monica, que é bem longe de onde eu moro. Dá-lhe Busão! Por sorte, porém, na sexta-feira anterior, quando fui entrevistar o elenco de Agente 86, trombei minha coleguinha Donna, uma australiana MUITO GENTE BOA, que também estava escalada para o Ford e me ofereceu carona. Menos mal, SÓ tive que ir até Beverly Hills – um metrô e um busão e 1h30 de investimento –, mas valeu a pena, pois até Santa Monica seriam quase 3 horas e mais um busão. A entrevista seria no dia 25, mas, o que tinha na noite anterior? Oscar, claro. Enfiei meu rabicozinho num restaurante, curiosamente, brasileiro, pois vi todo mundo olhando para uma parede. Como parede não pode ser tão legal, saquei que era uma plasma. Dito e feito, entrei, comi polenta – oba! – e tomei algumas taças de vinho. Italiano, tinto. Muito bom. Tudo isso enquanto atualizava o Judão no Oscar 2008. Descobri que meu laptop não tem uma bateria muito boa e na metade do prêmio já estava pedindo água! Claro que, normalmente, você se prepara, faz pesquisa e organiza as idéias para falar com um top star que nem o Ford, mas, no fundo, eu me preparei para essa conversa nos últimos 20 anos da minha vida. Dá arrepio até de lembrar. Bão, madruguei no dia seguinte para chegar a Beverly Hills no horário combinado. Metrô e busão depois, cheguei ao apê dos australianos, mas não tinha ninguém. Mas o susto durou pouco e eles só tinham ido tomar café. Carona certa, Santa Monica aqui vou eu. O caminho até lá é legal, uma baita avenidona que não termina nunca! Quer dizer, quase. Quando eu achava que continuaria muito mais, finalmente, vi o mar da Califórnia. Pois é, praia! O hotel ficava ao lado de Venice Beach, um dos points mais badalados do lugar. Ou seja, levou quase 2 meses para eu ver o mar! Mas foi legal. Rolou uma mini emoção. HAHA. O clima já começava quando um pôster de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (esse aà da foto) indicava o caminho para a sala de entrevistas. As meninas supersimpáticas da Paramount já me esperavam, a salinha lotada de comida também, e, claro, a vista para o mar! Encontrei com Isabela Boscov, da Veja. Fiquei muito feliz ao, finalmente, me ver num mesmo evento que ela. Depois de lutar tanto como assessor para mandá-la para alguma das minhas junkets, lá estava eu, “concorrente†dela. Mas a mulher é um doce e extremamente profissional. É ótima para conversar e entende como o mundo funciona, ao contrário de outra pessoinha ridÃcula e mau-caráter, que apareceu depois. Aà veio a entrevista. A assessora de imprensa entra acompanhando um sujeito de cabelos bem grisalhos, calça jeans, mãos no bolso, e um blazer cinza. O cara vem chegando e ela pede para que cada um se apresente…. “começando pelo Fábioâ€. Eu simplesmente congelei! Por uma fração de segundos, claro, até que vi ele esticando a mão. “Prazer, Harrison Fordâ€. “Fábio Barreto, Brasilâ€. E seguiu cumprimentando os demais. A entrevista começou, aos poucos, ele foi tirando o blazer, arregaçou as mangas e enfrentava a bateria de perguntas. A maioria boas, mas, claro, sempre algumas besteiras no caminho. Era engraçado notar como, conforme ele falava, dava para identificar um pouco de cada um dos maiores personagens que marcaram minha vida. Eu juro que, enquanto anotava uma resposta, eu achei que o Han Solo estava ali na sala. Bem, estava, mas vocês entenderam. Entrevista encerrada, era a vez de conversar com Frank Marshall, o produtor. O cara era todo sorrisos, pois tinha acabado de ganhar uma penca de Oscars por Ultimato Bourne, então foi um passeio falar com ele. A melhor coisa foi descobrir que Foz do Iguaçu está no filme. Deu para ter certeza de que é impossÃvel não gostar do próximo Indiana. Deu até arrepio ouvir ele falando dos primeiros filmes e da retomada do trabalho com o novo. Nesse meio tempo, rolaram umas conversas e uns papos, e acabei conseguindo uma segunda entrevista com Harrison Ford. Não congelei nem nada, mas ampliei os sentidos. Precisava ser melhor que na primeira e quebrar a banca. Afinal de contas, eu estaria lá uma segunda vez. Retornei à sala, ele retornou e cumprimentou a todos. Quando chegou a minha vez, enquanto apertava minha mão, parou. - Ei, você voltou? Devo dizer que foi triste ouvir, duas vezes, ele dizer que Han Solo não é interessante, meio bobo e que não voltaria a interpretá-lo. “E aquelas calças, meu deusâ€. Embora não tenhamos visto nenhuma prévia do filme e todo mundo tenha feito segredo além do normal sobre o roteiro, foi possÃvel respirar o mundo de Indiana Jones, naquele delicioso hotel beira-mar, em Santa Monica. Conheci um sujeito que, mesmo não gostando, me fez querer aprender a falar inglês, fundar um fã clube e virar jornalista. Tudo para, um dia, entrevistar alguém como ele, já que, ele, parecia sonho bobo. E foi justamente ele que iniciou um novo perÃodo profissional na minha vida. Claro que não disse nada disso ao Harrison Ford e fiz apenas meu trabalho, mas, lá no fundo, meu coração batia num ritmo diferente, ritmo de quem sonhou, lutou, sofreu e conseguiu chegar além de seus maiores sonhos. (Santa Mônica, sem óculos de sol e tirando foto sozinho, podia ser pior!) A matéria sair na capa da revista Época foi a cerejinha que faltava nesse bolo mousse extra cremoso. Só tenho a agradecer a todos que participaram da minha vida, que me levou a esse momento extremamente feliz, alegre e completo. Sabe, eu nem lembrei que era fã, ou que sempre tinha sonhado com um dia ficar frente a frente com ele, mas depois, quando a matéria saiu, caiu a ficha. Eu chorei feito criança e quase levitei, pois sabia que era merecido. Independente do que qualquer pessoa diga ou ache. Resumo da ópera, entrevistei Harrison Ford, fiz direito, como deve ser feito, me orgulho disso e sei que tem alguém, se é que existe outro plano, muito feliz por mim. Mesmo ela não estando mais entre nós, minha avó tem participação vital nessa coisa toda.
Ele é um dos atores mais feios da história, mas seu melhor papel não mostrava o rosto, então tá valendo! Hoje é aniversário de Peter Mayhew, que interpretou Chewbacca em Guerra nas Estrelas! Sujeito super simpático, atencioso e que adora falar sobre a saga, assim como qualquer outra coisa ligada a cinema. Foi uma de minhas melhores entrevistas nérdicas! 64 velinhas para o wookiee desengonçado! GRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN!
Queridos leitores, sabem o que é mais engraçado no mundo do entretenimento? Como as coisas mudam! Num dia, um ator diz que nunca mais fará certo papel, no dia seguinte ele aparece anunciando que acabou de assinar o contrato. Mesmo assim, tem gente que ainda acredita nas notÃcias e tira conclusões a partir do que foi dito ou divulgado. Pois bem, quem disse que Guerra nas Estrelas acabou no cinema com a estréia de A Vingança de Sith estava certo e errado ao mesmo tempo. Certo, pois quando se fala em live action no cinema, parece que acabou mesmo. E errado, pois pouco tempo depois já há um a nova estréia agendada: Star Wars: Guerras Clônicas, que chega ao mercado norte-americano em 16 de setembro. E cujo trailer está em exibição nos cinemas com Speed Racer e que conferi ontem. Todo o tratamento é idêntico ao dos filmes em live action, o que chega a pegar as pessoas de surpresa ou causar antecipação, já que “ah, é só animaçãoâ€. Bom, essa sensação do público em geral acaba no minuto em que o trailer chega ao fim e ouvem-se suspiros e comentários empolgados. Talvez fosse a estratégia da LucasFilm, mas fato é que a repercussão tem sido positiva entre as pessoas que não vivem conectadas à internet e só acompanharam o trailer de Guerras Clônicas pelos sites – entre eles o site oficial e o YahooMovies. A internet traz o material em boa qualidade, mas não é o ideal. Digo isso justamente por ter visto logo de cara na rede e ter achado legal. Legal? É, legal é pouco depois que sentei no Chinese Theater na sessão de ontem de tarde para rever Speed Racer e, claro, conferir o tal trailer. Guerras Clônicas é mais que legal, é muito bom! A trilha sonora, os efeitos sonoros e os personagens – mesmo que sejam em 3D – trazem todo aquele sentimento de Guerra nas Estrelas de volta. Precisamos aceitar, se queremos ver mais no cinema, vai ser assim. Por mais maluco que pareça, é mais fácil continuar Guerra nas Estrelas na telona em desenhos do que em filme tradicional. Leva muito menos tempo e requer menos envolvimento de George Lucas, que deve estar se preocupando com a série em live action e seus outros projetos. Não que ele não esteja envolvido, mas uma vez definidos os parâmetros e o que ele quer, ele tem liberdade para fazer outras coisas enquanto os animadores dão vida ao que ele pediu. Num filme de verdade ele tem que se preocupar com todos aqueles sujeitos chamados atores, com direção de cenas, viagens para a TunÃsia. Em Guerras Clônicas, a TunÃsia está dentro do computador mais próximo. Nada de areia! Voltando ao trailer, conta mais um capÃtulo das guerras e, finalmente, envolvendo Jabba, the Hutt. Tanto era falado sobre Jabba ter ajudado na extinção dos Jedi, mas ele pouco fez na nova trilogia. Bem, até agora, já que o seqüestro de seu filho – MEDOOO, filho do Jabba – o coloca no meio da confusão toda. O pau vai comer em Tatooine e em todos os domÃnios dos Hutt. O clima de tensão existe do começo ao fim, afinal de contas, agora todo mundo – mesmo os que duvidavam do óbvio – sabe que os Jedi defendendo Palpatine faz parte de um mega complô e dá uma certa raiva ver Mace Windu e Obi-Wan andando lado a lado com o sujeito que, mais tarde, vai passar a sabrada em todos os mocinhos! Se há um porém nessa história toda é o fato de os roteiros de Guerra nas Estrelas terem ficado meio repetitivos ultimamente. É aquela coisa missão de RPG: há um problema, Obi-Wan faz isso, Anakin faz aquilo! E pronto, temos um filme! Senti muito a falta de elementos mais elaborados como todo o treinamento de Luke em Dagobah ou a própria mitologia envolvendo a linhagem dos Skywalker. Todo esse apelo, digamos, mÃstico sumiu nos últimos filmes e simplesmente não existe nesse “universo†de Guerras Clônicas. Sinal dos tempos ou alguém parou de se preocupar com isso mesmo? Até mesmo Harrison Ford diz que George Lucas é todo cheio desse “uiui†mÃstico, mas como pode deixar de pensar nisso exatamente no filho mais querido e rentável? Bem, mistérios do mundo do cinema. Fato é, a mudança de distribuição da Fox para a Warner muda um pouco o jogo e já propiciou um ponto positivo: o trailer entrou em cartaz com Speed Racer, que não está indo muito bem nas bilheterias (engraçado como 20 milhões é considerado ruim… coisas da a vida), mas de qualquer forma é um blockbuster e cumpre seu papel. A Fox não tem nenhum blockbuster nesse perÃodo, o que adiaria a estréia do trailer de Clone Wars em alguns meses ou provocaria o vinculo com um filme de menor calibre. A contagem regressiva já começou e 16 de setembro será uma data importante, afinal de contas, definirá se há espaço para Star Wars em versão animada no cinema, ou se é apenas nosso lado nerd que clama por mais da saga na telona. Vamos ver. A Força continua!
Todo mundo pira quando você aparece. Como é isso? São os seis filmes ou tem algo mais? E a exposição? Incluindo a sua fantasia? Que pena que demorou tanto para chegar aqui. … Ralph McQuarrie. Quando o primeiro filme foi lançado, você falou com a imprensa sobre as dificuldades de atuar com a fantasia. E aposto que todo mundo pergunta isso, não é? O modo de filmar a nova trilogia mudou muito em relação à primeira? E você sentiu isso de George Lucas? Ele é famoso por isso.
Você falou muito sobre a evolução digital. Do ponto de vista do ator, mudou? Vocês tinham novos elementos de referência como ver algum vÃdeo de efeito antes de entrar numa cena, por exemplo? Mas eram autênticos. Mostramos o filme na primeira JediCon, em São Paulo, e muita gente ou dormiu ou foi embora, mas quando tentamos tirar, teve reclamação. Bom, eu vi 6 vezes. Era o que passada na TV naquela época. Por falar em Carrie, era bom trabalhar com ela? E na nova trilogia, vários atores novos, novas estrelas, e você constante lá. A nova trilogia veio na época dos spoilers, todo mundo sabendo de tudo. Antigamente, era mais difÃcil, mas mesmo assim Lucas criou a idéia de Blue Harvest para esconder Jedi. E o pessoal acreditou…
Agora é a minha vez de perguntar a vocês. Qual o outro personagem que faço em Uma Nova Esperança? Sim, é uma ponta, mas eu faço. Essa foi legal, mas a primeira é mais difÃcil. Poxa, pensei que estava falando com especialistas aqui. (risos). Então visite meu site www.anthonydaniels.com Eu visitei e descobri a resposta, Anthony Daniels veste a roupa de outro droide nas ruas de Tatooine, na cena em que Luke vende seu veÃculo. O personagem foi batizado como CZ-3.
|
|
|
| © 2008, Judão, Barretão. Alguns direitos reservados | ||