Roppongi Club

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The Memory Will Never Die

Posted on jan 4, 2009 06:00:25 PM

Antes de mais nada, leia isso aqui, por gentileza. =D

Chamarei a história de The Memory Will Never Die, por causa de uma música que ouvi, e que parece se encaixar bem no contexto.

The Memory Will Never Die

Era um dia como outro qualquer. Pessoas passavam apressadas pelas ruas de Manhattan; talvez muito ocupadas com seus próprios problemas que nunca prestavam atenção no que acontecia em cima dos prédios.

Todo o dia se ouvia falar de corretores, respeitáveis homens de negócio, mijando eu suas calças de 150 dólares antes de se jogarem do alto dos prédios da Grande Maçã.

E naquele dia eu me juntaria a esta estatística patética.

Lá estava eu,um homem de 29 anos, com os olhos no fundo, grandes olheiras ornamentavam meu rosto magro e abatido pelas dificuldades da vida.

Lágrimas corriam pelo meu rosto quando eu lembrava da minha família. Minha mulher, meu filho…

Então, finalmente tomei coragem e subi no parapeito.

Quando fechei meus olhos e tomava impulso para o ato mais covarde da minha vida, eu escutei uma voz. Aquela voz era ao mesmo tempo sedutora e me causava calafrios.

Por alguma razão eu parei, enquanto meu cérebro dizia “pula de uma vez e acaba com isso de uma vez” eu não conseguia me mover. Era como se aquela voz tivesse o poder de me paralisar.

“ Há um outro jeito de se resolver o seu problema, Al”

Desde pequeno eu tinha jeito com as pessoas. Quando meu pai dizia que eu era muito novo pra tentar dirigir seu Ford. Com um jeito que só eu tinha, o convencia a me deixar dirigir aquele carro. Com a minha mãe era a mesma coisa.

No colégio eu não o garoto mais popular, mas com certeza eu tinha um bom número de amigos. E assim foi também nos meus tempos de faculdade. Foi na faculdade que eu a conheci.

Ela era linda, tinha os cabelos castanhos, tinha um rosto que apenas uma princesa teria. Seu corpo era pequenino, mas mesmo assim exalava uma sensualidade que me deixou hipnotizado. Por semanas eu a observava de longe. Meus amigos diziam “ Al, deixa de ser um franguinho e vai falar com ela!”, mas era mais difícil que eu esperava.

Durante um mês as únicas coisa que eu descobri era que seu nome era Alice e que ela fazia um curso de arte que tinha na faculdade.

Não era muito normal ver mulheres na faculdade, entenda, era o ano de 1915 e mulheres que freqüentavam faculdade não eram exatamente bem vistas na retrograda sociedade americana do início do século XX.

Então uUm dia criei coragem e fui falar com ela.

Todas as habilidades de persuasão que eu pensei ter adquirido ao longo dos anos se mostram inúteis e ridículas quando aplicadas naquela mulher. Diabos, eu estava acostumado a sair das piores enrascadas com uma lábia que eu julgava ser infalível, e agora lá estava eu, nem conseguindo completar uma frase, seja por estar gaguejando como um maníaco ou por simplesmente estar balbuciando na frente dela.

Eu não conseguia nem falar meu nome direito. Eu podia somente falar “Oi, meu nome é Al”, mas não, eu tinha que enfiar o pé na minha boca e vomitar meu nome completo (“Oi, meu nome é Alfred J. Stevenson”), e se na época eu tivesse consciência eu teria passado até o meu código genético completo para ela. E a pior parte de tudo eu gritei. Isso mesmo, eu gritei pra ela meu nome.

Na minha cabeça eu pensava “Deus, se você esta aí, me mande um raio no meio da minha cabeça e acabe de uma vez com este sofrimento”.

Mas, para minha surpresa ela riu. Devia ter me achado um bobo, um palhaço. Depois de eu me certificar que todo mundo na área sabia meu nome completo, ela disse:

- O meu nome é Alice. Muito prazer em finalmente te conhecer Alfred J. Stevenson.

- Finalmente?

- Não foi muito difícil ver você me seguindo por todas essas semanas.

Meu Deus, ela falava e a sua voz era música para os meus ouvidos. Eu tinha encontrado o amor da minha vida. Mal saberia eu que teria uma pós-vida, mas vem depois.

Durante o restante do curso nós ficamos juntos. Eu conheci os pais dela e ela os meus.

No dia que eu me formei em Economia (meu pai desde quando eu era criança me falava que eu era bom com números) eu criei coragem e a pedi em casamento. Eu estava quase tão nervoso quanto no dia em que nos conhecemos. Para minha alegria ela disse sim.

Aquele foi um mês e tanto para mim. Eu tinha conseguido um emprego numa empresa de contabilidade (!tem que se começar de algum lugar”), Alice tinha conseguido um apartamento que logo ela também transformou em atelier.Tudo estava indo do jeito que eu sonhava.

No verão de 1924, nos casamos. Ela parecia um anjo quando entrou na igreja. Os meus amigos e os dela, nossas famílias reunidas.

Eu nunca me sentira tão feliz, eu estava casado com a mulher que eu amava, suas pinturas estavam começando a vender e ser apreciadas pela nata nova-iorquina, eu tinha conseguido um emprego na Bolsa de Valores de Nova York. Era ali com os grandões jogavam. Eu finalmente tinha conseguido.

Os anos foram passando mas meu amor por Alice não parecia diminuir. No inverno de 1927 meu bom e velho pai morreu de pneumonia. Minha mãe se foi alguns meses depois. Aquilo foi um baque pra mim.

Eu pensava que o dia do meu casamento fosse o mais feliz da minha vida mas foi superado pelo dia em que Alice me disse que estava esperando o nosso primeiro filho.

Eu estava radiante. Na mesma semana tinha conseguido realizar um grande negócio no emprego e por causa daquilo tinha ganho uma quantia absurda de dinheiro.

Alice disse que seria uma boa tentar comprar ações e já que eu sabia do negócio comprei algumas ações que renderam milhões. Estávamos ricos.

Os nove meses até o nascimento do nosso filho foram os melhores das nossas vidas.

Mas também durante aqueles dias eu sentia que era constantemente seguido e observado, mas quando eu parava para me certificar não encontrava ninguém. Eu pensei que por eu ter todo aquele dinheiro alguém poderia querer me assaltar, me seqüestrar, não sei, não gostava muito na idéia de pensar naquilo, ainda mais agora com a chegada do meu filho.

Foi então que no dia 14 de julho de 1929 Alice começou a sentir contrações e quando menos percebi estávamos no hospital; eu e os pais dela na sala de espera, de repente amigos chegaram para fazer companhia, todos estavam felizes, mas tinha algo que me apertava o coração. Eu achei que era o nervosismo. 18 horas depois que chegamos no hospital, o médico veio andando na nossa direção.

Todos se levantaram para recebê-lo, e quando ele chegou falou:

- É um menino. Uma onda de vivas e parabéns implodiram na sala.

Eu recebia tapinhas nas costas, mas algo me preocupava o médico continuava parado e a feição dele não me deixava muito confortável.

- Doutor, e Alice? Eu posso vê-la?

- Eu sinto muito, mas ela perdeu muito sangue e …

Eu pensei que ia morrer ali, naquele momento. Eu não conseguiria viver sem ela.

Aquele dia talvez tenha sido o mais negro em toda minha existência(eu não posso falar da minha vida por motivos óbvios).

Eu só me lembro do médico falando aquilo, logo após eu vomitar e antes de desmaiar ver várias pessoas se aglomerarem em minha volta: médicos, enfermeiras, meus amigos e pessoas que eu nem conhecia, que balançavam a cabeça ao ouvirem o que tinha acabado de acontecer.

Eu só acordei mesmo no dia do enterro de Alice.

A mãe dela estava segurando meu filho, que Alice e eu tínhamos pensado em dar o nome de Robert, em homenagem ao meu falecido pai.

Ela me disse que era melhor eu segurá-lo, eu estava relutante mas logo percebi que não tinha mais ninguém. A mulher que eu amava jazia morta em caixão de pinho bem na frente, meus pais à anos estavam mortos. Agora éramos só o pequeno Robert e eu.

Os meses foram passando e as pessoas me olhavam com pena, e quando eu percebia elas procuravam olhar para o outro lado. Como se já não bastava eu estar naquela situação, tudo que eu não precisava era da pena dos outros.

Foi assim até o dia 24 de outubro de 1929, a Quinta-Feira Negra. O dia que começou o crack da Bolsa de Valores. O pânico se instaurou na cidade. Pessoas desesperadas, os jornais traziam relatos de economistas que tinham esperanças que aquilo fora só um péssimo dia para a Bolsa. Só que eles se enganaram. No dia 29 de outubro, a Terça-Feira Negra ( nomes não muito criativos para se dar a esses dias não acha?)

Os dias que se seguiram foram horríveis. Pessoas se jogando de prédios, pondo balas nas suas cabeças, pessoas que perderam tudo que tinham conquistado. Eu era uma dessas pessoas.

Não ligava de perder propriedades, carros, dinheiro, mas chorei como uma criança assustada quando eles chegaram ao atelier de Alice.

Era meu santuário. Tudo ali me lembrava ela. Já passar meses desde sua morte, mas só de entrar naquele lugar eu sentia seu cheiro, mais de uma vez me peguei olhando como um louco para os lados, ouvindo seus passos, sua voz.

Várias vezes eu me acordava deitado naquele lugar, Robert deitado em um pequeno berço que ficava no canto do lugar( eu tinha me mudado pra lá depois que perdi nossa casa), escutando seu choro, louco para ouvir a doce voz de Alice dizer para por que o pequeno Bobby estava chorando, e quando acordava eu estava chorando.

O dia que levaram tudo, as tintas, as telas, os quadros, foi horrível. Foi como se tivessem tirado a única coisa que ainda lembrava minha amada.

Mas foi aí que eu me lembrei de Robert. Desde o Crash da Bolsa eu vinha negligenciando o pequeno. Foi aí que eu percebi que ele era meu maior elo com ela.

O mês que se seguiu foi difícil, mas eu tinha Robert. Eu ia com ele em meus braços, todas as semanas que se seguiram para receber alimento que o governo distribuía para os desempregados.

Até que um dia bateram na minha porta, um policial e uma mulher de óculos e aspecto severo. Eles falaram que eles tinham que levar o pequeno Bobby para uma família que teria condições para criá-lo.

Eu lutei, ah eu lutei, mas o policial era maior que eu e eles acabaram levando de mim.

Foi então que eu subi naquele prédio. Naquele prédio que ele falou comigo.

Existe um outro jeito de se resolver o seu problema, Al” disse ele.

Foi então que eu percebi que eu tinha visto aquele homem antes. Eu o tinha visto no dia do seu casamento, um dia que estava voltando para casa a noite e pensei que estava sendo seguido, no hospital, no dia da morte de Alice.

-Você tem potencial, para fazer muito mais, Al.

- Quem é você?

- Alguém que lhe dará uma escolha. Você pode morrer se jogando deste prédio e fazendo parte de uma estatística. Ou você pode ser mais que todos os homens que já se jogaram destes prédios. Você pode ser um Deus para estes tolos, ou um Demônio se você preferir.

- Você se vingar dos médicos que não conseguiram salvar a sua amada Alice, daqueles que levaram o seu filho.

- Quem é você para falar deles? - eu já estava começando a me exaltar.

- Meu nome Joseph. Pense, você realmente quer se jogar deste prédio?

Eu fiquei pensando mesmo. Eu não sei era a voz dele mas as palavras que ele me dizia pareciam sedutoras, por mais que eu soubesse que aquilo não poderia ser o certo a fazer.

- Por que você quer me ajudar?

- Eu já lhe disse. Potencial, e você tem muito para ser desperdiçado assim.

- E como você vai me ajudar?

- Tudo que eu preciso é que você confie em mim.

O que eu tinha a perder naquela hora? NADA!!

- Dane-se! Tudo bem. O que eu preciso fazer?

Quando eu terminei de falar ele já estava ao meu lado, eu pensei como ele tinha conseguido se mover tão depressa.

Foi então que aconteceu. Ele me mordeu.

No princípio eu pensei em gritar, afinal de contas tinha um homem que eu não conhecia mordendo o meu pescoço. Mas foi então que aconteceu, uma onda de euforia e êxtase tomou conta do meu corpo. Uma parte de minha queria que aquele momento não terminasse.

Então ele se afastou e retirou uma pequena adaga do seu bolso, eu estava meio zonzo. Ele cortou a palma da sua mão e me ofereceu seu sangue.

Eu olhei receoso mas ele fez um sinal de que estava tudo bem e uma expressão do meu velho pai veio a minha mente “Está no inferno? Então jogue poker com o Diabo“, e foi o que fiz.

Quando as gotas do sangue dele atingiram minha língua, no início tinha um gosto estranho mas conforme continuava a cair em minha boca, ficava cada vez mais saboroso.

Então eu comecei a perder os sentidos primeiro foi a audição, seguidos do tato, do olfato, o paladar e por ultimo a visão.

Eu via Joseph olhar para mim com um olhar de dever cumprido e minha visão começou a embaçar. Mas a última imagem ainda esta clara como se estivesse vendo agora mesmo. Eu vi Alice vindo em minha em direção com lágrimas nos olhos. Ela meu deu um beijo na testa e se afastou de mim. Tudo ficou preto. Eu finalmente tinha percebido. Eu tinha acabado de morrer.

Como se por milagre eu acordei em uma sala escura, deitado eu um caixão. Então Joseph apareceu e disse:

- Bem vindo, Albert.

- Bem vindo ao que?

- A uma existência gloriosa, se você assim o quiser.

- Eu morri?

- Sim, e agora você renasceu para as trevas.

Tudo parecia fazer sentido pra mim quando ele falou antes, não que eu fosse lento, mas não é todo dia que esse tipo de coisa acontece, não é mesmo?

- Você quer dizer que eu sou um vamp…

- Isso mesmo Al. Você agora é um vampiro.

Aquilo foi ao mesmo tempo bizarro e excitante.

Eu, um vampiro?

Foi então que Joseph me explicou tudo desde como me alimentar de maneira correta até como usar os meus recém adquiridos poderes.

Por 37 anos eu andei com o meu mestre pelo mundo, tenho que confessar que pelo tempo que passei junto dele pensei que hoje estaria mais poderoso, já que vi vários vampiros mais novos e que eram mais poderosos que eu. Se um deles estivesse zangado comigo não seria algo muito saudável . Mas não tenho do que me queixar de Joseph, ele me deu uma perspectiva.

Depois que nos separamos( ele achava que eu estava pronto para seguir o meu próprio caminho), eu pensei varias vezes nos 40 anos que se seguiram em procurar meu filho, mas eu pensei que ele provavelmente já tinha uma família e não seria muito bom pra ninguém receber a visita de um vampiro que diz ser seu pai.

Assim eu fui seguindo o meu caminho, conhecendo vários lugares, aprendendo outras línguas, me transformando numa versão melhorada do meu eu mortal.

Confesso que aprecio esse jeito de viver (???), viajando ninguém cruza meu caminho e eu não cruzo de ninguém.

Mas se tem uma coisa que eu sei. Se eu viver por milênios eu ainda não conhecerei um dia melhor do aquele que eu conheci aquela pequena garota de cabelos castanhos.

Crônicas, ou algo do tipo. =D

Posted on jan 4, 2009 05:59:41 PM

Farei isso aqui como um teste. Resolvi que em 2009 vou atualizar mais vezes essa porcaria, então vou começar de uma maneira atípica.

Volta e meia eu tenho idéias pra histórias dos mais variados estilos. Tenho conciência que nem todas prestam, espero que uma ou outra não seja um pé no saco. E é aqui que o lance de atualizar o blog entra no esquema. Vou começar a postar essas histórias aqui, e talvez a meia dúzia que acessa isso aqui de tempos em tempos, possa me auxiliar. Postarei as histórias em forma episódica, ou seja, serão capítulos, e conforme for tendo aceitação, vou continuando. É tudo muito simples. Os comentários estão ali embaixo pra vocês me ajudarem. Idéias de como melhorar a história, ou coisas do tipo são bem-vindas, e se for pra falar que tá uma bosta, paciência. =D

Enfim, a primeira história é na verdade o prólogo de um personagem de rpg que eu criei faz uns 4 anos e meio e não foi pra frente porque acabamos não jogando.

Então vamos começar. Click aqui e me dê 10 minutos de seu tempo. =D

Sunshine

Posted on dez 29, 2008 09:52:45 PM

Final de ano, semi-férias de Judão, e eu resolvi colocar em dia os filmes que eu tinha pra assistir, mas que a falta de tempo ou pura vagabundagem me impediram de apreciar ao longo do ano de 2008.

No meio desses filmes, alguns como O Procurado, Trovão Tropical e Segurando as Pontas, estava Sunshine, filme dirigido pelo Danny Boyle, mesmo diretor de filmes como Trainspotting, Extermínio e um provável candidato ao Oscar do ano que vem, Slumdog Millionaire.

Faz um bom tempo que todo mundo fala que o filme é realmente bom, então resolvi dar uma chance.

Sunshine conta a história da tripulação da nave Icarus II, que tem como missão explodir uma megabomba no Sol, que está morrendo, e deixando a Terra numa eterna era glacial, que traria o fim da humanidade.

Só por essa história, o filme poderia descambar pro estilo Armageddon de filme, com explosões, momentos heróicos, uma gostosa que forneceria para o herói e coisas do gênero.

É esse o diferencial do filme. Ao contrário da versão Michael Bay de salvar o mundo, o filme trata muito mais do peso da responsabilidade dos oito tripulantes da nave do que aquela coisa de “Vamos salvar o mundo, voltar e festejar como se não houvesse amanhã, porque somos fodões!”. Cada escolha que eles fazem tem valor e consequências sérias para a história.

Ao se encontrarem a milhares de quilometros da Terra, eles têm apenas uns aos outros para confiar, e a escolha de um pode ser vital para a sobrevivência do resto. E tal escolha é realizada, e muda completamente o rumo da missão.

Não vou falar mais para não estragar tudo o que acontece, mas até o questionamento teológico é realizado, o velho “Quem é o Homem para tentar lutar contra a vontade de Deus?”.

Se mesmo assim você não se interesse muito pelo filme pela história, pelo menos assista pelo visual do filme. Como bem disse o Froio, o filme tem algumas das imagens mais bonitas que tem pra se ver. No final do filme, eu tive a vontade de tocar no Sol, por mais estúpida que essa idéia possa parecer. =D

Resumindo, é um filme que merece ser assistido. Se você gosta de um bom filme de ficção, vale e muito a pena dar uma chance pra esse filme que muita gente não deu muita bola, mas que merece atenção daqueles que gostam de uma boa ficção científica.

Sunshine foi lançado em 2007 e já se encontra para locação e venda.

Judão BLOGS!